MĂștua - ACME – Assessoria de Comunicação, Marketing e Eventos
ACME – Assessoria de Comunicação, Marketing e Eventos

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A Comissão de Obras do 3º Grupamento de Engenharia, divulga abertura de Processo Seletivo Simplificado para a contratação de pessoal por tempo determinado.

O intuito é que os profissionais contratados atendam aos encargos temporários e excepcionais de obras e serviços de engenharia relativos à implantação dos Projetos Estratégicos e Estruturantes do Exército.

As funções ofertadas são para atuar nas cidades de Campo Grande - MS e Cáceres - MT, nos cargos de: Arquiteto (1); Engenheiro civil ou de Fortificação e Construção - Perfil: projetista (1); Engenheiro civil ou de Fortificação e Construção - Perfil: fiscal (1); Engenheiro eletricista; Técnico de nível médio perfil: Técnico em Edificações (1). A escolaridade exigida é para nível Médio ou Superior, de acordo com a função que irá exercer.

A remuneração varia de R$ 3.201,38 e R$ 6.795,38, com carga horária de trabalho de 40 horas semanais, podendo a mesma ser fixada em turnos diurno e noturno.

Para se inscrever é necessário imprimir e preencher manualmente, a ficha de inscrição anexada no edital e envia-lá via postal para Comissão de Obras do 3º Grupamento de Engenharia, Rua Martins. nº 373,Vila Alba, Campo Grande - MS, ou se preferir entregue em mãos, para a Comissão de Avaliação, onde deverá estar em envelope lacrado e identificado (nome completo, endereço e função) e será recebida somente de segunda a quinta-feira, no período de 9h30 às 11h30 e de 13h às 16h30 ou das 8h30 ás 11h30 nas sexta-feira no horário local, até o dia 09 de junho de 2017. A taxa será de R$ 20,00, e deve ser paga através da GRU.

O processo seletivo constará das seguintes fases de seleção: Inscrição e Remessa de Documentação Comprobatória, Análise e Validação da Documentação, Classificação Pontuada Provisória, Classificação Final, Convocação e Assinatura de Contrato.

 

Fonte: https://www.pciconcursos.com.br/

Se você é desenvolvedor, programador ou especialista em tecnologia da informação, a Google tem uma excelente notícia para te dar. A gigante da internet acaba de abrir inscrições para o Google Cloud OnBoard, um programa de treinamento voltado para essas áreas e que vai trabalhar diretamente com os fundamentos das tecnologias da Google Cloud Plataform (GCP).

A aula acontece no dia 2 de junho no Allianz Parque, em São Paulo, e no DevCamp, em Campinas. No entanto, você não precisará se deslocar até lá para conferir o treinamento, já que ele será transmitido ao vivo em salas de cinemas de seis cidades brasileiras. Assim, se você estiver em Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro ou Salvador, poderá acompanhar as aulas na telona.

Segundo a Google, o Cloud OnBoard vai contar com a participação dos principais especialistas em Cloud da empresa e demonstrações das ferramentas de GCP. Ao todo, o treinamento será dividido em sete módulos focados em tecnologias e soluções de nuvem, como Google App Engine, Datastore, Storage, Container Engine, Compute Engine e Network, Big Data e Machine Learning. Já o módulo de encerramento trabalhará com dicas de como esse conhecimento pode ser usado para ajudá-lo em sua carreira.

Além disso, outro grande destaque é o networking realizado, seja com outros participantes ou mesmo com os especialistas que vão estar presentes. Isso sem falar do certificado de participação, que é sempre bom para enriquecer seu currículo.

Porém, a melhor notícia mesmo é que tudo isso é de graça. Você não precisa pagar nada para se inscrever no Google Cloud OnBoard, bastando ir ao site do evento e dar seu nome. Contudo, é melhor fazer isso o quanto antes, já que as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas até o dia 1º de junho.

Confira a agenda completa do evento:

Credenciamento
Construa o futuro da nuvem
Módulo 1 - Apresentando o Google Cloud Platform
Módulo 2 - Primeiros passos com o Google Cloud Platform
Almoço
Módulo 3 - Google App Engine e Cloud Datastore
Módulo 4 - Opções de armazenamento do Google Cloud Platform
Módulo 5 - Google Container Engine
Intervalo
Módulo 6 - Google Compute Engine e Networking
Módulo 7 - Big Data e Machine Learning
Potencialize sua carreira com o Google Cloud | Treinamento e certificação
Confira também o local do evento e os pontos de exibição nas seis capitais brasileiras onde o treinamento vai ser exibido em salas de cinema.

São Paulo - Allianz Parque
Campinas - Expo Dom Pedro
Curitiba - Cinemark Shopping Mueller
Porto Alegre - Cinemark Shopping Bourbon Ipiranga
Rio de Janeiro - Cinemark Botafogo Praia Shopping
Salvador - Cinemark Salvador Shopping
Belo Horizonte - Cinemark BH Shopping
Recife - Cinemark Shopping RioMar

Matéria completa:
https://corporate.canaltech.com.br/noticia/google/google-oferece-treinamento-gratuito-para-profissionais-de-tecnologia-no-brasil-94096/
O conteúdo do Canaltech é protegido sob a licença Creative Commons (CC BY-NC-ND). Você pode reproduzi-lo, desde que insira créditos COM O LINK para o conteúdo original e não faça uso comercial de nossa produção.

