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A tendência crescente, por parte dos consumidores brasileiros, em adquirir alimentos de qualidade, nutritivos e saborosos, livres de resíduos de agroquímicos, e que sejam produzidos em respeito ao meio ambiente, continua a impulsionar o mercado de orgânicos no País.
Mesmo sem contar com estatísticas oficiais, a preferência dos consumidores reflete o crescimento e a variedade de alimentos orgânicos disponíveis nos varejistas, nas feiras municipais e na merenda escolar. No entanto, essa euforia ainda não atingiu a pecuária orgânica.
“No caso das carnes, a oferta no Brasil ainda é bastante limitada. Diversos elos da cadeia precisam ser resolvidos e, além disso, há muitos desafios a superar, como a alimentação à base de insumos orgânicos. Num país com enorme produção de grãos geneticamente modificados, essa tarefa se torna difícil”, observa Sylvia Wachsner, coordenadora do Centro de Inteligência em Orgânicos da Sociedade Nacional de Agricultura (CI Orgânicos).

MERCADO PROMISSOR
Para ela, a pecuária brasileira, de modo geral, é um mercado promissor que deveria levar em consideração o crescimento do mercado orgânico. “Recentemente o governo brasileiro anunciou o fim do embargo da exportação de carne bovina à China, que tem trocado o consumo de carne de suína por bovina, de frango e carneiro. Os pecuaristas aplaudem a retomada das exportações e esperam incrementar em US$ 1 bilhão as vendas de carne in natura brasileira. Mas, desse mercado potencial, quanto poderia ser captado pela carne orgânica bovina e de frango?”, questiona Sylvia Wachsner.

AÇÕES SUSTENTÁVEIS
Apesar das dificuldades, a coordenadora da SNA vê com bons olhos o trabalho de instituições que se mobilizam para sedimentar, no Brasil, a pecuária orgânica.
“A Associação Brasileira de Pecuária Orgânica (ABPO), em parceria com a Korin, o WWF e a Embrapa Pantanal, tem focado sua atividade em produzir uma pecuária sustentável, adotando protocolos e processos de produção e responsabilidade socioambiental que insere a entidade numa posição de vanguarda. As normas incluem um protocolo de diagnóstico socioambiental das propriedades rurais, com objetivo de criar uma base de dados para avaliar os ganhos sociais e ambientais de longo prazo”.

DEMANDAS
Para Sylvia Wachsner, a demanda por carnes orgânicas existe, e envolve um mercado disposto a pagar uma determinada margem pelos produtos.
“A limitada produção de grãos orgânicos exige flexibilização diante da realidade. As carnes sustentáveis, comercializadas pela Korin, talvez seja um dos caminhos para atender esses mercados.”
Atualmente, a carne sustentável é comercializada no mercado interno, mas o vice-presidente da ABPO, Nilson de Barros, já considera a hipótese de que, no futuro, a partir de uma análise da experiência brasileira, seja possível pensar no mercado de exportação.

PRODUÇÃO E CERTIFICAÇÃO
O Mato Grosso do Sul é o estado que abriga a maior criação de pecuária orgânica, localizada basicamente no Pantanal, numa área de140 mil hectares certificadas para produção de carne orgânica.
As fazendas de criação de gado orgânico devem seguir rígidas práticas e sistemas de produção que permitam sua auditoria e certificação. O gado deve ser criado da forma mais natural possível, em convívio com a flora e a fauna regional.
Há também a preocupação com a lotação do rebanho e o descanso do solo. Os animais são tratados somente com medicamentos homeopáticos e fitoterápicos, e torna-se obrigatório o estrito cumprimento da legislação ambiental e trabalhista.
O sistema produtivo orgânico é auditado e certificado, em todas as etapas de produção, conforme a legislação brasileira.

BENEFÍCIOS
Todos esses aspectos, de acordo com Sylvia Wachsner, contabilizam como benefícios para os consumidores e o meio ambiente.
“O consumidor tem a garantia de que as fazendas de criação preservam a cultura do homem pantaneiro, seguem padrões corretos a nível ambiental e utilizam, de modo racional, os recursos naturais renováveis.”
Ela ainda destaca que, “ao exigir a certificação orgânica, a proteção de nascentes, e a proibição tanto do uso de fogo no manejo das pastagens como da aplicação de defensivos agrícolas e químicos, a pecuária orgânica cumpre seu papel de proteger os solos e os recursos hídricos”.

