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Nove cidades do sul de Minas Gerais – Caldas, Espírito Santo Dourado, Ipuiuna, Munhoz, Toledo, Bom Repouso, Senador Amaral, Lavras e São Gonçalo do Sapucaí – estão inseridas na agenda do pesquisador da Embrapa Hortaliças (Brasília-DF) Nuno Madeira, que termina em 20 de março. Na pauta, uma avaliação participativa de duas novas cultivares de mandioquinha-salsa: a BRS Rubia 41 e a BRS Catarina 64, durante dois dias de campo que serão realizados, em Caldas, dia 17/03, e em Munhoz, dia 18/03. 
Coordenador do programa de melhoramento da hortaliça – também conhecida como batata-salsa, batata-baroa, mandioquinha-salsa, entre alguns outros nomes –, o pesquisador explica que as visitas aos nove municípios não têm apenas as BRS Rubia e BRS Catarina como foco, mas aglutinam ainda uma avaliação geral do cenário de produção de mandioquinha na região. "O ponto central são os dois dias de campo, quando serão apresentadas as duas cultivares, mas vamos aproveitar para proceder a uma análise em outros aspectos, sobre práticas de propagação e ocorrência de nematoides e vírus", registra. 
Os novos clones foram obtidos em 2009 e os testes de campo com as duas novas variedades tiveram início em 2011 em Minas Gerais, e, após confirmadas suas características interessantes, começaram a ser produzidas e comercializadas por produtores locais. 
Características

A maior vantagem das cultivares, de acordo com Madeira, refere-se aos níveis de produção. "Elas estão produzindo de 60 a 80% a mais do que a Amarela de Senador Amaral, ou seja, onde o produtor colhia 100 caixas, passa a colher até 180 caixas", observa o pesquisador. 
A cultivar Amarela de Senador Amaral foi lançada em 1988 pela Embrapa Hortaliças e tem sido, desde então, a mais plantada no Brasil. Para o pesquisador, o trabalho de pesquisa visando a novas variedades tem a ver com a necessidade de a cadeia produtiva contar com mais opções. "Hoje, 95% dos cultivos é da variedade Amarela Senador Amaral o que acarreta fragilidade no abastecimento do mercado no caso de surtos de insetos pragas, nematoides ou da ocorrência de intenso calor ou frio, com geadas sucessivas", destaca. 
As cultivares são recomendadas para plantio em Minas Gerais, Espírito Santo, Distrito Federal e Goiás, "sempre acima de 1000 metros de altitude". E para o acesso às mudas dos novos materiais, a Embrapa Produtos e Mercado (SPM) deverá abrir licitação ou edital para a produção de mudas certificadas, possivelmente nos meses de agosto/setembro, com previsão de comercialização em 2016. 

Parcerias

Assim como tem sido em todos os eventos relacionados aos trabalhos de pesquisas com hortaliças, realizados em cidades mineiras, esse também não foge à regra. Da Emater-MG vem o apoio logístico à Embrapa Hortaliças, indispensável e necessário para a organização dos dias de campo, e na articulação com os produtores. 

Fonte: Embrapa Hortaliças

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Um novo método de plantio de cana-de-açúcar desenvolvido pelo Centro de Cana do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), em Ribeirão Preto (SP), promete melhorar a qualidade do produto e aumentar a produtividade nas lavouras em até 20%. Conhecido como sistema de mudas pré-brotadas, ou MPB, a técnica tem como objetivo produzir cana a partir de mudas de alta qualidade, livres de doenças e pragas, o que garante taxa de multiplicação muito maior que através do plantio tradicional. 
Resultado de uma pesquisa de seis anos, o plantio por MPB foi lançado nesta sexta-feira (13) em Guariba (SP), em parceria com a Coplana Cooperativa Agroindustrial e a Associação dos Fornecedores de Cana de Guariba (Socicana). São dessas entidades, os oito pequenos e médios produtores de São Paulo e Minas Gerais, que serão os primeiros a testar o método. Eles serão acompanhados por dois anos por representantes do IAC. 