 

Fonte: https://corporate.canaltech.com.br/

Profissionais serão credenciados para prestação de serviços na Funsat

A prefeitura de Campo Grande, por meio da Fundação Social do Trabalho de Campo Grande – Funsat, publicou na edição desta quinta-feira (18), do Diário Oficial de Campo Grande – Diogrande, o edital de credenciamento de Colaboradores para o “Programa Qualifica Campo Grande – Programa de Inclusão Profissional (Proinc) – Construção Civil”.

O edital visa selecionar profissionais a serem credenciados para prestação de serviços na Funsat, para função de instrutor de qualificação profissional e Orientador na área da construção Civil, nas seguintes áreas: instalações elétricas prediais – engenheiro eletricista, construção civil – engenheiro civil, instrutor eletricista/auxiliar eletricista, instrutor auxiliar de encanador, instrutor carpinteiro, instrutor pedreiro, instrutor pintor, instrutor servente de pedreiro e instrutor azulejista. São 13 (treze) vagas para contratação imediata e 46 (quarenta e seis ) vagas para para cadastro reserva.

Os salários variam entre R$ 5.622,00 e R$ 8.433,00. O contrato será por tempo determinado, com validade de quatro meses, podendo ser prorrogado por mais 4. As inscrições serão realizadas no período de 22 de maio a 31 de maio de 2017, no horário das 7h30 às 10h e das 13h30 às 16h, na sede da Funsat, sala 101 – 1º andar, localizada à Avenida Eduardo Elias Zahran, n. 1.581, Bairro Jardim Santa Dorotheia – Campo Grande – MS, mediante a entrega preenchida de ficha de inscrição específica, assinatura da declaração e apresentação do original e das cópias dos documentos exigidos no edital.

Quem tiver interesse em se credenciar no programa pode conferir todas as informações do edital 001/2017/FUNSAT, disponível a partir da página 6 da edição 4.888 do Diogrande, através do endereço eletrônico http://portal.capital.ms.gov.br/diogrande
 

Fonte: http://www.diariodigital.com.br/

Os desafios que se impõem ao maior produtor de grãos do mundo, o Brasil, no caminho para desenvolvimento econômico e social sustentável foi o mote da sessão científica da Reunião Magna da ABC, da tarde de terça-feira, 9 de maio. No encontro, o presidente da Embrapa, Mauricio Lopes, a secretária adjunta da Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, Monica Porto, e o diretor Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), Edson Watanabe, falaram sobre a necessidade de se harmonizar o gerenciamento dos recursos hídricos, a produção agrícola e a geração de energia limpa, visando ao sustento da economia e ao bem-estar da população. O Acadêmico e engenheiro agrônomo Elibio Rech Filho coordenou a sessão.

Para os especialistas que compuseram a mesa de debates, os investimentos contínuos em ciência e tecnologia, em uma perspectiva de desenvolvimento econômico-social sustentável, têm garantido os avanços do país em áreas como a agropecuária e a geração de energia. Sob o ponto de vista da agricultura, o presidente da Embrapa, Mauricio Lopes, ressaltou a trajetória de sucesso do Brasil na área de produção alimentar dos últimos 40 anos. "Não foi fácil nos tornarmos um modelo de agricultura para o mundo. Somos o maior cinturão agrícola em região tropical, tendo que, para isso, ter aprendido a dominar ambientes difíceis, um solo pobre, lixiviado e rico em manganês e alumínio", disse Mauricio Lopes, lembrando que até os anos 70 o país não tinha adquirido expertise para lidar com tamanha diversidade.

"A agricultura era concentrada na faixa litorânea e não passávamos de um país agroexportador de café e açúcar. Conseguirmos avançar por meio de um modelo de agricultura pautado em ciência e tecnologia. Um trabalho que a Embrapa realizou, por meio da parceria com centros de pesquisa, e da criação de um sistema integrado de lavoura e floresta", afirmou.

Segundo dados da Embrapa, em 38 anos o Brasil saiu da marca de produtividade de 1,4 toneladas por hectares, para 4,5 toneladas. "A ciência teve um papel decisivo nessa evolução, que gerou impactos no preço da cesta básica e no mercado global, visto que somos provedores de alimentos para cerca de 1 bilhão de pessoas", disse Lopes, ressaltando em seguida: 

"Podemos perder o grande bonde da história se não forem realizados investimentos contínuos em ciência e tecnologia. É preciso que seja gerado conhecimento e inovação para que o país se mantenha como líder da produção agrícola nos trópicos", alertou o presidente da Embrapa. Veja a apresentação de Maurício Lopes 

"Precisamos aprender com a crise hídrica de 2014 e 2105"

Sobre história, Monica Porto disse que o país tem muito a aprender, principalmente no quesito gerenciamento eficiente dos recursos hídricos. Referindo-se a um passado bastante recente e presente na memória dos brasileiros, a crise hídrica de 2014 e 2015, a secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo e professora titular Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) contou que acompanhou de perto os níveis do Cantareira, o maior dos sistemas administrados pela Sabesp (Companhia de Águas e Esgotos de São Paulo), destinado a captação e tratamento de água para a Grande São Paulo. 

Segundo ela, embora o Brasil tenha sido pioneiro na gestão do uso dos recursos hídricos, com a publicação do Código de Águas em 1934, até hoje o país não enfrentou o desafio de pensar o gerenciamento do uso da água de forma integrada. Isto é, considerando tanto a produção de energia e quanto a de alimentos. "Ao se falar em segurança hídrica, pensa-se em reuso da água e dessalinização. Alternativas com um potencial enorme para minimizar uma crise hídrica de um lado, mas capazes de pressionar ainda mais o consumo de água. O mesmo acontece quando se fala em biocombustíveis. Melhoro a matriz energética, mas pressiono a matriz da água. É preciso que se olhe para essas inter-relações que acontecem com o uso da água", ressaltou Monica.