Fonte: SNA

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Construir a fertilidade dos solos, possibilitando aumento radicular das culturas e consequente acesso aos nutrientes e água, é uma das necessidades no cenário vivido hoje principalmente por agricultores das regiões Sul e Sudeste do Brasil, onde as altas temperaturas e os períodos de estiagem estão mais frequentes. Segundo pesquisadores da Embrapa, um solo fisicamente adequado apresenta condições favoráveis ao crescimento radicular, com boa infiltração de água para evitar o escorrimento superficial e que não atinja altas temperaturas.
Emerson Borghi, do Núcleo de Desenvolvimento de Sistemas de Produção da Embrapa Milho e Sorgo(Sete Lagoas-MG), explica que quanto mais altas as temperaturas maiores são as taxas de evaporação de água no solo e de transpiração da planta, o que resulta em degradação de raízes e morte de microrganismos. "Sem ar e água, a raiz não realiza suas funções. O modelo de produção adotado pode contribuir para degradar ou conservar. Daí a importância da presença da matéria orgânica", afirma.
Segundo ele, o grande benefício desse composto é a retenção de água. O Sistema de Plantio Direto, por exemplo, impede que as temperaturas subam muito na superfície, reduz as perdas de água e estimula a atividade microbiana. "A simples presença de palha reduz em até 19 ºC a temperatura na superfície do solo. A cobertura diminui a temperatura tanto ao longo do dia quanto nos meses mais quentes do ano. O segredo é a rotação de culturas, diversificando espécies, e não a sucessão, simplesmente", apresenta.

Solo: alicerce do sistema produtivo
A intensificação de cultivos no solo proporcionada pela rotação de culturas é fonte de nutrientes e de energia. A presença da palhada possibilitada por técnicas como o Plantio Direto ou a Integração Lavoura-Pecuária aumenta a porosidade, intensificando as trocas gasosas e a retenção de água. Resultados de experimentos conduzidos em 2015 na Embrapa Milho e Sorgo em áreas de ILP mostram que um esquema de rotação de lavouras é boa estratégia tanto para incrementar a produtividade vegetal e animal quanto para possibilitar colheitas "pelo menos razoáveis diante da ocorrência de veranico, que é um problema cada vez mais perceptível". "O solo é o alicerce do sistema produtivo. Quanto maior o tempo de adoção de práticas conservacionistas, maiores serão os benefícios", mostra o pesquisador.

Gestão e técnicas conservacionistas são estratégias
"Nesse contexto de escassez hídrica, a solução é a gestão, que deve ser permanente", complementa o pesquisador João Herbert Moreira Viana, do Núcleo de Água, Solo e Sustentabilidade Ambiental da mesma Unidade da Embrapa. Ele defende que o desafio para a pesquisa é saber quando ocorrerão as mudanças e interpretar essas tendências. Na região Central de Minas Gerais, onde está localizada a Embrapa Milho e Sorgo, a média de precipitação anual é de 1.347 mm, sendo que a série histórica indica que existem anos mais secos. "A partir disso, temos que trabalhar com riscos, tanto para mais quanto para menos", afirma.
O pesquisador acredita que para evitar os riscos já conhecidos provocados por técnicas inapropriadas de uso do solo, o agricultor deve ter seu foco voltado para a implantação de medidas preventivas de conservação. "O custo de não conservar é muito maior. A partir de um diagnóstico local, temos que implantar técnicas que possibilitem a perda de água por escoamento, que também provoca a perda do solo e dos seus nutrientes por erosão", explica. "A água que você deixa de usar é um prejuízo que você não enxerga. A crise hídrica serve como alerta para que bons gestores se sobressaiam", conclui o pesquisador.

