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A equipe da AgroBrasília realiza no próximo sábado (28.02), o tradicional Dia de Campo da Competição de Cultivares. Nesta edição, oito empresas participam do evento, que tem o objetivo de mostrar aos produtores as melhores opções de cultivares de soja e híbridos de milho disponíveis no mercado.
Numa área de 15 hectares foram plantados 36 materiais, sendo 13 variedades de soja RR Intacta, outras 13 de soja RR e 10 híbridos de milho. O plantio ocorreu no período de 6 a 10 de novembro de 2014.
Segundo Carlos Vitor Silva, coordenador da competição, os materiais plantados na mesma data e com as mesmas condições de solo e controle fitossanitário apresentam resultados variados, tornando-se importante ferramenta para tomada de decisão da próxima safra. “Em princípio, o mais importante para o resultado final da competição é a maior produtividade. No entanto, este fator nem sempre é decisivo na escolha dos produtores, já que também são levadas em consideração as diferentes características dos materiais, como resistência ou tolerância a doenças, exigência a fertilidade de solo, ciclo, entre outros”, explica.
O Dia de Campo da Competição de Cultivares está marcado para as 9h, em frente à Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF). O resultado final da competição será conhecido no primeiro dia da AgroBrasília que, este ano, acontece de 12 a 16 de maio. “Essa é a oportunidade que os produtores têm de conhecer e escolher as melhores opções de cultivares de soja e híbridos de milho para o plantio da próxima safra”, completa Carlos Vitor.

Fonte: Agrolink 

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O consumo de café no Brasil aumentou 1,24 por cento entre novembro de 2013 e outubro de 2014, recuperando recuo em nível semelhante observado em igual período anterior, informou nesta terça-feira a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).
O crescimento na demanda interna para 20,333 milhões de sacas em 12 meses, em meio a um leve aumento no consumo per capita num ano de alta de preços da matéria-prima, ficou abaixo da meta anual da Abic de 3 por cento.
Para 2015, a associação prevê que o consumo de café volte a crescer de forma mais intensa, alcançando os 21 milhões de sacas no ano.
No ano 2013/14 da Abic, o consumo per capita aumentou ligeiramente, passando de 4,87 a 4,89 kg/habitante/ano de café torrado e moído (6,12 kg de café verde em grão), o equivalente a 81 litros/habitante/ano.
A Abic afirmou ainda que os preços da matéria-prima dispararam, apertando as margens do setor, com vendas estimadas em 7 bilhões de reais em 2014.
"Sob efeito da seca e das altas temperaturas no início de 2014, que resultaram numa previsão de quebra da safra brasileira, as cotações mundiais e internas do grão se elevaram acentuadamente", ressaltou.
O preço do café arábica aumentou em média 58 por cento no ano, para 455 reais/saca em dezembro de 2014, enquanto o café conilon variou 22 por cento, para 275 reais/saca, segundo dados do Ministério da Agricultura citados pela Abic. Enquanto isso, segundo pesquisas na cidade de São Paulo, de janeiro a dezembro de 2014, os preços dos cafés tradicionais, nas prateleiras do varejo, subiram 9,7 por cento, para 13,88 reais/kg.
"A diferença dos índices de variação entre matéria-prima e o produto final evidencia que a indústria chegou ao final de 2014 com seus custos muito pressionados, disse a Abic, prevendo dificuldades nos próximos meses.
"Reajustes nos combustíveis, energia elétrica, gás e câmbio continuarão a pressionar os custos da indústria neste início de 2015."
Como forma de ampliar o consumo, a Abic defende a tese de que é preciso investir "muito mais em marketing, publicidade, diferenciação e inovação de produtos".
O Brasil é o segundo maior consumidor de café do mundo, atrás dos Estados Unidos, consumindo pouco menos da metade do que produz.
O país, o maior produtor global da matéria-prima, exporta a maior parte da sua produção.

Fonte: Reuters

 