Para a secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, a seca de 2014 e 2015 trouxe uma série de lições. Uma delas, a urgência de se reduzir o risco de desabastecimento às populações. "É preciso mudar a forma de gerir a água nas cidades. Temos que colocar na prática a noção de uso múltiplo da água. Pela complexidade do tema, temos dificuldades em esclarecer os múltiplos uso dos recursos hídricos a fim de se manter as seguranças alimentar, hídrica e energética", afirmou.

De acordo com a professora da USP, para não se repetir os erros de um passado recente a saída é a articulação plena entre inovação, financiamento e governança."É preciso repensar esse sistema de gestão da água para não passarmos novamente pela mesma situação de crise hídrica que vivemos. Existe uma necessidade urgente de se desenvolver conceitos de gestão de risco, prevenção e preparação. É preciso que se pense em investimentos em desenvolvimento tecnológico, mas também institucional, por meio da melhoria de alternativas ao sistema econômico, por exemplo. Seja por meio do uso de financiamentos, indenizações a agricultores ou seguros que protejam determinados setores num momento em que tenho que privilegiar um uso da água ao outro", sugeriu Monica.

A especialista referiu-se, especialmente, à agricultura irrigada, que consome 75% da água disponibilizada, visto que seu sistema não prevê um reaproveitamento. Enquanto isso, a indústria consume só 6%. "Na crise de 2014 e 2015, houve um impacto significante no abastecimento do cinturão agrícola de São Paulo. Se parássemos a irrigação, comprometeríamos também o abastecimento de toda a Região Metropolitana de São Paulo. Ao mesmo tempo, os reservatórios do Paraíba do Sul foram pressionados pela necessidade de demanda de energia elétrica, o que colocou o Rio de Janeiro e uma situação de risco de desabastecimento. Por tudo isso, é preciso repensar esse sistema de gestão de água", enfatizou ela. Confira a apresentação de Monica Porto

Energia, um desafio do presente

Para o diretor da Coppe, Edson Watanabe, o caminho para a mudança passa por renovação na maneira dos homens pensarem o consumo dos recursos naturais na Terra. "Hoje, o que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) faz no Brasil é adequar a oferta de energia à demanda de nós, brasileiros. Seja ligando ou desligando as termelétricas, por exemplo. Precisamos ter a consciência de que o comportamento humano também impacta no meio ambiente. Gastar menos energia é uma mudança de cultura", disse ele. 

Em sua fala, o engenheiro lembrou que o futuro, que se anuncia, segundo ele, aponta para uma nova lógica de consumo e produção de energia, onde o consumidor também será produtor. Para o Watanabe, essa nova relação vai exigir de todos nós um controle maior do uso da energia. "Com as Smart Grids, cidades inteligentes, o consumidor vai produzir, além de consumir. Mas ele deverá ter um controle maior da sua demanda, não poderá ligar o ar-condicionado quando quiser ou usar o chuveiro elétrico e o ferro de passar ao mesmo tempo. Isto porque não haverá um ONS para prover mais energia a ele", explicou.

O aumento no uso de energias renováveis também impõe o mesmo desafio: o de se aprender a racionalizar o consumo. Watanabe ressaltou que quando toda a energia elétrica consumida for produzida por meio de fontes como o sol, o vento ou a força das ondas, será preciso criar um sistema de armazenamento capaz de garantir a oferta de eletricidade à toda a população. "Precisamos aprender a armazenar energia de forma barata, quando falamos de formas intermitentes, como as energias renováveis. Baterias, ar comprimido, armazenamento por meio de hidrogênio, via eletrólise, essas são algumas alternativas que já vem sendo testadas" listou ele, que fez à plateia um instigante desafio de reflexão:

"Quanto precisamos de energia elétrica hoje? O Brasil tem uma capacidade instalada de 152 GW (gigawatts). A cada 10 anos, temos que dobrar essa capacidade. Como acompanharemos esse crescimento?", questionou o especialista. Acesse aqui a apresentação de Edson Watanabe.
Aline Salgado (Assessoria de Comunicação da Academia Brasileira de Ciências (ABC) 
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia 
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Telefone:  ( 21) 3907-8129

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

 

Fonte: https://www.embrapa.br/

O setor da construção perdeu 9.983 vagas em todo o Brasil em março, queda de 0,40% em relação a fevereiro. Esta é a 30ª queda consecutiva, deixando o estoque de trabalhadores no setor em 2,47 milhões. Na comparação com março de 2016, houve queda de 13,44%. Em outubro de 2014, primeiro mês de variação negativa, o estoque era de 3,57 milhões – queda de 1,1 milhão de postos de trabalho. Desconsiderando efeitos sazonais*, a queda é de 1,04% em março (-26.308).

Os dados são da pesquisa realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em informações do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE).

“O emprego na construção civil continua caindo em todas as regiões do estado de São Paulo e do país”, observa o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto. “O único dado positivo é uma ligeira retomada nos escritórios de engenharia e arquitetura, atividade antecedente de novas obras. Entretanto, em outra atividade antecedente, a de preparação de terrenos, segue a queda no emprego”, acrescenta.

