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Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a agropecuária nacional atingiu a marca de 100 bilhões de dólares em 2014, representando 22,3% do PIB nacional. O crescimento deste mercado atingiu 3,8%, quase 10 vezes mais que o Brasil (0,29%) com relação a 2013, o que revela a força do setor na economia do país.
Com tamanho potencial, será que os players do mercado agropecuário brasileiro estão preparados para competir em uma perspectiva global? O 31º Simpósio Internacional da Alltech, que acontece entre 16 e 21 de maio em Lexington, Kentucky (EUA), tem o objetivo de apoiar seus participantes na identificação de seu diferencial. O Simpósio faz parte “Semana da Rebelação”, que visa instigar cada participante a “rebelar-se” contra os conceitos atuais do mercado, buscando a inovação para transformar desafios em oportunidades.
O evento apresentará casos de sucesso, ideias e provocará debates entre os participantes, além de contar com importantes palestras, como do Colin Powell, general do exército americano por mais de 50 anos. As discussões abordarão oportunidades de negócio nos mercados de aves, suínos e ruminantes, além do mercado de aquicultura e seu potencial como fonte de proteína competitiva em um futuro próximo.
A agricultura, principalmente a brasileira, também terá destaque no Simpósio. Um painel especial, totalmente dedicado ao Brasil, promove o debate em torno das oportunidades que o país oferece para o setor. Encontrar lucro através da sustentabilidade é outro tema a ser debatido, bem como o potencial da nutrição em proteger a saúde das plantas e reduzir o uso de defensivos.
O Simpósio Internacional da Alltech recebe anualmente grandes líderes da indústria do mundo todo, que se encontram na região do Bluegrass do Kentucky para discutir estratégias transformadoras de negócios e suas ligações com o agronegócio. A terra do cavalo está esperando mais de 3.000 profissionais, para debater sobre os desafios diários e sociais do mercado agropecuário e, inspirar para a identificação de soluções que tem como missão atender à demanda por alimentos de uma população mundial crescente.

Serviço:
31º Simpósio Internacional da Alltech
16 a 21 de maio de 2014
Interessados deverão enviar solicitação de inscrição para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  
Mais informações: alltech.com/rebelacao

Fonte: Agrolink 

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A safra de soja 2014/15 dos países que compõem o Mercosul terá área de cultivo 3,4% maior que a da última temporada, apontam projeções da consultoria Céleres. A produção deverá ser de 163,1 milhões de toneladas, e estoques finais serão de 48,9 milhões de toneladas – o que representa aumento de 14,6% em relação ao ciclo 2013/14.
O resultado é o reflexo de uma substituição da área de milho por soja – que já vem ocorrendo nos últimos dez anos, quando o crescimento da cultura na região foi 60%. Apenas para a safra brasileira 14/15, a Céleres prevê 91 milhões de toneladas – um número estável ante projeção divulgada em fevereiro.