Fonte: Embrapa

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O mercado de produtos ecologicamente corretos está crescendo em todas as direções e na agricultura não é diferente. A adubação biológica no Brasil e América Latina cresce a olhos vistos e nesse turbilhão de crescimento a Microgeo ganha seu espaço, se tornando um produto presente nos principais centros produtores agrícolas e pecuárias do Brasil com mais de 2,4 milhões de hectares.
Esse produto cresceu mais de 30% em 2014 e a estimativa da Microbiol Comércio e Indústria é crescer mais 30% em 2015, mesmo neste momento de crise econômica porque os agricultores entendem que o Microgeo é um composto que ajuda a proporcionar melhor produtividade no campo.
O Microgeo é um componente balanceado que alimenta os micro-organismos do conteúdo ruminal bovino em Compostagem Líquida Contínua (CLC®), produzindo adubo biológico, promovendo a recuperação do solo, otimizando outros insumos agrícolas e fatores de produção.
“Hoje, há necessidade de reestruturação do solo em geral. Com uma adubação biológica podemos reestabelecer ganhos para a agricultura brasileira em geral, seja orgânica ou convencional”, afirma Leandro Suppia, diretor comercial da Microbiol, empresa pioneira no sistema de produção com uso de adubação biológica.
O solo compactado ao longo dos anos faz com que as plantas tenham dificuldade para obter melhor enraizamento impedindo que nutrientes cheguem às folhas e a toda planta. Como resultado, em várias regiões do país, o produtor tem visto menor eficiência produtiva das culturas anuais e perenes. Não só isso, o equilíbrio da biodiversidade observado no solo nativo está se desfazendo de ano para ano, sendo este um dos principais fatores do solo estruturado. Os solos estão cada vez mais sofrendo com os sintomas da compactação, as erosões e baixa resposta de fertilizantes químicos são os que mais afetam o bolso dos produtores.

Fonte:  Agrolink 

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Nos dias 29 e 30 de julho, acontece o recebimento itinerante de embalagens vazias de defensivos agrícolas no município de Orocó (PE). A ação, que visa estimular a devolução do material pelos agricultores da região, consiste no recebimento temporário de embalagens vazias em locais próximos às propriedades rurais como forma de promover a devolução destes resíduos pós-consumo ao Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos).
A ação ocorrerá em mais de 20 pontos. As embalagens serão levadas para a central de Petrolina (PE), gerenciado pela Associação do Comércio Agropecuário do Vale do São Francisco (Acavasf), e posteriormente encaminhado para a destinação final, reciclagem ou incineração, pelo inpEV – instituto que representa a indústria fabricante de defensivos agrícolas para a destinação das embalagens vazias de seus produtos.
A ação, que tem a parceria do inpEV, da Prefeitura de Orocó, da Secretaria de Agricultura, Recursos Hídricos e Meio Ambiente e Secretaria de Saúde, Veritas Engenharia Ambiental, Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro) e da Ipa tecnologia Agrícola é uma realização da Acacasf. Para mais informações, o agricultor pode enviar um e-mail para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou ligue para (87) 3986-4000 / 3986-4004.

Fonte: Serviço da Campanha de Recebimento Itinerante

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Ainda que penalizada por diversos reajustes em seus insumos de produção, como no caso da tarifa de energia elétrica, a avicultura brasileira teve um primeiro semestre de recordes em 2015, com o Paraná firme em sua liderança – o estado já responde por 35% das exportações de carne de frango do país. Segundo os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o volume de carne de frango exportado pelo estado – que considera produtos inteiros, cortes, salgados, processados e embutidos –, atingiu 692,76 mil toneladas, crescimento de 17,8% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 588,02 mil toneladas.
O faturamento acumulado dos seis primeiros meses também cresceu 8%, alcançando US$ 1,14 bilhão arrecadados ante a US$ 1,06 bilhão em 2014. Por sua vez, o ritmo de produção paranaense tem acompanhado a demanda crescente pela proteína animal. De acordo com os dados Sindiavipar, foram abatidas 800,76 milhões de aves no primeiro semestre deste ano, alta de 5,7% ante aos 757,08 milhões registrados no mesmo período do ano anterior. Para o fechamento deste ano, o Sindiavipar projeta crescimento de 7% nas exportações e 5% em produção.
“Com os novos investimentos que as indústrias têm realizado e as expectativas de crescimento contínuo, é possível que, em um futuro próximo, o Paraná responda por até 50% dos resultados avícolas brasileiros”, antecipa o presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins. A previsão do sindicato é apoiada pelos números: até o primeiro semestre de 2011, o Paraná respondia por aproximadamente 24% das exportações avícolas brasileiras.  “A avicultura faz a sua parte e gera crescimento, empregos e renda. A perspectiva certamente será favorável se os reajustes deixarem de ser incessantes”, enfatiza o dirigente.