Segundo o presidente do SindusCon-SP, o setor aguarda a aprovação das reformas e o lançamento do programa Avançar, pelo qual o governo pretende investir, até 2018, R$ 59 bilhões, dos quais R$ 22,7 bilhões em obras do setor de transportes. “Mesmo assim, uma retomada maior do emprego na construção somente deverá ocorrer em 2018”, prevê.

Segmentação
Em março, na comparação com fevereiro, os segmentos que mais apresentaram queda foram Obras de acabamento (-1,31%), Imobiliário (-0,93%) e Incorporação de imóveis (-0,50%). Apresentaram alta no mês Infraestrutura (0,29%) e Engenharia e arquitetura (0,12%).

Em 12 meses, as maiores baixas são Imobiliário (-16,93%), Infraestrutura (-13,57%) e Obras de acabamento (-13,41%).

Por regiões
Todas as regiões do Brasil registraram queda: Norte (-0,73%), Nordeste (-0,53%), Sudeste (-0,40%), Sul (-0,32%) e Centro-Oeste (-0,03%).

No Sudeste, as maiores quedas foram São Paulo (-0,76%) e Rio de Janeiro (-0,51%). O Espírito Santo e Minas Gerais tiveram alta de 1,33% e 0,27%, respectivamente. Na região Norte, Rondônia (-2,29%) e Amazonas (-1,81%) registraram queda. Na outra ponta, Roraima teve alta de 0,43%.

No Nordeste, os estados que tiveram maiores baixas foram Maranhão (-2,11%), Sergipe (-1,75%) e Ceará (-1,67%). O único estado a registrar alta foi Rio Grande do Norte, com 2,60%. No Centro-Oeste, Mato Grosso do Sul teve alta de 1,29%, enquanto Mato Grosso (-0,66%), Distrito Federal (-0,31%), Goiás (-0,09%) e Distrito Federal (-0,31%) tiveram variação negativa no saldo de trabalhadores. Já no Sul, todos os estados tiveram baixa: Paraná (-0,37%), Santa Catarina (-0,04%) e Rio Grande do Sul (-0,49%).

Estado de São Paulo
Em março houve queda de 0,76% no emprego em relação a fevereiro. O estoque de trabalhadores foi de 690,1 mil em fevereiro para 684,8 mil em março (-5.274). Em 12 meses, são menos 93.543 trabalhadores no setor (-12,02%). Desconsiderando a sazonalidade**, houve redução de 1,33% (-9.218 mil vagas). Na comparação março contra fevereiro houve queda em todos os segmentos, sendo as maiores em Obras de acabamento (-1,66%) e Imobiliário (-1,06%).

Na capital, que responde por 43,26% do total de empregos no setor, a queda em março na comparação com o mês anterior foi de 0,77% (-2.289 vagas). Em 12 meses, São Paulo registra retração de 14,30% (-49.449 vagas). Entre as Regionais do SindusCon-SP, todas registraram baixa, sendo as maiores em Presidente Prudente (-2,34%) e Ribeirão Preto (-2,24%).

*A dessazonalização é um tratamento estatístico que tem como objetivo retirar efeitos que tipicamente acontecem em um mesmo período do ano.

 

Fonte: Sinduscon-SP

Recursos oriundos de portabilidade superam 2,2 milhões no mês de abril

Com a migração de participantes de outros planos de previdência complementar para o TecnoPrev, foi registrada no mês de abril a marca de 2,2 milhões em recursos transferidos para o plano instituído pela Mútua. Esse montante representa a entrada de novos participantes ao TecnoPrev, que chegam ao plano visando melhorar o desempenho das suas reservas para a aposentadoria, de forma a atingir seus objetivos de investimento. Ao optarem pelo TecnoPrev, os profissionais levaram em consideração as taxas atrativas do plano, as estratégias de investimentos adotadas e os altos índices de rentabilidade da carteira.

Tendo feito sua portabilidade para o TecnoPrev recentemente, o vice-presidente do Confea, engenheiro agrônomo Daniel Antonio Salati Marcondes, confirma que as vantagens do plano de previdência exclusivo da área tecnológica são únicas. “Tinha um valor investido em outro plano de previdência complementar e, ao estudar o TecnoPrev, verifiquei, de imediato, que o plano instituído pela Mútua é muito melhor. Seus investimentos rendem quase que o dobro e oferece melhores condições”.


Daniel Salati: recentemente migrou seu plano de previdência para o TecnoPrev devido à rentabilidade superior e demais vantagens oferecidas

Salati ainda comenta que ter uma previdência complementar exclusiva é uma defesa dos profissionais. “Ainda mais nesses tempos em que o tema previdência está em debate e tem deixado todos preocupados, contarmos com um plano exclusivo e com os diferenciais do TecnoPrev, sem dúvida nenhuma, é uma segurança para nossa vida e de nossas famílias. Na minha avaliação, o TecnoPrev é o melhor serviço que a Caixa de Assistência disponibiliza aos seus associados”, ressalta.

Para quem está na dúvida se vale a pena ingressar no TecnoPrev, a equipe da Gerência de Previdência da Mútua está apta a realizar simulações e comparativos entre o atual plano do mutualista, o TecnoPrev e outros fundos comercias, além de sanar todas as dúvidas que o associado possa ter.

Especialistas do setor orientam que o primeiro passo a seguir após a decisão de trocar de plano é comparar produtos com o mesmo tipo de risco e as diferentes estratégias de investimento de cada plano. Ao selecionar planos com a mesma estratégia, o próximo critério a ser avaliado são os custos e a eficiência da gestão. Observar o histórico de rentabilidade do plano nos últimos dois anos também é fundamental. Todas essas informações podem ser solicitadas à Gerência de Previdência da Mútua.