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As lavouras de grãos de verão se desenvolvem, em geral, de forma satisfatória no Rio Grande do Sul, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Apesar da entidade projetar queda de 3,1% na safra 2014/2015, em relação a 2013/2014, a expectativa de fevereiro está mais alta que a divulgada em janeiro, que apresentava variação 7% negativa. O levantamento da Conab, divulgado nesta quinta-feira (12.02), indica que a produção do ciclo 2014/2015 deve ser de 29,57 milhões de toneladas. 
A soja segue como a cultura destaque no Estado. A produção deve ser 10% superior à safra passada, chegando a 14,15 milhões de toneladas. Em relação ao levantamento anterior, a projeção de produção de soja aumentou 5,4%. As expectativas para o milho também estão positivas. Apesar da projeção de produção ainda ser negativa, de 7,7% abaixo da safra 2013/2014, o levantamento registrou avanço em relação à perspectiva divulgada em janeiro. “Isso significa que as condições climáticas estão normais para as culturas de soja e milho”, explica o superintendente regional substituto da Conab no Rio Grande do Sul, Ernesto Irgang. 
A área de plantação do milho foi reduzida em 8,7%, em relação à safra anterior, já que, como explica Irgang, a tendência é que cada vez mais produtores de milho passem e plantar soja, uma cultura mais rentável. O próximo levantamento, divulgado em março, poderá registrar um incremento das expectativas de produção de milho e soja, pois a tendência é o clima favorável se manter. “O trunfo dos produtores de soja e milho são a alta tecnologia e o clima favorável, o que proporciona expectativas de safras cheias”, esclarece o superintendente da Conab. A colheita da soja deve iniciar a partir do final da segunda quinzena de março. 
A variação do arroz, que recém começou a ser colhido, foi de 0,7% em relação à safra 2013/2014, e se manteve a mesma em comparação com o levantamento de janeiro. Segundo Irgang, é preciso aguardar as projeções de março para fazer algum tipo de avaliação mais precisa sobre as condições da lavoura de arroz. “É preciso cautela, pois as chuvas de dezembro e as enchentes da Fronteira Oeste podem ter causado prejuízos”, relata Irgang. 
O que puxa para baixo as projeções da Conab sobre a produção de grãos no Estado são as safras de trigo, feijão e demais culturas. A segunda safra de feijão registrou redução de 9,2% em comparação ao ano passado, e a de milho, 52,3%. As chuvas durante o plantio e as colheitas atrapalharam as lavouras.     
O levantamento da Conab também projeta que a área plantada no Rio Grande do Sul deve ter elevação de 0,7%, totalizando 8,56 milhões de hectares na safra 2014/2015.

Projeção nacional é de crescimento de 3,4%
Ao contrário da produção de grãos no Rio Grande do Sul, a safra nacional 2014/2015 deve registrar crescimento de 3,4% em relação à safra anterior. O volume deve ser de aproximadamente 200,08 milhões de toneladas, de acordo com a Conab. O crescimento é puxado pela soja, que deve alcançar 94,58 milhões de toneladas e registrar alta de 9,8% na comparação com a safra anterior. 
Além da soja, apenas sorgo, mamona e arroz terão algum incremento - números residuais frente ao tamanho da produção. Entre as 10 culturas do período, para seis a expectativa é de redução. 
A maior queda entre as culturas de verão, em números absolutos, é a do milho, que deve diminuir 1,654 milhões de toneladas. A projeção é que as duas safras de milho somem 78,4 milhões de toneladas e variação negativa de 2,1%. 
Para o feijão, item importante na mesa do consumidor, a estimativa é de uma produção 130,9 mil toneladas menor, queda puxada basicamente pela primeira safra, que apresentou redução de área plantada. As demais safras do produto devem registrar avanço.
A companhia informou, ainda, que a expectativa para o arroz é de 12,14 milhões de toneladas, volume 0,2% acima da safra anterior. As três safras de feijão devem somar 3,32 milhões de toneladas, o que representa queda de 3,8%. 

A área destinada ao plantio de grãos também deve apresentar aumentar, passando de 57,03 milhões de hectares na safra passada para 57,39 milhões de hectares, alta de 0,6%.

Fonte: Jornal do Comércio

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Apesar da grave seca e da crise hídrica enfrentada por importantes regiões produtoras, o Brasil deverá colher uma safra de 201,3 milhões de toneladas, segundo estimativa divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A projeção é 4,4% superior a 2014, quando o país colheu uma safra de 192,8 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas, um recorde histórico, conforme o órgão.
A nova previsão foi elaborada com base em visitas técnicas feitas ao campo em janeiro. A área colhida pelos agricultores em 2015 será de 57,2 milhões de hectares, um crescimento de 1,6% em relação ao ano passado (56,3 milhões de hectares).
A soja, o milho e o arroz, principais produtos agrícolas do país, respectivamente, corresponderão juntos 91,6% da safra brasileira e a 85,4% da área colhida.
O aumento da produção neste ano será impulsionada principalmente pela soja, cuja colheita deve crescer em 10,5%, atingindo o recorde de 95,4 milhões de toneladas e representará praticamente a metade (47,4%) de todos os grãos colhidos e a 54,7% da área plantada.
A produção de milho, no entanto, sofrerá queda de 2,9%, para 76,5 milhões de toneladas, como consequência dos baixos preços no mercado internacional, da seca na região sul do país e na redução de 0,3 da área destinada ao cereal.
Por outro lado, a safra de arroz crescerá 3,3%, para 12,6 milhões de toneladas, mesmo com uma redução de área de 1,3%.
De acordo com o IBGE, dos 26 produtos analisados, 12 terão aumento de produção em relação a 2014. Além da soja e do arroz, destacam-se a expansão das safras de mamona (141%) aveia (23,6%), cevada (23,1%), trigo (20,4%), mandioca (3,9%) e café arábico (0,8%).
Entre os 14 produtos que terão menor colheita neste ano estão o cacau (-16,7%), a cebola (-8,2%), o sorgo (-7,4%), o algodão (-7,3%), a cana-de-açúcar (-1,4%) e a laranja (-1,1%). 