A técnica 
No método tradicional, a cana-de-açúcar é cortada em pedaços de 30 a 40 centímetros e enterrada, para que então brote. Segundo o diretor do Centro de Cana do IAC, Marcos Landell, enquanto o produtor utiliza de 18 a 20 toneladas de cana por hectare no método comum, o plantio por MPB demanda dez vezes menos matéria-prima por hectare. 
"Com essa redução, o produtor pode utilizar a quantidade que iria para o plantio, para vender nas usinas, fazer açúcar e etanol. Isso reduz o custo do plantio, a partir do momento que ele pode vender a sobra da cana", explica Landell, destacando no sistema MPB, as mudas são produzidas em viveiros e, por isso, também apresentam mais qualidade em termos sanitários - não carregam consigo doenças e pragas, facilmente disseminadas no plantio tradicional. 
"Com a expansão que houve da cana na metade da década passada, um dos grandes problemas que tivemos foi a perda de qualidade das mudas, com propagação de doenças que causam impacto na produtividade. Acreditamos que com as MPBs, o produtor, além de incorporar novas variedades, vai incorporar a qualidade de muda", afirma. 
A produtividade da cana a partir das MPBs também é vista como mais vantajosa em termos de rendimento. Os pesquisadores estimam que o aumento de produtividade já na primeira colheita seja de 20%, mas pode chegar a 40%. 
"Enquanto a taxa de multiplicação de uma cana plantada mecanicamente é mais ou menos de um para quatro hectares, ou seja, com um hectare de muda você consegue plantar de três a quatro hectares de cana comercial, com um hectare de MPB pode chegar a 100 hectares de cana produzida", diz Landell. 

Recuperação do setor 
O pesquisador afirma ainda que o sistema pode auxiliar na retomada de competitividade do mercado canavieiro, em meio à crise do setor. "Com a implantação dos núcleos de MPB, vemos uma possibilidade de reação, de mudança na história do produtor. Queremos otimizar e verticalizar a produtividade da cana no centro-sul do Brasil, começando por São Paulo, e fazer da atividade uma coisa cada vez mais sustentável", explica. 
O presidente da Coplana, José Antonio de Rossato Júnior, diz concordar com a afirmação, destacando que a propagação do método pode garantir a manutenção e continuidade do produtor no campo. "Essa técnica é uma quebra de paradigma, estamos otimistas.Temos sido penalizados por ações do governo, pelo mercado. Conseguir formatar uma tecnologia onde é possível ver uma luz no fim do túnel, faz com que o agricultor continue produzindo cana", afirma. 