Fonte: Agrolink

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Um dos temas mais discutidos da atualidade, por gestores públicos, produtores rurais, ecologistas, pesquisadores e de grande interesse para toda a sociedade, a gestão dos recursos hídricos vai ser debatida, no dia 18 do próximo mês de agosto, em Brasília, no Seminário Internacional “Água em Debate – Uso sustentável da água na agricultura – desafios e soluções”, organizado pelo Time Agro Brasil e pelo Sistema CNA.
O encontro vai reunir representantes de entidades e órgãos governamentais, produtores rurais, especialistas brasileiros e mostrar experiências de outros países que enfrentaram grandes desafios para garantir o fornecimento de água em situações de escassez. O Seminário vai trazer também casos bem sucedidos de utilização racional da água na atividade agrícola brasileira.
Avi Aharoni (Merkorot, Israel National Water Company), vai apresentar a experiência de Israel, um dos mais emblemáticos países no que se refere ao aproveitamento da água.
Glenda Humiston, (Director of Wastewater and Reuse Department - California State, Director at the U.S. Department of Agriculture) traz a experiência da gestão de água para a agricultura, em tempos de escassez nos Estados Unidos, em especial no Estado da Califórnia.
O brasileiro Marlos de Souza, diretor da Divisão de Políticas e Planejamento da Bacia de Murray-Darling, na Austrália, vai falar sobre o sucesso na administração dos recursos hídricos daquele país.
O Seminário também vai trazer a opinião de produtores rurais e representantes do governo nos debates. Os seguintes temas serão abordados: “Uso sustentável e racional da água na propriedade rural”; “Tecnologias de irrigação”; “Governança da água. Experiências internacionais em debate. Os mecanismos de governança da água no Brasil, EUA e Israel”, e “Desafios à gestão da água na agricultura – uma visão política”.
O evento vem despertando interesse pela oportunidade do assunto, no momento em que a sociedade reflete sobre o que está sendo chamado de “crise hídrica do País” e, em razão do alto nível dos palestrantes e debatedores, entre os quais se incluem Lineu Neiva Rodrigues, pesquisador da Embrapa Cerrados; Boaz Albaranez, adido Econômico de Israel em São Paulo; Cristiano Zinato, diretor da Secretaria de Irrigação do Ministério da Integração Nacional; Demetrios Christofidis, coordenador Geral de Infraestrutura Rural e Logística da Produção do Ministério da Agricultura/MAPA; Nelson Ananias Filho, Coordenador de Sustentabilidade da CNA. A experiência dos produtores vai ser representada por Alécio Maróstica, produtor irrigante em Cristalina (GO), e José Cisino, da Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia-AIBA e João Isidoro Viegas da Associação dos Usuários do Perímetro de Irrigação Arroio Duro (RS).
O seminário terá tradução simultânea e transmissão online, pela internet. As inscrições são limitadas e estão abertas no site da CNA:
http://canaldoprodutor.com.br/inscricaoseminarioaguanaagricultura

Fonte: CNA

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizou, nesta quarta-feira (22.07), a venda de 3,04 mil toneladas de feijão cores, ensacado. O montante comercializado corresponde a 51,11% do total ofetado, que foi de 5,95 mil t. Esta operação de leilão arrecadou mais de R$ 1,27 milhão.
Os estados em que houve negociação foram Goiás (São Luis de Montes Belos), Minas Gerais (Uberlândia), Paraná (Apucarana), Paraná (Realeza) e São Paulo (Bernardino de Campos).