Portabilidade facilitada

O pedido de migração de previdência é bastante simples para o associado. Basta que ele entre em contato com a Mútua – O endereço de e-mail address estĂĄ sendo protegido de spambots. VocĂȘ precisa ativar o JavaScript enabled para vĂȘ-lo. – e forneça seus dados e os do seu plano em vigor. A partir disso, todo o processo fica a cargo da Mútua, que entra em contato com o plano atual do mutualista e concretiza todos os tramites necessários para que ele passe a ser participante do TecnoPrev.

 

Fonte e foto: Gecom/Mútua

Mira uma vaga de trainee ou estágio? Confira as oportunidades disponíveis nos programas com inscrições abertas em ordem crescente de término do prazo.

Natura – estágio
As vagas são para São Paulo e Cajamar (SP) nas áreas de marketing, inovação, finanças, tecnologia, operações e logística, recursos humanos, comunicação corporativa, sustentabilidade e no Instituto Natura.Estudantes de qualquer idade e com formação prevista para julho de 2019, também em qualquer curso de graduação reconhecido pelo MEC podem se candidatar. É necessário ter conhecimento básico do pacote Office e disponibilidade de 30 horas semanais. A empresa não exige conhecimento de idiomas.

A Natura destaca que oferece cerca de 20 vagas e a expectativa é preencher um terço delas com minorias: deficientes e negros.
Salário: não informado. Benefícios: vale-refeição, vale-transporte, seguro de vida, assistência médica e odontológica, além de vantagens exclusivas da Natura, como descontos na compra de produtos da marca.
Inscrições: até 18 de maio pela 99 jobs

Gol – estágio
São 60 vagas para na sede da companhia, próxima ao Aeroporto de Congonhas (SP), na Central de Relacionamento com o Cliente, também em São Paulo, e do Centro de Manutenção de Aeronaves, em Confins (MG). As vagas estão disponíveis para estudantes dos cursos de administração, ciências e humanidades, aviação civil, comércio exterior, economia, direito, engenharia (todos os segmentos), ciências e tecnologia, matemática, estatística, psicologia, turismo, ciências contábeis, relações internacionais, comunicação social (publicidade e propaganda, jornalismo, marketing), relações públicas, sistemas de informação, ciências da computação e logística.  Os estudantes precisam estar cursando a partir do segundo ano de graduação (em cursos com duração mínima de três anos), e precisam ter, ao menos, conhecimento intermediário de língua inglesa e básico do Pacote Office.
Salário: não informado
Inscrições: até 19 de maio pelo Vagas.com

Bosch – estágio
A empresa busca estudantes universitários de administração de empresas, análise de sistemas, análise de sistemas, biblioteconomia, ciência da computação, ciências contábeis, ciências econômicas, comércio exterior, comunicação social/propaganda e marketing, direito, engenharia (computação, elétrica, mecânica, mecatrônica, produção, controle e automação), logística, psicologia, publicidade e propaganda, relações públicas, secretariado ou letras. É desejável conhecimento no idioma inglês. As oportunidades são para Campinas (SP) e Curitiba (PR).
Salário: não informado
Inscrições: até 19 de maio pelo Vagas.com

Alelo – estágio
Ao todo são 29 vagas em diversas áreas, como jurídica, de marketing, comunicação interna, inteligência de mercado, operações, TI, comercial, recursos humanos e projetos. O programa tem duração de dois anos, com início a partir do mês de julho deste ano, e todas as vagas são para estágio na sede da Alelo, em Alphaville, São Paulo. Para participar o candidato deve estar cursando entre o 2º e 3º ano dos cursos de administração de empresas, análise e desenvolvimento de sistemas, ciências da computação, comunicação social, direito, economia, engenharias, estatística, jornalismo, marketing, matemática, psicologia, sistemas de informação, tecnologia em banco de dados e tecnologia em rede de computadores.
Salário: 1.367 reais e 1.617 reais. Benefícios: assistência médica e odontológica, seguro de vida, ônibus fretado, cartões Alelo Alimentação e Alelo Refeição no valor total de 700 reais.
Inscrições: até 19 de maio pelo site da Across

Banco Pine – estágio
Para se candidatar às vagas, é preciso ter formação prevista para o período entre julho de 2019 e dezembro de 2019 e cursar no período noturno. Os cursos mirados são engenharia da computação, análise de sistemas, engenharia, administração de empresas, ciências contábeis, economia e direito. As oportunidades são para o bairro de Pinheiros, em São Paulo, nas áreas de tecnologia, formalização, prevenção à lavagem de dinheiro (PLD) e controladoria.
Salário: 2.134 reais
Inscrições: até 20 de maio pelo site da Page Talent

Ecogen – estágio
Há oportunidades para estudantes com previsão de formatura para dezembro de 2019 nos cursos de engenharia elétrica, enérgica ou mecânica. O período de estudo é indiferente, mas é preciso ter nível avançado de inglês e intermediário de Excel. O programa propõe imersão em diversas áreas, como comercial e novos negócios, engenharia, instalações, operação, manutenção e planejamento financeiro.
Salário: 1.730,92 reais
Inscrições: até 20 de maio pelo site da Page Talent

XP Investimentos – estágio
Há oportunidades nas áreas de webdesign, private banking, XPTV e Infomoney. Para se candidatar, é preciso ter formação entre junho de 2018 e dezembro de 2020, além de conhecimentos avançados de inglês e do programa Excel. Os cursos elegíveis são administração, comunicação social, economia, engenharias, estatística, matemática, ciências contábeis, relações internacionais, cursos relacionados a TI, entre outros.
Salário: 1.800 reais
Inscrições: até 20 de maio pelo site da Page Talent

Vivante – trainee
Podem participar da seleção estudantes do penúltimo e ano de cursos de engenharia. As vagas são para São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.
Salário: não informado
Inscrições: até 23 de maio pelo site do VAGAS.com 

Sem  Parar – trainee
Podem se candidatar estudantes cursando o último ano ou recém-formados nos cursos de engenharia (elétrica, mecatrônica, telecomunicação, automação e computação) ou economia. Inglês fluente, disponibilidade para viagens e para morar em São Paulo são requisitos.