Fonte: Agrolink

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O Paraná, principal produtor brasileiro de trigo, poderá colher uma safra recorde em 2015, se o tempo colaborar, mesmo diante de um leve recuo na área plantada ante 2014.
No ano passado, o Estado teve a sua melhor colheita da história, apesar de alguns problemas climáticos, após os produtores terem semeado uma das maiores áreas da história.
O Departamento de Economia Rural (Deral), do governo do Paraná, previu a área plantada do Estado em 1,37 milhão de hectares, recuo de 2 por cento ante 2014, segundo a primeira intenção de plantio levantada junto aos produtores.
"Se a projeção... for confirmada, teremos potencial de superar os 3,8 milhões de toneladas de 2014 e chegarmos a um recorde de 4,1 milhões (de toneladas)", afirmou o engenheiro agrônomo do Deral Carlos Hugo Godinho, especialista em trigo do departamento.
Na temporada passada, a produtividade das lavouras do Estado foram afetadas por alguns problemas climáticos, ficando abaixo do potencial, que era de mais de 4 milhões de toneladas.
O plantio de trigo no Paraná ainda não começou em 2015, mas o agrônomo do Deral acredita que um aumento na área no norte poderá evitar uma queda maior na semeadura no Estado, considerando que outras regiões devem apresentar um leve recuo ou estabilidade.
"Esse recuo só não é maior devido ao atraso no plantio e colheita da soja no norte do Paraná, que deve dificultar a implantação da segunda safra de milho e fazer com que o produtor plante mais trigo para manter-se no zoneamento ideal de cada cultura", escreveu Godinho em nota.
Ele disse ainda que, normalmente, o Paraná registra áreas maiores de trigo do que apontam os primeiros levantamentos, pois muitos produtores acabam semeando, após dizerem inicialmente que não têm intenção de fazer a safra.
A situação de mercado do trigo não é favorável, mas em algumas áreas não há outras alternativas, comentou Godinho.
Nestes últimos 12 meses o preço recebido pela saca de trigo declinou 26 por cento no Paraná, atingindo em fevereiro deste ano 30,66 reais por saca. Esse valor está abaixo dos 33,45 reais por saca estabelecido pelo governo para o preço mínimo no Paraná.
No entanto, há alguns fatores que podem incentivar o plantio, como uma oferta menor após o Rio Grande do Sul ter tido uma quebra de safra em 2014. Além disso, o câmbio não está favorecendo importações.
"A alta do dólar pode de certa forma ajudar. O moinho vai ficar com o preço muito alto para comprar de fora, pode ser que o produtor tenha essa visão (para plantar trigo)", afirmou Godinho à Reuters nesta terça-feira.
O Brasil costuma importar cerca de 50 por cento de suas necessidades, e uma safra maior do Paraná pode trazer algum alívio para as importações brasileiras.
Uma produção de cerca de 4 milhões de toneladas, conforme apontou o Deral, representa cerca de um terço do consumo anual de trigo do Brasil.

Fonte: Reuters

 

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O que começou como uma simples experiência nos cafezais da Fazenda Consuelo, em Garça, interior de São Paulo, superou as expectativa dos produtores e agrônomos responsáveis pela lavoura. O Grupo Serra, empresa proprietária da área, iniciou o tratamento com a tecnologia Maxifós na safra 2013/2014, em apenas 7 hectares de café irrigado via gotejo. Os resultados foram animadores e o manejo foi adotado nos demais cafezais do grupo, contabilizando cerca de 270 hectares em tratamento.
O manejo nutricional que despertou o interesse do Grupo Serra foi sugerido pela equipe técnica da Nutriceler. O engenheiro agrônomo Paulo Henrique Ottoboni, que acompanhou a área em desenvolvimento, explica que osbons resultados foram obtidos com o uso de tecnologias inovadoras. “Otratamento contou com o Maxifós no gotejo, composto por ácidos húmicos, ácidos fúlvicos, aminoácidos e extrato de algas, além de aplicações dos foliares Metalosate Zn e Coron 12-00-00 + 5% Boro”, revela.
 
Ottoboni explica ainda que o grande diferencial do tratamento está na forma como os nutrientes foram fornecidos para a planta. “Quando fazemos as aplicações de fertilizantes via folha, a planta responde muito mais rápido. Com esses primeiros resultados tão satisfatórios, só podemos esperar uma excelente colheita”, diz Ottoboni. “Já é possível ver que teremos uma boa granação, com grãos de café pesados e grandes. Esse manejo também está beneficiando a próxima safra com a formação de novos ramos, que também estão com ótimo desenvolvimento, além da formação de novas raízes, resultado da ação do Maxifós”, completa Ottoboni.
Tecnologia - Derivado de leonardita com mais de 80 milhões de anos, o fertilizante Maxifós tem como principais funções nos tratamentos nutricionais de plantas o favorecimento da formação de raízes e o auxílio na retenção de água no solo. O produto também contém aminoácidos, elementos importantes para a boa realização da fotossíntese. Por ser bastante concentrado o produto é uma boa opção para o agricultor que busca qualidade e economia. 
O Coron, também presente no tratamento dos cafezais do Grupo Serra, é o responsável pelo fornecimento de nitrogênio para as plantas. Com sua ação gradativa, a formulação permite que o nutrientes sejam liberados de acordo com a necessidade de energia da planta. Sua rápida absorção e compatibilidade com outros insumos, e o fato de não gerar corrosão nos equipamentos, são alguns dos diferenciais da marca. A linha Metalosate completa o manejo, fornecendo o alimento que a planta precisa com rápida absorção. A tecnologia Metalosate foi desenvolvida com nutrientes quelatados por aminoácidos, que permitem a absorção dos nutrientes em poucos minutos, enquanto outras formulações podem levar dias para serem metabolizadas.  