Fonte: Conab 

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e as Federações da Agricultura e Pecuária do Distrito Federal e de Mato Grosso do Sul lançam na próxima quinta-feira (16/07) a 3ª edição da Bienal dos Negócios da Agricultura Brasil Central, na sede da CNA, em Brasília. O lançamento acontece durante o Seminário - ABC Cerrado, com a presença de produtores e trabalhadores rurais, técnicos de cooperativas, sindicatos, associações, entidades ligadas ao setor agropecuário, além de alunos e professores de cursos de ciências agrárias. O seminário vai apresentar o projeto ABC Cerrado e desmistificar a agricultura de baixo carbono.
A Bienal da Agricultura é promovida a cada dois anos, nas capitais dos estados da região Centro-Oeste, organizada conjuntamente pelas Federações de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (FAMASUL), de Mato Grosso (FAMATO), de Goiás (FAEG) e do Distrito Federal (FAPE-DF). Esta edição acontece nos dias 31 de agosto e 1º de setembro, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, em Campo Grande (MS). Nesta edição, a Bienal vai debater quatro eixos centrais, considerados gargalos do setor agrícola: competitividade; pesquisa, ciência e tecnologia; climatologia e mão de obra.
A agricultura da região Centro-Oeste se destaca no cenário nacional devido aos investimentos em tecnologias na lavoura e à profissionalização do produtor  e do trabalhador rural. Informações divulgadas pelo Conab – Companhia Nacional de Abastecimento apontam que a região é responsável por 48,5% da produção nacional de soja, uma das principais commodities do agronegócio brasileira.
A produção regional cresceu 69,8% em dez anos, saindo de 24,6 milhões de toneladas em 2004 para 41,8 milhões de toneladas na safra 2013/14. Informações divulgadas pela Secex – Secretaria do Comércio Exterior confirmam que as exportações do setor triplicaram no mesmo período, passando de US$ 1,6 bilhão para US$ 5 bilhões.
Na avaliação do presidente do Sistema FAMASUL, Nilton Pickler, a Bienal amplia a visibilidade dos estados que compõem a região central do país. “O Centro-Oeste é um dos celeiros de grãos do país. Além de evidenciar esse cenário, o evento proporciona o debate dos temas mais emergentes para o setor”, avalia o dirigente.
Durante a Bienal, a Abiove - Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais premiará os quatro produtores de soja de Mato Grosso e de Mato Grosso do Sul que apresentaram a melhor performance no  Soja Plus, programa voltado para a gestão econômica, social e ambiental da soja brasileira. O 5º Seminário Nacional Soja Plus 2015 também terá lugar durante o evento. Outro ponto alto é a realização de um encontro focado na imprensa regional, o Simpósio de Jornalismo Agropecuário: inovação e sustentabilidade no campo, com o jornalista Fernando Barros.

Sobre a  Bienal - A Bienal dos Negócios da Agricultura Brasil Central é a vitrine do agronegócio da região, traz para discussão os temas mais emergentes e já está na agenda dos principais eventos do setor no País. A edição 2015 tem o patrocínio da Bayer, Monsanto, Dow, Fundems/Aprosoja MS - Fundo para o Desenvolvimento das Culturas de Milho e Soja, Caixa Econômica Federal, OCB Centro-Oeste - Organização das Cooperativas do Brasil, Basf e Fundect - Fundo de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de MS.

Sobre o projeto ABC Cerrado – A iniciativa, que conta com recursos do Programa de Investimentos em Florestas (FIP, sigla em inglês), do Banco Mundial – dissemina práticas de agricultura de baixa emissão de carbono e sensibiliza o produtor para que ele invista na sua propriedade de forma a ter retorno econômico, preservando o meio ambiente. O SENAR desenvolve o Projeto ABC Cerrado, em parceria com o Ministério da Agricultura e Embrapa.

Programação do lançamento da Bienal da Agricultura 2015 e do Seminário ABC Cerrado
08:30 às 09:00-  Abertura com o Presidente da FAPE/DF, Renato Simplício   
09:00 às 09:15- Superintendente do SENAR/DF  Ivo Jacó
09:15 às 10:15- Apresentação da BIENAL dos Negócios da  Agricultura Brasil Central,   Rogério Tomithão Beretta, do SENAR/MS
10:15 às 10:30 - Coffe break
10:30 às 11:30  - Apresentação do Projeto ABC Cerrado
11:20 – Debate
12:00 - Encerramento

Fonte: CNA

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Continua a crescer o nível de dependência do Brasil quanto à importação de insumos agrícolas, inclusive de fertilizantes. Dados recentes da INTL FCStone apontam que o aumento do consumo de fertilizantes está relacionado, em primeira instância, às importações. Já a produção doméstica apresenta fraco crescimento.
De acordo com a consultoria, os produtores brasileiros aumentaram em 13,7% o consumo de fertilizantes nos últimos quatro anos, passando de 28.326 milhões de toneladas em 2011 para 32.209 milhões de toneladas em 2014.
O vice-presidente da SNA, Helio Sirimarco, acredita que a dependência externa na aquisição de adubos pode ser explicada pela falta de projetos para a expansão da produção nacional. “A principal obra que poderia colaborar com a redução das compras externas, mantida pela Petrobras, é a Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN III), no município de Três Lagoas (MS), que é um projeto no valor de R$ 2.1 bilhões, mas está paralisado desde dezembro de 2014, sem previsão para retorno”.
A partir de análise da consultoria, os adubos produzidos no Brasil perderam participação no mercado para produtos trazidos do exterior cuja formulação apresenta maior teor de nutrientes da mistura NPK em suas fórmulas.