Salário: não informado. Benefícios: assistência médica, assistência odontológica, seguro de vida, ticket refeição, estacionamento no local, participação nos lucros e resultados, desconto no serviço SEM PARAR
Inscrições: até 25 de maio pelo Vagas.com

Pearson – estágio
A empresa é a dona de marcas como COC, Dom Bosco, Yázigi e Wizard by Pearson . São 10 vagas para atuar em diversos setores nos escritórios de São Paulo (SP) e de Campinas (SP), nas áreas comercial, financeira, de produtos, operações, corporate affairs (comunicação), jurídico, marketing e tecnologia. Podem participar do processo seletivo estudantes universitários de qualquer curso de graduação, com previsão de conclusão entre agosto de 2018 e agosto de 2019.
Salário: não informado.
Inscrições:  até 28 de maio pelo site do programa

Salinas Resort – trainee
O programa é voltado para recém-formados, até dois anos, nos cursos de hotelaria, turismo, administração, contabilidade, economia, engenharias, comunicação social ou gastronomia. É preciso ter inglês ou espanhol intermediário, além de disponibilidade para residir em Alagoas. As áreas de atuação são operações e alimentos/bebidas.
Salário: não informado
Inscrições: até 28 de maio pelo Vagas.com

Lojas Americanas – estágio
Há vagas para estudantes de administração, ciências contábeis, comunicação social, economia, engenharia de produção e marketing com previsão de formatura para dezembro de 2017. Há oportunidades para todo o país.
Salário: não informado
Inscrições: até 28 de maio pelo site do programa

Fundação Estudar – trainee
Há vagas para quem completou a graduação há até dois anos, em qualquer área de conhecimento. É preciso ter disponibilidade para residir em São Paulo.
Salário: não informado
Inscrições: até 28 de maio pelo site do programa

Renner – trainee
Podem participar do programa de trainee voltado para gerência de loja universitários com formação superior em qualquer curso entre junho de 2010 e junho de 2017. É preciso ter disponibilidade para viagens e mudança para qualquer estado do Brasil.
Salário: não informado
Inscrições: até 30 de maio pela 99 jobs

Mattel – estágio
Podem participar jovens com conclusão de curso entre dezembro de 2018 e julho de 2019 nos seguintes cursos: administração de empresas, ciências contábeis, ciências econômicas, comunicação social (publicidade e propaganda somente), engenharia (todas) e marketing. É preciso ter conhecimentos avançados de inglês, além de bons conhecimentos do pacote Office. Espanhol é desejável. As áreas de atuação são operações, finanças, vendas e “consumer products”. O local de estágio é a zona sul de São Paulo.
Salário: 2 mil reais
Inscrições: até 31 de maio pelo site do programa

Accenture – trainee
As vagas são para quem tem graduação entre julho de 2015 e julho de 2017 e atuam em todas as modalidade de engenharias, além de administração, economia, ciências contábeis e relações internacionais, propaganda e marketing, comunicação e outros cursos relacionados a negócios. É preciso ter inglês avançado ou fluente. As áreas de atuação do programa são consultoria de negócios e consultoria para a prática de estratégia.
Salário: não informado
Inscrições: até 31 de maio pelo site da 99 jobs

B3 – estágio
O programa de estágio é direcionado a universitários com previsão de formação entre julho de 2018 e julho 2019 nos cursos de engenharias (todas as modalidades), administração, ciências atuariais, ciências contábeis, ciências econômicas, ciências da computação, direito, estatística, física, matemática, relações internacionais e sistemas da informação. É preciso ter inglês a partir do nível avançado, além de domínio do pacote Office, principalmente Excel. O início é em julho de 2017.

Também há um programa de estágio de férias, com os mesmos requisitos do programa anterior, embora o período de formação seja diferente: é preciso se formar entre dezembro de 2018 e julho de 2021.
Salário: não informado
Inscrições: até 31 de maio pelo site dos programas. A recomendação dos organizadores do processo seletivo é se candidatar o quanto antes para evitar contratempos.

Roche Diagnóstica – estágio
A empresa que pertence ao Grupo Roche tem 8 oportunidades para  estudantes a partir do segundo ano de engenharia (elétrica, eletrônica, mecânica, mecatrônica e de produção),  administração, economia, farmácia, biomedicina, ciências da computação, sistemas da informação e psicologia. A previsão de conclusão deve ser para o período entre dezembro de 2018 a dezembro de 2019. Selecionados vão trabalhar nas áreas de atuar nas áreas de finanças, serviços, médica, atendimento ao cliente e recursos humanos.
Salário: não informado
Inscrições: até 31 de maio pelo site do programa de Estágio da Roche Diagnóstica

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/

O misterioso mecanismo de Antikythera foi encontrado em 1901 perto de um navio naufragado em Antikythera, perto de Creta, na Grécia. Mesmo após tanto tempo, o ‘computador’ primitivo continua intrigando os pesquisadores.