Fonte: Exame

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A Secretaria de Agricultura e Pecuária realiza em março um Treinamento em Emergência em Aves para a Influenza Aviária. O evento faz parte do Programa Nacional de Sanidade Avícola. A capacitação é direcionada para veterinários e técnicos da secretaria, mas terá convites extensivos aos servidores do Ministério da Agricultura e das secretarias de agricultura do Paraná e de Santa Catarina, além de profissionais da iniciativa privada.
Um módulo teórico-prático será ministrado entre os dias 16 e 20 do próximo mês em Porto Alegre e contará com temas como legislação do Programa Nacional de Sanidade Avícola, plano de contingência, desinfecção e biosseguridade em granjas, além de epidemiologia e preenchimento de formulários. Os participantes terão treinamento para a colheita e remessa de material e necropsia, diagnóstico laboratorial e uso de EPI’s.
Já a parte de campo, com a realização de um simulado de emergência, será realizada de 23 a 27 de março na cidade Serafina Corrêa. Nesta etapa, os veterinários e técnicos passarão por uma simulação de situação realista, com as práticas para a atuação em um foco – e o cumprimento de todas as etapas para diagnóstico, notificação e contenção da doença – fundamentais para um serviço de sanidade e vigilância eficiente.
A realização do treinamento integra o trabalho de defesa sanitária da Secretaria na área avícola. A veterinária do departamento, Rita Dulac Domingues, explica que a atuação é permanente. “Além do treinamento, como rotina, realizamos colheitas de amostras para vigilância ativa em aves na região do entorno de sítios de invernada de aves migratórias (Parque Nacional da Lagoa do Peixe e Reserva do Taim) anualmente, e mensalmente são colhidas amostras para a mesma vigilância em aves próximas a idade de abate (aves reprodutoras e de postura comercial)”.
 
Atenção permanente 
O Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa) recomenda aos produtores de aves do Rio Grande do Sul a manutenção da vigilância e os cuidados nas propriedades produtoras de aves no estado. O vírus da Influenza Aviária foi registrado em países da América Central no mês de janeiro e os cuidados para evitar a entrada da doença no país são fundamentais para garantir a sanidade dos plantéis. 
O presidente do Fundo, Rogério Kerber, menciona um alerta emitido pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em função de novos casos registrados nos Estados Unidos e Canadá. “O cuidado na granja deve ser permanente. É preciso prestar atenção ao permitir a entrada de pessoas que estiveram em locais com potencial para a doença ou mesmo visitantes de países atingidos”, conclui.

Fonte: Agrolink 

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De acordo com relatório da Secretaria de Produção e Agroenergia, do Ministério da Agricultura, com base em números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a receita com exportação de café verde em grão registrou alta de 61,1% no mês passado (janeiro) em comparação com o mesmo período de 2014. Já a receita do café torrado e moído, e do café solúvel tiveram queda.
A maior receita com as exportações da commodity, o café em grão verde, alcançou US$ 546,288 milhões, ante US$ 339,097 milhões do mesmo período do ano passado (alta de 61,1%). Se compararmos o volume embarcado também houve um aumento (7,04%), de 152.730 toneladas em 2014 para 163.485 t neste ano com preço médio de US$ 3.342/t.
Ainda de acordo com os dados do órgão, o principal comprador de café brasileiro em volume em janeiro foi a Alemanha.

Café torrado e moído
Diferente do café verde, a exportação do torrado e moído registrou queda na receita e volume em janeiro. Segundo a Secex, no ano passado a receita total foi de US$ 783 mil, enquanto que no mesmo período deste ano os industriais faturaram US$ 302 mil -- uma queda de 61,43%.
O volume exportado foi 44,58% mais baixo no período, cerca de 46 toneladas, enquanto em janeiro do ano passado foram 83 t. O preço médio da tonelada no período ficou em US$ 6.565/t. A Argentina foi o principal país comprador.