ECOS DO PLANO SAFRA
Estatísticas da Associação Nacional para a Difusão de Adubos (ANDA), relativas ao período de janeiro a maio de 2015, mostram que a produção nacional de fertilizantes foi de 3.621 mil toneladas, contra 3.432 mil toneladas do mesmo período do ano anterior, representando aumento de 5,5%.
A produção dos fertilizantes nitrogenados registrou crescimento de 18,1%, a de fosfatados aumentou 4,2% e a do potássio obteve alta de 1,1%.
Já as importações de fertilizantes intermediários, segundo a ANDA, alcançaram 7.255 mil toneladas nos últimos cinco meses, indicando redução de 18,5 % em relação ao mesmo período de 2014, quando 8.900 mil toneladas foram descarregadas pelos portos brasileiros.
Foram registradas reduções nos nitrogenados de 6,8%, nos fosfatados de 26,9% e nos fertilizantes potássicos de 24,9%. Pelo porto de Paranaguá, a principal porta de entrada dos fertilizantes, foram importadas 3,51 milhões de toneladas, ou seja, índice 0,9% menor em relação ao mesmo período de 2014, o que representa 48,3% do total importado por todos os portos.
A ANDA informou também que as importações de fertilizantes intermediários saltaram 11,2% entre 2013 e 2014, enquanto que a produção nacional caiu 5,2% no mesmo comparativo.

EXPECTATIVAS
De acordo com Helio Sirimarco, a diminuição das importações nos últimos meses teve caráter pontual, em função do atraso da liberação dos recursos do Plano Safra. “Contudo, a tendência é de redução das importações, na medida em que os preços das principais commodities, soja e milho, não apresentam recuperação”.
Dentro das perspectivas da INTL FCStone, o País vai continuar dependente dos fertilizantes internacionais, uma vez que o aumento na produção depende de novas plantas que demandam muito investimento – fator que poucas empresas disponibilizam no momento.
“O País importa entre 70% e 75% do que é consumido no segmento. No mercado externo, não há expectativas de alta para os preços, uma vez que os valores seguem a tendência de queda das principais commodities agrícolas”, afirma Sirimarco.

CONSUMIDOR FINAL
O Instituto de Economia Agrícola (IEA) anunciou recentemente que as entregas de fertilizantes ao consumidor final no Brasil totalizaram 9.044 toneladas nos cinco primeiros meses de 2015. O resultado aponta para uma queda de 12% em relação ao mesmo período do ano passado, quando haviam sido contabilizadas 10.276 toneladas.
De acordo com o IEA, foram entregues 3.826 toneladas de nutrientes (N, P2O5 e K2O) – o que representa uma baixa de 14,3% neste mesmo período, em comparação a 2014.
Essa diminuição, segundo o instituto, está ligada à menor antecipação de compras pelos agricultores para a safra 2015/16, especialmente em relação à soja, e ao aumento nos preços pagos pelos agricultores, em função da valorização do dólar e do repasse aos preços de diversos fertilizantes importados.

Fonte: SNA

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A receita das exportações de café alcançou US$ 3,16 bilhões nos seis primeiros meses deste ano, com aumento de 8,68% em relação aos US$ 2,9 bilhões registrados em igual período de 2014. Nesse primeiro semestre, o volume exportado cresceu 0,34%, em comparação com o mesmo período do ano passado.
Ao todo, foram mais de 17,7 milhões de sacas de café de 60 kg vendidas ao exterior, sendo que no mesmo período do ano passado foram exportadas 17,6 milhões de sacas.
Os dados constam do Informe Estatístico do Café, publicado mensalmente pelo Departamento do Café (DCAF) da Secretaria de Produção e Agroenergia (SPAE) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
No mês analisado, o produto representou 7,3% de todas as exportações. Os principais importadores são União Europeia, Estados Unidos, Japão, Canadá e Turquia.
O café é o quinto item mais exportado do agronegócio brasileiro, ficando atrás do complexo soja, carnes, produtos florestais e do complexo sucroalcooleiro. 

Fonte: Agrolink

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