Fonte: Agrolink 

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Aproximadamente 500 produtores de grãos de Goiatuba e região participaram da 6ª Edição do Dia de Campo Spaço Agrícola, realizada na última quinta-feira, 26 de fevereiro. Além de reunir o que há de mais recente em tecnologia na produção de soja e milho, o evento envolveu produtores, técnicos, empresários e estudantes em discussões a cerca da responsabilidade social da atividade agrícola no Brasil. O Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), José Mário Schreiner, e o primeiro vice-presidente institucional da instituição, Bartolomeu Braz Pereira, participaram do encontro, que recebeu inscritos de diferentes regiões do Estado.
Os participantes puderam visitar estandes e conhecer tecnologias que são aplicadas em produtos que vão da semente a técnicas e ferramentas para a condução da lavoura e da colheita.  Para o produtor Guilherme Pontieri, que participa do evento desde sua primeira edição, em 2010, o Dia de Campo é uma oportunidade para buscar tecnologia para o aumento da rentabilidade e da receita com sustentabilidade. “A parceria da Spaço com várias empresas do setor trazem informações ao produtor e nos deixa cada vez mais tranquilo em relação a cobrir as suas lavouras com o que tem de melhor no mercado”, comentou.
José Mário Schreiner destacou a importância de ações como o Dia de Campo no fortalecimento da agricultura e na propagação de boas práticas de cultivo. “O nosso país está desgovernado e quando participamos de um evento como o Dia de Campo Spaço Agrícola nos encontramos com o Brasil que dá certo. Todos os organizadores estão de parabéns pela realização de um evento tão esclarecedor para Goiatuba e região”, elogiou o presidente da FAEG.
Entre as atividades de responsabilidade social do evento, foi apresentado um projeto de doação de tampinhas de refrigerante e material reciclável.  A Spaço Agrícola, empresa organizadora do evento, convidou os produtores a doar o material. “O Tampamania é um projeto do Rotary Clube que transforma tampinhas descartáveis em cadeiras de roda. É uma ação simples que pode fazer a diferença na vida de quem precisa. Por isso, convidamos todos a participarem e depositarem os materiais na Spaço Agrícola”, declarou Volneimar Lacerda, diretor da empresa.

Apaixonados por sementes
Sócio diretor da Spaço Agrícola, Carlos Gomes contou que ele e o sócio Volneimar Lacerda iniciaram o negócio há 15 anos graças a sua paixão por sementes. Por isso, trabalham para apresentar ao produtor o que existe de melhor em genética de soja para Goiatuba e região. “Nossa missão é promover soluções tecnológicas com respeito e ética para a produção de alimentos com segurança e sustentabilidade. Depois de ouvir os produtores e diante do nível de informações que estamos transmitindo nesse evento, estamos seguros de que estamos no caminho certo”, comemorou.
Para Bartolomeu Braz, primeiro vice-presidente institucional da FAEG e presidente da Associação de Produtores de Soja de Goiás (Aprosoja Goiás), o Dia de Campo Spaço Agrícola é uma das atividades que colocam Goiatuba como município tradicional na realização de grandes eventos da produção de grãos. “O melhor de tudo é que interagimos uns com os outros e temos a oportunidade de melhorar em tecnologia e em atuação política também”, elogiou.
Confraternização
A 6ª Edição do Dia de Campo Spaço Agrícola contou ainda com almoço de confraternização e apresentação do humorista Tom Carvalho.