Fonte: G1

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Atentos à importância da utilização de práticas sustentáveis na agricultura, produtores do Centro-Oeste têm buscado estabelecer um equilíbrio entre a expansão das lavouras e a preservação do Cerrado. Inovações tecnológicas, aliadas a boas práticas alavancaram a região como referência na utilização de técnicas que agregam produtividade à sustentabilidade.
O uso racional da água e a aplicação de tecnologias adaptadas estão entre as principais práticas utilizadas pelos agricultores para preservar os recursos naturais da região. Dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apontam que, no cerrado, bioma predominante no Centro-Oeste, a área desmatada por ano caiu 54% de 2002 a 2010, para menos de 6.500 quilômetros quadrados.
Segundo Leomar Cenci, presidente da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), os produtores do Distrito Federal buscam as melhores tecnologias para produção, sem deixar de lado a consciência ambiental. “Sabemos que para produzir com eficiência é preciso ter também muita responsabilidade, principalmente, no que diz respeito ao meio ambiente. Práticas como o plantio direto, que protege o solo, os barramentos de contenção feitos nas estradas rurais, entre outras ações, já fazem parte do dia a dia dos nossos produtores, e contribuem para a proteção dos nossos recursos hídricos”.
Foi com objetivo de transformar o Planalto Central em um pólo agropecuário, que a Coopa-DF criou a AgroBrasília – A Feira Internacional dos Cerrados. O evento está em sua oitava edição e tem se destacado como celeiro de inovações e realização de negócios junto às melhores empresas do setor e agricultores competentes e interessados em conhecimento. “A agricultura do DF ainda tem  muito a crescer, mas precisa de algumas definições, especialmente, em relação à questão fundiária, que acaba travando alguns investimentos. No entanto, em termos gerais, o agricultor da região  tem conhecimento, tecnologia e disposição para investir do desenvolvimento do setor”, completa Cenci.
Na AgroBrasília, uma parceria entre Coopa-DF, Embrapa, Secretaria de Agricultura, Campo, Emater-DF e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), permite que os visitantes conheçam um espaço denominado Unidade de Referência Tecnológica (URT), onde fica instalada a Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF), um sistema de produção de grãos, fibras, madeira, energia, leite ou carne na mesma área. “A ILPF é uma estratégia de produção que integra atividades agrícolas, pecuárias e florestais, realizadas na mesma área, em cultivo consorciado, em sucessão ou em rotação, buscando efeitos sinérgicos entre os componentes do agroecossistema”, explica Lourival Vilela, pesquisador da Embrapa Cerrados.
Desde que o espaço foi implantado no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, local onde acontece a AgroBrasília, os pesquisadores vêm realizando Dias de Campo para demonstrar a evolução do sistema. O objetivo é conduzir a unidade até o corte de todas as árvores para obter informações sobre a produtividade e viabilidade econômica.
Embora ainda não seja uma prática muito utilizada pelos produtores do DF, existe um grande potencial para que a ILPF passe a ser adotada tanto nas pequenas, quanto nas grandes propriedades. “Naquelas propriedades com foco em produção de leite, por exemplo, o sistema ILPF poder conferir maior conforto térmico aos animais e produção de madeira para serraria e de mourões para cerca”, diz Vilela.
Em 2015, o Dia de Campo ILPF da AgroBrasília quatro estações apresentarão os resultados obtidos, até o momento, no espaço. “Também haverá exposições relacionadas ao tema definido para o evento deste ano que é o manejo de solo com foco na conservação do solo e da água e no bem-estar animal”, completa Lourival Vilela.

Fonte: Agrolink 

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A irrigação no momento exato. Esse tem sido um dos objetivos dos cafeicultores, em busca do manejo ideal para a planta e a sustentabilidade da produção. O diagnóstico é feito pelo gerente-geral da Embrapa Café, Gabriel Ferreira Bartholo. “O produtor já está compreendendo que o ideal é utilizar a irrigação no momento exato de necessidade”, aponta.
Bartholo foi uma das autoridades que compôs a mesa de abertura do XVII Simpósio Brasileiro de Pesquisa em Cafeicultura Irrigada. O evento fez parte da programação da Feira Nacional de Irrigação (Fenicafé), que ocorreu em Araguari (MG) durante os últimos dias 3 a 5. O CaféPoint acompanhou diversas palestras sobre o tema, que ganhou ainda mais destaque com a crise hídrica dos últimos meses.

Fonte: CaféPoint

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As folhas do cafeeiro, como as de quaisquer outras plantas, são as responsáveis pela fotossíntese, ou seja, pela produção de toda a energia, que vai promover o crescimento e a produção. Os frutos, em pequena escala, também acabam fazendo fotossíntese e, em algumas plantas, mesmo o caule é capaz disso. Deste modo, a integridade das folhas é importante para que elas façam sua função primordial na planta.

Machucaduras, escoriações, rasgaduras, lesões e outros tipos de problemas que venham a ocorrer nas folhas, acabam reduzindo a área foliar e atrapalham o processo de fotossíntese. Assim, no manejo da lavoura cafeeira, as causas de machucaduras na folhagem devem ser conhecidas e seu efeito precisa ser minimizado.