Café solúvel
Segundo dados da Secex, a exportação de café solúvel também teve recuo na receita, de 17,61% em comparação ao mesmo mês do ano passado. O faturamento foi estimado em US$ 39,831 milhões no mês passado ante US$ 48,347 milhões do primeiro mês de 2014. Foram embarcadas no período 5.284 toneladas com queda de 19,57%, no ano passado saíram do país 6.570 t de solúvel. O preço médio da tonelada ficou em US$ 7.538/t.
Os Estados Unidos continuam sendo o principal destino do café processado mesmo com queda em termos de receita e volume.

Fonte: Notícias Agrícolas

 

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Depois de reunião na Casa Civil para tratar dos impactos da questão hídrica, a ministra Kátia Abreu, afirmou que não faltarão alimentos no país, mas reconheceu que a ausência de água terá impactos na produção de laranja em São Paulo.

A ministra evitou comentar as consequências de um eventual rodízio de água na produção local, ressaltando que cabe ao próprio governo de São Paulo decidir pelo rodízio.

Não estamos vendo crise profunda na produção de alimentos. A soja em janeiro já foi colhida, estamos iniciando a segunda safra de milho e algodão. É hora adequada para o produtor tomar decisão – disse a ministra, em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.

Segundo a ministra, a reunião com o ministro-chefe da Casa Civil  serviu para discutir os impactos da questão hídrica, tanto do ponto de vista do produtor, que tem suas safras financiadas e precisa pagar as contas, quanto do ponto de vista do abastecimento, para garantir que os produtos não faltem e não gerem inflação.

Fizemos a leitura do clima atual e das perspectivas pros próximos três meses. No Nordeste, sabemos que especialmente no Ceará, em Paraíba e em Pernambuco, poderá ter forte seca no semi-árido, uma ausência de chuva nos próximos três meses. Em Bahia, Alagoas e Rio Grande do Norte, terá dificuldade (de falta de chuva), mas não tão forte – comentou a ministra.

Ao avaliar o quadro geral, a ministra disse que o governo não está com uma postura de "otimismo exacerbado", mas de "torcida realista".

Com as chuvas de fevereiro, estamos otimistas. Com commodities, de modo geral, não há problema. Nosso problema não é hídrico com relação a pecuária de corte, mas a preços internacionais – analisou Kátia Abreu.

Preços

Indagada sobre o impacto da questão hídrica nos preços dos alimentos, a ministra respondeu que qualquer variação se trata de "coisa sazonal".

Não é estrutural, já vimos no passado no caso do tomate, não é estrutural. Estamos com expectativa de que perímetros irrigados do Nordeste e de Goiás deverão produzir o suficiente pra não termos problemas com tomate, batata e cebola – afirmou.

A ministra evitou comentar o impacto que um eventual rodízio de água em São Paulo teria sobre a produção local. De acordo com Kátia, será feito anúncio de safra nesta quinta, dia 12, às 9h, na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que não deverá sofrer alteração em relação ao que já foi anunciado em janeiro. 

Água sem desperdício

Kátia Abreu lançou ainda um site especial com as principais informações sobre os efeitos da crise hídrica na agricultura brasileira.

Vamos mostrar como técnicos e produtores rurais poderão fazer uma gestão mais racional da água nas suas propriedades — disse a ministra. 

As informações são de extrema relevância e foram organizadas na Embrapa, Ana, Conab e Inmet.

Reunimos uma força-tarefa e vamos prestar informações qualificadas, inéditas e de utilidade pública à sociedade brasileira – resumiu Kátia.

Além de soluções tecnológicas para o melhor uso da água na produção vegetal e na criação de animais, o site vai relacionar projetos de pesquisa em andamento que estão buscando maneiras inovadoras e diferentes para captar e armazenar água da chuva nas diferentes formas de irrigação. 

Outro destaque será o link Observatório Safra 2014/2015, que trará informações inéditas, com análise dos impactos atuais e potenciais da crise hídrica sobre a agricultura e o abastecimento de alimentos no Brasil.

Fonte: Canal Rural

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O conhecimento científico gerado nas últimas décadas comprova ser possível utilizar água na agricultura com racionalidade e sem desperdício. Diante da crise hídrica em regiões importantes do Brasil, é fundamental que a sociedade tenha acesso a este conhecimento. Aqui você encontrará soluções tecnológicas desenvolvidas ou adaptadas para diferentes biomas, que mostram como usar a água na produção vegetal e na criação animal.