Por exemplo, análises revelaram que o mecanismo tinha cerca de 1.500 anos de idade, mas análises feitas no ano passado reforçaram a ideia de que o instrumento é ainda mais antigo.

Há inscrições na parte da frente e atrás do aparelho e, nos anos 70, cientistas as dataram como sendo feitas em 87 a.C. Mas, mais recentemente, os cientistas examinaram letras gregas nas inscrições e dataram o mecanismo como sendo feito entre 150-100 a.C. Não satisfeitos, os pesquisadores analisaram os eclipses que o dispositivo registrou, e descobriram que o calendário do mecanismo de Antikythera era entre 50 a 100 anos mais antigo do que se acreditava. Hoje, com base em todos esses dados, estima-se que o instrumento foi construído por volta de 205 a.C, pouco tempo depois que Arquimedes morreu.

Seja como for, os pesquisadores também não têm certeza de quem o construiu, embora seu design sugere que ele foi influenciado pelos ensinamentos de Arquimedes, Hiparco, ou Posidonius. Os cientistas acreditam que o mecanismo de Antikythera foi construído com base em um projeto de Arquimedes, e pode até mesmo ter sido construído por uma oficina que exercia a sua tradição tecnológica. Mas então porque nenhum outro exemplar foi encontrado? Não sabemos.

O complexo conjunto de engrenagens de bronze era usado, entre outras coisas, para prever precisamente eclipses lunares e solares, a posição do Sol, Lua e planetas como Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno. Pesquisadores recentemente também descobriram que o mecanismo de Antikythera acompanhava as datas dos Jogos Olímpicos e anos bissextos. E embora não fosse programável no sentido moderno, os pesquisadores o creditam como sendo o primeiro computador analógico já criado, “parecendo estar muito a frente de seu tempo”, uma vez que dispositivos desse nível de complexidade não foram vistos por quase 1.500 anos depois.

De qualquer modo, a incrível complexidade do instrumento revela que os povos antigos eram capazes de produzir feitos intelectuais e engenharia que surpreendem até mesmo muitas mentes modernas.

 

Fonte: https://misteriosdomundo.org/

A tecnologia do concreto evoluiu muito ao longo dos últimos anos. O alto desempenho desse material tem se mostrado cada vez mais importante para o desenvolvimento de grandes obras em engenharia e arquitetura. Investigações militares provaram que é possível obter bons alojamentos de emergência, para casos de desastres naturais ou guerras, por exemplo, através do seu emprego. Agora, uma nova abordagem, de uma dupla de engenheiros britânicos, tem chamado à atenção do mercado da construção civil. Trata-se de uma tenta inflável em concreto.]

Concrete Canvas Shelter

Peter Brewin e Will Crawford começaram a desenvolver, em 2004, no Royal College of Art, em Londres, um tipo de lona de concreto geossintética, contendo compostos cimentícios. Essa tecnologia inovadora ficou conhecida como ‘Concrete Shelter’ – ou ‘Abrigo de Concreto’, em português. Inicialmente, ela foi pensada para ser carregada por militares, através de bolsas plásticas de armazenamento, totalmente à prova d’água. O kits seriam destinados para áreas de refugiados ou outras regiões muito carentes, visando o atendimento humanitário.

Esse tipo de abrigo poderia acomodar os mais diferentes usos. O primeiro teste realizado com o material foi na Etiópia, com a implantação de um projeto voltado à agricultura. A ação rendeu, aos inventores, algumas importantes premiações, como o Material Connexion, de 2009. Hoje, esse modelo de lona de concreto é enviado também a outros países. Ele tem sido utilizado, principalmente, como forro para valas de drenagem, para proteção de encostas de morros e terraplenagens. Com a cama interna do plástico esterilizada, a estrutura também pode ser adequada para uso como hospital de emergência.

Composição do material

Para que a produção da lona de concreto, desenvolvida por Brewin e Crawford, fosse possível, a maioria dos equipamentos precisou ser desenvolvida do zero, já que nunca existiu uma tecnologia similar no mercado. O material é composto de concreto seco imprensado entre tecido. Do lado de fora, há o revestimento feito de fibras porosas, que contém partículas de cimento. Já do lado de dentro, tem-se uma camada plástica, de cloreto de polivinilo, à prova d’água.

Montagem da estrutura

A montagem do abrigo de concreto é bem rápida. Com apenas duas pessoas, sem qualquer treinamento, já se consegue montar tudo. O trabalho deve levar em torno de uma hora. Não há necessidade de fundações especiais. Basta que o terreno seja plano, livre de pedras. Após vinte e quatro horas de reações químicas, a estrutura esta totalmente firme e pronta para ser fixada ao chão, com ajuda de estacas de metal.

Primeiro, o material flexível e leve é inflado, com um compressor de ar, até atingir a forma final desejada. Depois, deve-se regar o conjunto com água, não necessariamente potável ou doce. O resultado é uma concha de concreto robusto, endurecido entre as camadas de fibras têxteis. O abrigo está, enfim, pronto. Caso haja a necessidade de aprimorar a proteção, a tenda pode ser reforçada com blocos ou sacos de areia em volta (assista o vídeo).