Na prática temos observado que são três as principais causas de escoriações e rasgaduras em folhas, todas de origem mecânica. São elas – o efeito de chuva de granizo, efeito de vento e da colheita do café.

A chuva de granizo provoca rasgaduras e buracos nas folhas e, em caso severo, chega a dilacerar e derrubar a folhagem, bem como causa lesões nos ramos. O vento atua, de forma mecânica, pelo atrito constante, sobre a folhagem mais nova, provocando rasgaduras nas margens dessas folhas novas, inclusive pelo contato de uma com outra. Estas causas e seus sintomas na folhagem já são bastante conhecidos.

Uma causa pouco divulgada e, assim, menos conhecida é a que aqui estamos detalhando. Trata-se do efeito dos trabalhos da colheita do café, especialmente do maquinário usado e, em menor escala, da própria mão do colhedor, causando escoriações nas folhas. Sabia-se que a operação de colheita provoca a derrubada de folhas, isto sendo muito visível ao se observar no pano de colheita, além dos frutos, um bom volume de folhas. O que também é verdade no uso da colheita mecanizada, a qual, mal conduzida, chega até a desfolhar mais do que a manual.

Com o trabalho de derriça dos frutos, seja com as mãos seja, em maior escala, com as derriçadeiras, os elementos derriçadores - as varetas, ao baterem nos ramos para, por contato ou vibração, derrubarem os frutos também atingem as folhas que se encontram na ramagem do cafeeiro. Uma parcela das folhas pouco sofre, outras recebem escoriações e outras acabam sendo derrubadas. Parece que a derriçadeira motorizada de operação manual, talvez pelo elemento derriçador (conhecido por “mãozinha”) passar mais vezes no mesmo local, acaba causando maior efeito sobre a folhagem e a própria ramagem dos cafeeiros.

Além do efeito de reduzir a área fotossintética das folhas, as rasgaduras e escoriações podem, devido ao tecido necrosado, aumentar a produção de etileno e provocar a caída das folhas. Podem, ainda, servir de porta de entrada de patógenos, fungos e bactérias (como Phoma/Ascochyta, Colletotrichum, Pseudomonas), que ampliam a área necrosada.
Fonte: CaféPoint

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A estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de fevereiro deste ano para o café em grão apontou queda de 2,7% em relação à produção de 2014. O dado mais recente do Instituto, divulgado nesta terça-feira (10/3) aponta que o Brasil deverá produzir 1.892.109 toneladas de café arábica, o que equivale a 31,5 milhões de sacas de 60 kg e de 11,2 milhões de sacas (671.226 toneladas) para o conilon, o robusta – que apresentou quebra de 15,2% na comparação com a safra 2014/2015.

Comparativo com estimativa de janeiro de 2015
Já no comparativo com o primeiro mês de 2015, o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de fevereiro aponta diferença de -2,1% para o café arábica e para o conilon -4,4%. O IBGE comenta em nota que “há registros pontuais de queda de rendimento médio, pois as altas temperaturas e a baixa pluviosidade neste início de 2015 são ocorrências negativas, nesta época crucial de ‘enchimento’ dos grãos”.

Minas Gerais, o maior produtor brasileiro de café arábica, aponta decréscimo de 0,4% na produção estimada de fevereiro em relação a janeiro, que totaliza 1.345.091 toneladas (22,4 milhões de sacas de 60 kg). Já a área a ser colhida está estimada em 983.078 hectares, 1,6% maior e o rendimento médio de 1.368 kg/ha está 1,9% menor.

