Quarta, 17 Maio 2017 16:53

Recursos oriundos de portabilidade superam 2,2 milhões no mês de abril

Com a migração de participantes de outros planos de previdência complementar para o TecnoPrev, foi registrada no mês de abril a marca de 2,2 milhões em recursos transferidos para o plano instituído pela Mútua. Esse montante representa a entrada de novos participantes ao TecnoPrev, que chegam ao plano visando melhorar o desempenho das suas reservas para a aposentadoria, de forma a atingir seus objetivos de investimento. Ao optarem pelo TecnoPrev, os profissionais levaram em consideração as taxas atrativas do plano, as estratégias de investimentos adotadas e os altos índices de rentabilidade da carteira.

Tendo feito sua portabilidade para o TecnoPrev recentemente, o vice-presidente do Confea, engenheiro agrônomo Daniel Antonio Salati Marcondes, confirma que as vantagens do plano de previdência exclusivo da área tecnológica são únicas. “Tinha um valor investido em outro plano de previdência complementar e, ao estudar o TecnoPrev, verifiquei, de imediato, que o plano instituído pela Mútua é muito melhor. Seus investimentos rendem quase que o dobro e oferece melhores condições”.


Daniel Salati: recentemente migrou seu plano de previdência para o TecnoPrev devido à rentabilidade superior e demais vantagens oferecidas

Salati ainda comenta que ter uma previdência complementar exclusiva é uma defesa dos profissionais. “Ainda mais nesses tempos em que o tema previdência está em debate e tem deixado todos preocupados, contarmos com um plano exclusivo e com os diferenciais do TecnoPrev, sem dúvida nenhuma, é uma segurança para nossa vida e de nossas famílias. Na minha avaliação, o TecnoPrev é o melhor serviço que a Caixa de Assistência disponibiliza aos seus associados”, ressalta.

Para quem está na dúvida se vale a pena ingressar no TecnoPrev, a equipe da Gerência de Previdência da Mútua está apta a realizar simulações e comparativos entre o atual plano do mutualista, o TecnoPrev e outros fundos comercias, além de sanar todas as dúvidas que o associado possa ter.

Especialistas do setor orientam que o primeiro passo a seguir após a decisão de trocar de plano é comparar produtos com o mesmo tipo de risco e as diferentes estratégias de investimento de cada plano. Ao selecionar planos com a mesma estratégia, o próximo critério a ser avaliado são os custos e a eficiência da gestão. Observar o histórico de rentabilidade do plano nos últimos dois anos também é fundamental. Todas essas informações podem ser solicitadas à Gerência de Previdência da Mútua.

Portabilidade facilitada

O pedido de migração de previdência é bastante simples para o associado. Basta que ele entre em contato com a Mútua – O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. – e forneça seus dados e os do seu plano em vigor. A partir disso, todo o processo fica a cargo da Mútua, que entra em contato com o plano atual do mutualista e concretiza todos os tramites necessários para que ele passe a ser participante do TecnoPrev.

 

Fonte e foto: Gecom/Mútua

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Segunda, 15 Maio 2017 14:51

Com o objetivo de promover a troca de experiências e o intercâmbio profissional e técnico-científico entre os engenheiros agrimensores, a Associação Piauiense dos Engenheiros Agrimensores (Apeag), em parceira com o Crea-PI, realizará o 13º Congresso Nacional de Engenharia de Agrimensura- 13º CONEA.

O evento acontecerá no período de 01 a 03 de junho de 2017, na sede da Apeag, em Teresina, e conta também com a Mútua (Caixa de Assistência dos Profissionais do Sistema Confea/ Crea; Fenea (Federação Nacional dos Engenheiros Agrimensores; Ifpi (Instituto Federal do Piauí e Ufpi ( Universidade Federal do Piauí.

“O evento é de suma importância para a Engenharia de Agrimensura, tanto piauiense, quanto nacional. Fomos para a Bahia em 2014, para o décimo segundo CONEA e fizemos questão de trazer o evento para o Piauí”, enfatiza o professor Ronildo Brandão.

Ele disse que foi a maior caravana presente na Bahia, com a presença de estudantes piauienses, o presidente do Crea-PI, Paulo Roberto, a equipe da Apeag que foi completa.

“Sabemos da importância de um evento como esse. Vai ser um divisor de água, aqui. Quem não conhecia o que é um engenheiro agrimensor e o que a Engenharia de Agrimensura faz, vai conhecer a partir desse evento”, finaliza. 

O mercado para a engenharia de agrimensura não atravessa crise atualmente. Os agrimensores podem atuar em entidades civis, governamentais, militares, podem ser empresários da área de construção, de mapeamento, ordenamento fundiário, podem trabalhar com rodovias, estradas e barragens.

“Tudo o quem mexe com a transformação do meio ambiente é uma área em que o engenheiro agrimensor e cartório pode atuar. Assim como também na área de novas tecnologias, com mapeamento através de vants, drones, sistemas de formação geográfica, são áreas em que ele pode atuar”, enfatiza Ronildo Brandão da Silva, professor do ensino básico, técnico e tecnológico do Instituto Federal do Piauí (Ifpi) e presidente da Associação Piauiense dos Engenheiros Agrimensores (Apeag) e conselheiro e diretor do Crea-PI.

 

Fonte: http://cidadeverde.com/

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Terça, 23 Maio 2017 14:19

A Comissão de Obras do 3º Grupamento de Engenharia, divulga abertura de Processo Seletivo Simplificado para a contratação de pessoal por tempo determinado.

O intuito é que os profissionais contratados atendam aos encargos temporários e excepcionais de obras e serviços de engenharia relativos à implantação dos Projetos Estratégicos e Estruturantes do Exército.