Características

Esse modelo de tenda em concreto pode ter de vinte e cinco a cinquenta metros quadrados. Para instalações maiores, outras unidades devem ser adicionadas ao conjunto, até que se chegue ao tamanho desejado. Quando finalizada, a estrutura pode ser perfurada para receber a adição de novas portas, janelas, instalações elétrica e outros sistemas. Isso só é possível devido às fibras do material e às nervuras de reforço. Elas levam a um aumento, considerável, na resistência à tração, também evitam a propagação de fissuras e fazem a compressão parabólica – quando a concha for submetida a cargas não uniformes, pela ação do vento ou acúmulo de neve, por exemplo.

Vantagens e desvantagens

Embora haja benefícios, esse sistema ainda custa muito caro. Devido a pouca demanda do produto no mercado, o que impede a fabricação em larga escala, cada unidade sai na faixa de vinte e cinco mil reais. Mas, se seu material for comparado a uma edificação não temporária, ou seja, permanente, parece uma ideia até vantajosa. A estrutura em lona de concreto pode durar muitas décadas. Ela é resistente às intempéries, à abrasão e às erosões químicas. Além disso, pode proteger seus ocupantes de mais acontecimentos infelizes na vida, como serem atingidos por disparos de armas de fogo ou ficarem desabrigados novamente.

Fonte: http://blogdaengenharia.com/

 

As soluções para problemas hídricos são um dos principais temas do Fórum Mundial das Águas. A capital do Amazonas sediou, nos dias 10 a 12 de maio, um dos eventos preparatórios do Sistema Confea/Crea e Mútua para o encontro que acontece em março de 2018, em Brasília. Em Manaus, participaram do encontro profissionais da Engenharia, Agronomia, pesquisadores, cientistas, políticos e estudantes. Este foi o segundo de um total de sete preparatórios que serão realizados até o Fórum Mundial.

A programação abordou temas como “Recursos Hídricos – De direitos fundamentais a commodities”; “Gestão de Recursos Hídricos Transfronteiriços”; “Métodos Geofísicos aplicados à Hidroecologia e Gestão de Águas Subterrâneas”. A abertura foi marcada pela conferência “Impacto das Mudanças Climáticas nos Recursos Hídricos das Amazônias (brasileira e internacional). No último dia, o destaque foi a mesa-redonda “O Desafio para a garantia de acesso à água de qualidade” e, logo em seguida, a palestra final sobre o 8° Fórum Mundial, com representante da organização do Fórum.

Realizado a cada 4 anos, o Fórum Mundial da Água em 2018 será realizado em Brasília, onde contará com a participação do Sistema Confea/Crea e Mútua. A capital brasileira venceu a disputa com Copenhague (Dinamarca). O principal objetivo do encontro é mostrar os impactos que a poluição faz com os recursos hidrográficos do planeta. "O Brasil participou desse debate e chamou a atenção para a prosperidade que temos, afinal possuímos a maior reserva hídrica do planeta, então a responsabilidade do país passa a ser bem maior. Queremos que as pessoas saibam que existem profissionais engajados em solucionar esses problemas", disse o presidente do Confea, engenheiro civil José Tadeu da Silva.

Em 2016, Brasília sediou a Conferência Internacional das Águas que foi promovida pelo Confea e pela Federação Brasileira de Engenharia, com apoio da Mútua. O evento contou com a participação de duas entidades mundiais, a União Pan-americana de Associações de Engenheiros e a World Federation of Engineering Organisations (WFEO). Na opinião de Silva, essa conferência chamou a atenção das autoridades. "O Brasil mostrou ali potencial para sediar o Fórum Mundial, não só voltado para a água, mas na cadeia que implica a questão. De lá também saiu a ideia de fazer o evento preparatório no Amazonas", revelou.

Evento preparatório

Segundo o presidente do Crea-AM, engenheiro civil Cláudio Guenka, a importância de Manaus sediar o evento vai além das questões ambientais. "É importante não apenas para a cidade, mas para toda região Amazônica. Iniciamos a conferência falando sobre os impactos das mudanças climáticas, então estamos alertando ao mundo que o Amazonas seja visto de uma maneira diferente. Queremos que as nossas águas sejam tratadas com as particularidades que nós temos aqui, então, dessa maneira, eu vejo que o Conselho Federal de Engenharia acertou em trazer o evento para a cidade. Espero que possamos apurar todos os saldos desse encontro, os positivos e negativos também", falou.

Para o engenheiro, a questão hídrica é muito importante na região Norte. Ele acredita que ainda é necessário trazer à tona questão como a qualidade da água, preservação de nascente e que o próprio amazônida possa trabalhar em harmonia com a natureza. “Temos que fazer uma reflexão sobre como todas as coisas estão interligadas, levar em consideração, por exemplo, a água enquanto recurso necessário para a sobrevivência de toda espécie humana. São questões fortes, mas ao mesmo tempo necessárias”, disse Guenka.

Guenka acredita que o encontro mostrou a coletividade das pessoas, não só para dividir recursos hídricos, mas para focar em ideias. “O Fórum tenta inserir nos participantes o espirito coletivo. O nosso objetivo é mostrar que apesar de haver água em abundância na Amazônia, existem lugares que sofrem com a escassez da mesma. Por isso, o encontro torna-se primordial para a resolução desses problemas, pois, envolvemos os técnicos de engenharia e agronomia para pensar essa grande discussão, claro que não podemos tratar a água de maneira tão comercial, então a coletividade surge também como forma de ideias”, destacou o presidente do Crea-AM.

 

Fonte: Gecom/Mútua com informações do Crea-AM

Fotos: Comunicação Crea-AM

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