Para o café conilon, a área total ocupada no Brasil foi calculada em 518.532 hectares, 0,2% maior do que em janeiro deste ano. A produção do Espírito Santo, principal produtor de café conilon do País, está estimada em 457.404 toneladas (7,6 milhões de sacas). O número indica decréscimo de 6,3% em relação a estimativa anterior, o que se deve, de acordo com o IBGE, à estiagem e elevadas temperaturas que fizeram o rendimento médio cair 6,6%, influenciando a queda da produção do estado.
Fonte: CefePoint

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A Companhia Nacional de Abastecimento, por meio da Superintendência Regional de Sergipe lançou a 2ª Chamada Pública para compra de sementes da agricultura familiar. Serão adquiridas 430,75 toneladas de sementes de sorgo granífero, feijão pérola e milho cantingueiro, sertanejo e crioulo de associações ou cooperativas. 
Os interessados em vender sementes para o governo federal devem se inscrever até às 17h da próxima sexta-feira (13). Para isso, deve ser enviado à Superintendência de Sergipe um envelope com proposta de participação conforme modelo pré-determinado, prova de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), cópia da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) Jurídica, entre outros documentos listados no edital. A abertura das propostas está prevista para o dia 16 de março.  
O limite de venda por agricultor familiar (DAP pessoa física) é de R$ 16 mil por ano, e de R$ 6 milhões por ano por organização fornecedora (DAP jurídica). As sementes adquiridas pela Conab deverão ser entregues até dia 31 de março no município sergipano de Nossa Senhora da Glória. As sementes adquiridas serão doadas a famílias que tenham Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP Física) que estão descritas no Plano de Distribuição elaborado pela Empresa de Desenvolvimento Agropecuário do Sergipe (Emdagro/SE).
Outras orientações para o processo da chamada podem ser encontradas no site da Conab

Serviço:
2ª Chamada Pública para compra de sementes
Data final para inscrição: 17h de 13/03
Endereço para envio dos documentos: 
Rua Senador Rollemberg nº 217. Bairro São José – Aracajú/ SE. CEP: 49015-120

Fonte: Conab - Companhia Nacional de Abastecimento

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A Puerto Rico Coffee Roasters (PRCR) traçou um plano agressivo para exportar suas marcas ao mercado porto-riquenho e latino-americano nos Estados Unidos.
O gerente da PRCR, Germán Negrón, disse que o plano busca alcançar comunidades latinas e porto-riquenhas nos Estados Unidos e fixou a meta de alcançar vendas de US$ 10 milhões em 2016 somente com o segmento de exportação.

Fonte: CaféPoint

 

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O Banco do Brasil já tem disponível o Financiamento para Estocagem de Produtos Agropecuários Integrantes da Política Geral de Preços Mínimos (FEPM) para a próxima safra, antigo EGF. Todas as agências estão disponíveis para dar suporte a comercialização do arroz em março. A informação é da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz). “Apesar de não ter sido divulgado o montante disponível, a instituição financeira está comprometida em proporcionar uma boa comercialização aos orizicultores”, afirma o presidente da entidade, Henrique Dornelles. O contato também foi feito com a Caixa Econômica Federal e o Sicredi, que igualmente comprometeram-se com o setor.
O FEPM é uma linha de crédito que assegura ao produtor recursos para o armazenamento de produtos agrícolas que são amparados pela Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), com o objetivo de buscar a comercialização futura em melhores condições de mercado. Sobre o pré-custeio, o presidente da Federarroz, Henrique Dornelles, afirma que a entidade, com o apoio do deputado federal Luis Carlos Heinze (PP/RS) trabalha para que os recursos estejam disponíveis em até 15 dias no mercado. “Estamos trabalhando para, além de escoar a produção através da exportação, disponibilizar recursos aos produtores com o objetivo de escalonar a venda de arroz, principalmente em tempos de altíssimos custos de produção, reforça Heinze
O recurso é importante para apoiar os arrozeiros em um momento que há uma grande surpresa de todos os operadores com a atual queda das cotações principalmente em função dos fundamentos de mercado, que indicam preços firmes e superiores a safra passada. "Somente nos últimos 15 dias a Federarroz repassou a seus parceiros 60 mil toneladas para exportação", salienta Dornelles.
Quanto ao quadro de oferta e demanda da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o presidente da Federarroz ressalta que é este o maior indicativo de valorização dos preços pagos ao produtor. juntamente com o cenário de desaquecimento da economia brasileira aliado a valorização das proteínas favorecendo a procura de produtos de menor valor agregado, real desvalorizado, consolidação do Brasil como exportador e demanda mundial por arroz, somados, formam conjuntura favorável à melhores preços, capaz de atenuar as preocupações do setor produtivo em tempos de elevação das tarifas públicas e comprometimento da renda no campo. 