Fonte: FAEG

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Considerada um dos principais insetos-praga da cultura do milho, a lagarta do cartucho pode causar prejuízos significativos em lavouras. Para combater sua proliferação, o produtor Ambilino Sasso Alves, de Santo Antônio das Missões, optou pelo controle biológico da lagarta na área de milho destinada para silagem, alimentação oferecida para o gado leiteiro. 
A cartela, com aproximadamente 100 mil ovos da vespinha Trichogramma spp, foi distribuída em um hectare da lavoura localizada no Rincão São Pedro, pelo engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar André de Oliveira e pela extensionista de Bem-Estar Social Marieli Bremm. 
Após liberada, a vespinha procura os ovos da mariposa da lagarta do cartucho para fazer sua postura, e de cada ovo da vespinha, nasce uma pequena lagarta que irá consumir o ovo da lagarta do cartucho, impedindo assim, o desenvolvimento do inseto-praga. Cada vespinha pode parasitar de 200 a 300 ovos e dentro de 10 dias, de cada ovo parasitado pode nascer duas ou mais vespinhas que irão continuar o ciclo de controle.
Segundo o engenheiro agrônomo, a vespinha não causa nenhum dano à cultura do milho ou outras plantações dos arredores e, além do controle da lagarta do cartucho, também há a redução da população da lagarta da espiga. ?Através do controle biológico é possível uma menor utilização de agrotóxicos, o que garante uma redução nos custos de produção e propicia o restabelecimento do equilíbrio ecológico dentro do sistema de produção, colaborando para a sustentabilidade da propriedade?, destaca André. 
A cartela de Trichogramma distribuída em Santo Antônio das Missões é proveniente da biofábrica da Emater/RS-Ascar em Montenegro. As cartelas são gratuitas, sendo pago somente o custo de envio. Outras informações sobre os procedimentos de encomenda e sobre o processo de controle biológico podem ser obtidas no escritório municipal da Emater/RS-Ascar. 

Fonte: Emater - RS

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Segundo o Imea, máquinas já passaram por 98,9% da área prevista para a cultura

 

O plantio da safra 2014/2015 de algodão em Mato Grosso deve terminar nesta semana. É o que indica o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), que prevê o último informe deste ciclo para a próxima sexta-feira (6/3).

Com uma área prevista de 568,4 mil hectares para esta safra, o trabalho de plantio chegou a 98,9% do total na última semana. O avanço foi de 3 pontos percentuais em relação à semana anterior.

Em números absolutos, significou um acréscimo de 17,05 mil hectares. No total, as plantadeiras já passaram por uma área de 562,15 mil hectares.

Noroeste e Nordeste se mantêm como as duas regiões do estado onde o plantio já foi encerrado. Entre as demais, a mais avançada é o Sudeste, como 99,6% de área semeada. A menos avançada é o Oeste, com 98%.

Considerando as últimas três semanas, mesmo com uma desaceleração no trabalho, o avanço médio no Estado foi de 5,36 pontos percentuais. Nas regiões onde ainda há área a ser plantada, o trabalho avançou de 3,43 – caso do Sudeste – a 8,4 pontos percentuais, caso do Oeste.
Fonte: Globo Rural

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Em Mato Grosso, gastos com suplementação, aquisição de animais, renovação e recuperação de pastagens contribuíram para o aumento de 20,67% no custo de produção da pecuária bovina no sistema de engorda. Dados levantados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) a pedido da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) mostram que os pecuaristas do estado gastaram R$ 97,23 por arroba em 2014, frente a R$ 80,58 no ano anterior.
Segundo o estudo, o preço de fertilizantes, corretivos e defensivos, utilizados para reforma e recuperação das pastagens, foram os itens que mais influenciaram a alta no custo. Os produtores desembolsaram no ano passado cerca de R$ 9,14/@ para renovar e R$ 5,23 para recuperar as pastagens, representando um aumento de 42,54% e 63,02%, respectivamente, na comparação com 2013.
O gerente de projetos da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Fábio da Silva, explica que o preço dos fertilizantes é balizado pela cotação da moeda norte americana, sendo um insumo importado "Com a alta do dólar o preço dos fertilizantes sob iram, onerando ainda mais os custos do pecuarista", diz. Além disso, o custo para aquisição de animais também teve aumento, de 30%, passando de R$ 42,58/@ para R$ 55,73/@ no sistema de engorda.
Em relação ao sistema de cria, o aumento no custo operacional total foi de 5,3%, subindo de R$ 93/@ para R$ 98,25/@, tendo como destaque negativo do aumento a compra de insumos para a recuperação de pastagens.  Se tratando do ciclo completo, o custo de produção aumentou 2,92% em 2014 na comparação com 2013, passando de R$92,13/@ para R$ 94/@. Gastos com assistência técnica (32%), o aumento dos impostos (25%) e a compra de vacinas para o manejo sanitário e reprodutivo do rebanho (23%) contribuíram para a alta.