As funções ofertadas são para atuar nas cidades de Campo Grande - MS e Cáceres - MT, nos cargos de: Arquiteto (1); Engenheiro civil ou de Fortificação e Construção - Perfil: projetista (1); Engenheiro civil ou de Fortificação e Construção - Perfil: fiscal (1); Engenheiro eletricista; Técnico de nível médio perfil: Técnico em Edificações (1). A escolaridade exigida é para nível Médio ou Superior, de acordo com a função que irá exercer.

A remuneração varia de R$ 3.201,38 e R$ 6.795,38, com carga horária de trabalho de 40 horas semanais, podendo a mesma ser fixada em turnos diurno e noturno.

Para se inscrever é necessário imprimir e preencher manualmente, a ficha de inscrição anexada no edital e envia-lá via postal para Comissão de Obras do 3º Grupamento de Engenharia, Rua Martins. nº 373,Vila Alba, Campo Grande - MS, ou se preferir entregue em mãos, para a Comissão de Avaliação, onde deverá estar em envelope lacrado e identificado (nome completo, endereço e função) e será recebida somente de segunda a quinta-feira, no período de 9h30 às 11h30 e de 13h às 16h30 ou das 8h30 ás 11h30 nas sexta-feira no horário local, até o dia 09 de junho de 2017. A taxa será de R$ 20,00, e deve ser paga através da GRU.

O processo seletivo constará das seguintes fases de seleção: Inscrição e Remessa de Documentação Comprobatória, Análise e Validação da Documentação, Classificação Pontuada Provisória, Classificação Final, Convocação e Assinatura de Contrato.

 

Fonte: https://www.pciconcursos.com.br/

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Terça, 04 Novembro 2014 10:41

BNDES e poupança, porém, estão no limite, e faltam opções para projetos de longo prazo

Com juros entre os mais altos do mundo, o Brasil tem dificuldade para viabilizar investimentos de longo prazo de maturação e de baixo retorno, como habitação, saneamento e infraestrutura.

Os poucos projetos que saem do papel recorrem aos juros subsidiados do BNDES e ao dinheiro carimbado da poupança.

Em outubro de 2012, quando o Banco Central reduziu a taxa básica de juros, Selic, para 7,25% (ou 2%, se descontada a inflação), os bancos e os investidores começaram a cogitar financiar esses projetos como ocorre no restante do mundo. Para dar impulso, o governo concedeu isenção de IR (Imposto de Renda) para quem investisse nos projetos, como já ocorre com os papéis e fundos imobiliários.

A aventura brasileira pelos juros baixos, no entanto, durou pouco, e o BC voltou a subir as taxas em abril de 2013 para combater a inflação, adiando seus planos de investimento em infraestrutura.

Para viabilizar a construção, por exemplo, de uma ferrovia que só entrará em operação em dez anos, há uma engenharia financeira que busca emprestar os recursos hoje tendo como garantia a receita da própria ferrovia, que só virá no futuro.

A conta não fecha quando a taxa de retorno do investimento em infraestrutura é muito inferior aos juros do mercado -no caso, a Selic, considerada livre de risco.

Só que os riscos de uma obra como uma ferrovia ou uma usina hidrelétrica são relevantes. Há risco de engenharia, trabalhista, de a licença ambiental não sair (ou atrasar) e até de os juros subirem no país.

BNDES 

 É aí que entra o BNDES com as taxas subsidiadas.

O problema é que o banco de fomento não tem mais recursos para bancar sozinho obras de infraestrutura estimadas pelo Ministério da Fazenda em mais de R$ 1,5 trilhão até 2025. E o SFH (Sistema Financeiro da Habitação) também não disporá de recursos das poupanças para financiar sozinho R$ 800 milhões na construção de 6,6 milhões de casas, o deficit habitacional brasileiro.

Nos governos Dilma e Lula, o BNDES cresceu e espalhou sua atuação para áreas que estão longe daquelas que antes eram prioritárias. Os críticos da mudança fazem restrição a ações como financiar empresas com a finalidade de estimular o consumo.

Esses mesmos críticos afirmam que o orçamento atual do banco e seus juros abaixo dos praticados pelo mercado distorcem a economia, ao impedir o avanço do crédito privado para financiamento de longo prazo.

Outro ponto de contestação é o uso do dinheiro do Tesouro -que registrou em setembro seu primeiro deficit em duas décadas- para emprestar a empresas que podem ser atendidas pelo mercado externo de captações ou mesmo por bancos brasileiros. É o caso de gigantes como Vale, Petrobras, Ambev, JBS, entre outros.

Em 2008 e 2009, a crise justificava essa atuação, inclusive como provedor de capital de giro, porque era uma emergência, avaliam.

Para esses analistas, o retorno social do financiamento é baixo. Melhor seria direcionar recursos para crédito à exportação e à infraestrutura, argumentam.

O BNDES diz que seu foco é o investimento, sobretudo para máquinas e equipamentos -o que eleva a capacidade produtiva da economia.

LIMITES 

 Desde 2011, porém, a estratégia parece ter efeito limitado. A taxa de investimento não decola. Passou de 18,9% no segundo trimestre de 2011 para 16,5% no mesmo período deste ano. Calcula-se que seria necessária uma taxa de 22% a 23% para possibilitar uma expansão do PIB de 4%.

Luiz de Magalhães Ozório, economista do Ibmec, diz que a atuação do banco é necessária e seus processos de concessão de crédito são rigorosos. "O BNDES atua quando há uma falha no mercado de capitais, emprestando para projetos que são relevantes."

Para o economista, o banco poderia focar infraestrutura e ampliar o acesso de médias e pequenas empresas. "Muitas não se enquadram nas regras e pegam dinheiro, a custo maior, nos bancos."
Fonte: Folha de S. Paulo

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