Muitas dessas tecnologias já estão amplamente sendo adotadas no campo, outras começam a despertar a atenção de produtores rurais. Também estão relacionados projetos de pesquisa em andamento que estão buscando maneiras inovadoras e diferentes para captar e armazenar água da chuva e aproveitar ainda mais esse bem nas diferentes formas de irrigação. São informações públicas geradas na forma de publicações, vídeos e notícias.

Por fim, o link Observatório Safra 2014/2015 traz informações inéditas, com análise dos impactos atuais e potenciais da crise hídrica sobre a agricultura e o abastecimento de alimentos no Brasil.

Esse trabalho é um dos primeiros resultados de uma força-tarefa convocada pela Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com liderança da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e participação da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e a Agência Nacional de Águas (ANA).
Fonte: Embrapa

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Mais de 84 mil alunos de 142 escolas públicas do estado do Rio Grande do Norte terão uma alimentação mais saudável, a partir deste ano.
A chamada pública 01/2015, do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que tem o apoio do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), vai levar produtos da agricultura familiar para as escolas da rede estadual dos municípios de Natal, Extremoz, Macaíba e São Gonçalo do Amarante.
Os interessados têm até o dia 20 de fevereiro para enviar a proposta, que terá validade de seis meses a partir da assinatura do contrato. Para aquisição desses alimentos, serão investidos R$ 6 milhões.
O objetivo é adquirir 1,1 milhão de itens produzidos no meio rural para a alimentação das crianças nas escolas.
Esses municípios fazem parte da primeira chamada pública do Pnae com nova metodologia. Agora, elas serão realizadas pela Diretoria Regional de Educação (Direc), que englobará vários municípios, em vez de chamadas individuais.
Segundo o delegado federal em exercício do MDA no Rio Grande do Norte, Dário Andrade, esse novo procedimento dará mais transparência aos processos. “Isso nos dá uma ideia da dimensão de produção e temos uma chamada mais transparente, com um período de publicação igual pra todo mundo, e com mais chance do agricultor familiar concorrer também”, esclarece. 

Chamadas pelo Brasil
Os estados de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo também estão com chamadas públicas abertas para aquisição de alimentos pelo Pnae.
Os municípios beneficiados com as chamadas são: Iúna (ES), com encerramento no dia 13 de fevereiro; Belo Horizonte (MG), com encerramento no dia 19 de fevereiro; Elisiário, Cerqueira César e Serra Negra (SP), com encerramento nos dias 19, 20 e 23 de fevereiro, respectivamente; e Três Corações (MG), com encerramento no dia 4 de março.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário

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No Momento Phytus da última semana, o Fitopatologista do Instituto Phytus, Dr. Marcelo Madalosso, aborda os fatores que afetam o residual de controle, ou seja, o tempo que o produto age no interior da planta sobre a ação do patógeno.
Entre os fatores, o pesquisador destaca a condição de desenvolvimento da planta, tanto seu balanço nutricional quanto seu estresse hídrico. “Já observamos que o estresse hídrico está muito relacionado à duração desse residual. Em plantas com maior estresse hídrico, por exemplo, o residual do produto tende a aumentar, devido à dinâmica da água no interior da planta”.
Outro enfoque é o produto. Madalosso explica que produtos com variações de movimentação e com maior absorção na área foliar possuem residuais diferentes. “Hoje se volta a trabalhar com produtos de contato, os quais permanecem com residuais limitados até a próxima chuva. Esse efeito diminuirá consideravelmente o residual do produto. Já produtos mais modernos são absorvidos na planta e, então, o residual se estenderá em função da movimentação no xilema e mesostêmica”.  
A tecnologia de aplicação é outro fator que deve ser levado em conta. O baixo volume de calda, a aplicação atrasada, a utilização de gotas Muito Finas e a retirada do adjuvante do fungicida afetam o residual. Para ter acesso ao conteúdo completo do vídeo e conhecer demais detalhes acerca do assunto, basta acessá-lo gratuitamente por meio do linkhttp://goo.gl/AzMREB.
Acesse as redes sociais do Instituto Phytus e conheça as novidades em pesquisa, ensino e comunicação para o agronegócio: pelo twitter @iphytus e também pela fanpage facebook.com/iphytus.  Além desses canais, o Instituto também está conectado com seus públicos através do Google+ http://goo.gl/459GJ6 e do Linkedin http://goo.gl/VOoPnf

Fonte: Agrolink 

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