Fonte: Federarroz

 

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Após o clima irregular verificado em janeiro deste ano, que atingiu principalmente os estados produtores de soja de Goiás e Minas Gerais, os números de produtividade começam a se consolidar. Na revisão de março da estimativa da safra de soja no ciclo 2014/15 a INTL FCStone fechou produção da oleaginosa em 93,1 milhões de toneladas, retornando ao projetado no início deste ano. Em fevereiro a consultoria estimou produção total brasileira em 92,8 milhões de toneladas, devido aos impactos climáticos.
Os cálculos deste mês tiveram como base o incremento verificado no rendimento do segundo e terceiro maiores estados produtores de soja, Paraná e Rio Grande do Sul, respectivamente, que contaram com condição favorável ao desenvolvimento das lavouras. ‘No Rio Grande do Sul, a colheita está apenas no início, mas a situação no campo é muito otimista. O clima contribuiu para o crescimento saudável das plantas em todas as fases de desenvolvimento e a produtividade média esperada é de 2,90 ton/ha, com produção recorde de quase 15 milhões de toneladas’, destacou a consultoria em relatório.
No Mato Grosso, maior estado produtor da oleaginosa, a produtividade se manteve inalterada em relação à estimativa anterior, o que resulta em pouco mais de 27 milhões de toneladas produzidas. Já em Goiás, estado prejudicado pelas altas temperaturas e pela redução no volume de chuvas, o potencial produtivo da lavoura foi agravado. A média de precipitação acumulada do mês de janeiro deste ano na localidade ficou muito abaixo do valor histórico para o período, de 189 mm. ‘Há casos de perda total da área plantada na maior região produtora, o sudoeste do estado. Com isso, a produtividade média esperada foi reduzida novamente, para 2,70 ton/ha’, resumiu.
A falta de precipitações sinalizou estado de alerta na reta final da soja, especialmente durante o período de enchimento do grão. ‘No Mato Grosso do Sul o clima nesta temporada foi menos chuvoso, especialmente no mês de janeiro, época crucial para alcançar o pleno potencial de produtividade das plantas’, explica. O estado deve atingir 2,90 ton/ha de oleaginosa, nível abaixo do verificado no ano passado.
Ajustes nos ciclos de verão e de inverno aumentam previsão da INTL FCStone para o milho
A revisão da área plantada de milho e também da produtividade aumentaram a expectativa da consultoria INTL FCStone para a  produção do cereal na safra 2014/15. De acordo com a revisão de março, deve ser atingido pouco mais de 29 milhões de toneladas no ciclo de verão, após leves ajustes na área e no rendimento da região Sul do país. Em fevereiro, o número apresentado estava em 28,7 milhões de toneladas.
Como os preços do milho estão em níveis mais elevados, a área e a produtividade da segunda safra também foram ampliadas, puxando a produção estimada patra cima, ficando em 45,9 milhões de toneladas. Apesar do avanço projetado, a consultoria ressalta as consequências da irregularidade climática na produção do cereal. ‘Com os atrasos no plantio da soja e também na colheita, em decorrência do excesso de chuvas em algumas regiões em fevereiro, parte do milho deve ser cultivado fora do período ideal’, disse em relatório.
A INTL FCStone ainda afirma que muitos produtores têm a intenção de cortar investimentos, buscando diminuir custos e correr menos riscos em meio às incertezas climáticas.

Fonte: INTL FCStone

 

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