Fonte: Agrolink 

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O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais, que tem por finalidade integrar as informações ambientais das propriedades brasileiras. O objetivo dos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Meio Ambiente (MMA) é concluir o processo de cadastramento até 2016. Em janeiro, o sistema alcançou a marca de 576 mil registros – o que representa 11% da meta de 5,2 milhões de propriedades que devem ser registradas no Brasil. Somente na Região Sul, a cobertura até o momento atingiu 1,8 milhão de hectares (4,3%), com 66 mil áreas.
A indicação do governo é que os produtores rurais procurem auxílio de técnicos para fazer o cadastro, no qual é necessário identificar a localidade, as delimitações da propriedade e ainda fornecer imagens por satélite. As informações ficam armazenadas no Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Siscar), modelo eletrônico que comporta os dados nacionais. Para realizar o procedimento, é preciso acessar o endereço eletrônico www.car.gov.br e baixar o Módulo de Cadastro, que deve ser preenchido e enviado para análise pela internet.
Estima-se que apenas 10% das 470 mil propriedades gaúchas foram cadastradas no sistema até o início deste ano. Para auxiliar quem presta serviços de apoio agrosilvopastoril e acelerar o processo, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) promove um curso específico sobre CAR, com 16 horas-aula. Em Santa Cruz do Sul, por meio de uma parceria com o Sindicato Rural, já foram realizados dois treinamentos. Após a primeira edição, concluída em outubro do ano passado, os profissionais do setor tiveram uma nova chance de tirar dúvidas sobre o sistema durante a semana passada.
De acordo com o engenheiro florestal Gabriel Berger, instrutor do Senar, é fundamental que os produtores forneçam as informações corretas no momento do cadastro que, apesar de ser declaratório, é analisado pelo órgão ambiental para posterior aprovação. Além disso, lembra que a inscrição é condicional para que os agricultores consigam financiamento a partir de 2017. Quem não se enquadrar no CAR ficará impedido de obter crédito junto aos órgãos de fomento e instituições financeiras. “Em caso de dúvida, o melhor caminho para o produtor é procurar o seu sindicato.”
Sobre o procedimento
O CAR é um registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais, que tem por finalidade integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente (APPs), das áreas de Reserva Legal, das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do País. Criado pela Lei 12.651/2012 no âmbito do Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente (Sinima), o cadastro é uma base de dados estratégica para o controle, monitoramento e combate ao desmatamento das florestas e demais formas de vegetação nativa do Brasil, bem como para o planejamento ambiental e econômico dos imóveis rurais.

Fonte:  Gazeta do Sul

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Até o dia 28 de fevereiro a chuva deverá dar uma trégua aos produtores de soja de Mato Grosso do Sul. A previsão de tempo bom feita pelo Inpe – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais deve acelerar o ritmo nas lavouras sul-mato-grossenses. De acordo com a circular técnica divulgada pela Aprosoja/MS – Associação dos Produtores de Soja de MS, o Estado colheu até o momento 44,5% da área plantada. O percentual representa 1,024 milhão de hectares do total de 2,3 milhões de hectares da safra 2014/2015.
Os dados fazem parte do monitoramento realizado pelos técnicos do Siga – Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio, entre os dias 18 e 20 de fevereiro. No relatório, as regiões Sudeste e Sudoeste aparecem como as mais avançadas, com 51,4% da área colhida. Já o Centro e Norte somam 38,1%. Os municípios mais adiantados na safra de grãos são Aral Moreira (60%), Amambaí (55%), Laguna Caarapã e Vicentina (50%).
No mesmo período do ano passado a área colhida era de 70%, o que indica um atraso no ciclo atual de 25,5%. “A condição climática desfavorável adiou o início do plantio e, posteriormente, o desenvolvimento da soja na fase de enchimento de grãos. Por conta das precipitações das últimas semanas, as máquinas ficaram impedidas de entrar nas lavouras e o trabalho foi interrompido”, ressalta Lucas Galvan, gestor técnico do Sistema FAMASUL – Federação da Agricultura e Pecuária de MS.
O relatório do Siga apresenta ainda dados do Consórcio Ferrugem da Embrapa, referentes à sanidade das lavouras. Os números permanecem estáveis nesta safra, com 19 casos de ferrugem asiática registrados até o momento, sendo que no mesmo período do ano passado 31 casos foram confirmados.

Fonte: FAMASUL

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