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Durante o Enfisa 2017, representantes das Superintendências de Fiscalização Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SFA/MAPA) de todos os estados estiveram reunidos para discutir a harmonização da fiscalização de agrotóxicos. 

 De acordo com o Coordenador Geral de Agroquímicos e Afins do MAPA, Carlos Ramos Venâncio, o propósito da reunião foi ouvir os fiscais que atuam em campo e tem conhecimento prático da atividade, além de buscar um meio-termo para melhorar a fiscalização em todo o território. "O objetivo é discutir todas as tarefas de fiscalização federal, a parte da produção, da importação e também da pesquisa, que é uma competência do Ministério. É colocar todo mundo na mesma mesa e encontrarmos os melhores caminhos. É ouvir o fiscal que está efetivamente na ponta, executando a tarefa, e baseado nisso a gente encontrar as melhores soluções para a fiscalização no Brasil."

Na reunião, o auditor fiscal federal agropecuário da Superintendência do MAPA em São Paulo, Taluí Zanatta, fez uma apresentação do modelo paulista de fiscalização e a partir disso foi discutido o que pode ser acrescentado e melhorado para ser incorporado nos outros estados. "A ideia é seguir o fluxograma da fiscalização e levantar o que cada Superintendência tem visto de problema e que possamos chegar a um lugar comum”, explica. 

Foram objetos de discussão também os próximos passos em relação aos convênios, que tem relação direta com as atividades voltadas para a fiscalização de agrotóxicos, tendo em vista o contingenciamento do orçamento do Ministério, visando que as perspectivas de recursos para os próximos meses é muito aquém do ideal, sendo necessário otimizar os recursos para que as atividades não sejam prejudicadas. 

“Tem uns estados que estão mais avançados na fiscalização de agrotóxicos, outros com experiências inovadoras nessa área. Então estamos buscando fazer melhor o nosso trabalho com um custo menor também”, finaliza Carlos Venâncio.

 

Fonte: https://www.agrolink.com.br/

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Produtividade é a maior já registrada no País, segundo dados do Rally da Safra 2017

A combinação de boas condições climáticas com o uso intensivo de tecnologia criou o cenário ideal para o desenvolvimento da maior safra de soja já registrada no Brasil. O Rally da Safra 2017, principal expedição para monitoramento da safra de grãos no Brasil, aponta que a produção de soja deverá alcançar 113,3 milhões de toneladas, volume 18% superior ao registrado na safra passada, de 96,3 milhões de toneladas. A área plantada mostrou aumento de 2%, saindo de 33,3 milhões de hectares para 33,9 milhões de hectares.

E o que mais chamou a atenção dos técnicos do Rally foi a produtividade recorde de 55,8 sacas por hectare – contra 48,2 sacas por hectare na safra passada – consolidando os indícios apresentados no campo na edição do ano passado.

“Na época, o clima não permitiu que as lavouras atingissem todo seu potencial produtivo. Este ano, as chuvas ocorreram mais cedo e foram constantes durante toda a safra, e os produtores aproveitaram para plantar cedo e colher sem atropelos na maioria dos Estados”, diz André Pessôa, coordenador geral do Rally da Safra e diretor da Agroconsult, organizadora da expedição.

Além do clima, os técnicos do Rally detectaram em campo sinais claros de boa nutrição das plantas, como reflexo da relação de troca de insumos bastante favorável ocorrida no ano passado, quando foram adquiridos os fertilizantes utilizados nas lavouras; baixa incidência de pragas e doenças, que também pode ser associada à melhoria significativa das práticas de controle fitossanitário; e ampliação significativa da presença de materiais genéticos altamente produtivos, como as variedades Intacta, RR e mesmo as convencionais.

“A consolidação da Intacta como principal tecnologia em soja, ultrapassando mais da metade da área plantada, reduziu a pressão de lagarta inclusive nas lavouras que não usaram essa tecnologia”, afirma Pessôa. Já a baixa pressão de ferrugem foi reflexo das condições climáticas e da melhoria significativa dos níveis de manejo, com clara eficiência dos fungicidas.

Outro fator que chamou a atenção durante a safra foi o bom andamento da colheita em quase todas as regiões, exceto durante um período muito chuvoso no Oeste e Norte do Mato Grosso no final do mês de janeiro. Isso ocorreu mesmo diante de uma safra tão grande, devido à adequada disponibilidade de colheitadeiras, fruto dos investimentos dos últimos anos.

A logística também foi um fator positivo na safra 2016/17 de soja, pois, mesmo com a colheita acontecendo mais cedo este ano, os meses de janeiro, fevereiro e março registraram volumes recordes de exportação sem que houvesse episódio de gargalo generalizado, com exceção de uma semana de interdição da BR 163 em direção ao porto de Miritituba.

Outro ponto de destaque para o desempenho de produtividade foi o peso de grãos registrado em todas as regiões, resultante do clima adequado, sobretudo a predominância de dias quentes com noites mais amenas, aliado ao uso de tecnologia. Diversos Estados estão batendo recordes de produção, sendo que três atingiram, pela primeira vez, a média de 60 sacas por hectare – Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Além desses, há recordes no Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.

Ponto marcante desta safra, mesmo sem registro de recordes, foram os Estados que integram o Matopiba, que registraram maior recuperação diante da forte quebra de produtividade do ano passado. No Maranhão, a produtividade aumentou 91%; na Bahia, 50%; Piauí, 157%; e Tocantins com 61%.

“Houve seca no início de janeiro, mas com o retorno das chuvas em fevereiro, as produtividades foram recuperadas e esses Estados mostraram uma safra dentro dos padrões normais. Parte do Oeste baiano teve escassez de chuvas em março e em razão disso as produtividades serão ainda satisfatórias”, complementa o coordenador do Rally.

 A colheita antecipada permitiu a boa implantação da safrinha de milho até a segunda quinzena de fevereiro no Mato Grosso e em Goiás, o que oferece perspectiva positiva para a cultura, com aumento da chance de maior produtividade.

“Essa é uma safra espetacular de soja, que confirma a expectativa dos técnicos nos dois últimos rallies de que haveria mudança no patamar de produtividade das lavouras brasileiras”, conclui Pessôa.

 

Fonte: http://www.cenariomt.com.br

 

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O ministro da Agricultura, Blairo Maggi apresentou hoje (22) aos senadores os números do prejuízo que o Brasil pode ter no comércio internacional por causa das restrições à compra de proteínas brasileiras ocasionadas pela Operação Carne Fraca. De acordo com ele, a recuperação do setor pode levar de três a cinco anos.

“Na exportação, se houver embargo, nós vamos levar de três a cinco anos para reconquistar esses mercados. Estamos trabalhando muito para que o problema fique restrito a essas 21 empresas, em um enfrentamento claro, direto, transparente, rápido e eficiente”, afirmou, na audiência pública conjunta das comissões de Assuntos Econômicos e de Agricultura do Senado.

Maggi disse que vai defender no governo que ele e ministros de outras pastas que se relacionam com o tema utilizem os aviões da Força Aérea Brasileira para viajarem pelo mundo esclarecendo aos compradores que o sistema de controle sanitário brasileiro é confiável.

O ministro ressaltou ainda que não tem problemas com sua equipe de fiscais e que possui o “respaldo” dos servidores do ministério. Apesar disso, ele afirmou que existem disputas internas entre grupos diversos dentro da pasta, o que gera denúncias que, segundo ele, são sempre analisadas. “Boatos sempre existem e sempre existiram”, respondeu quando foi questionado pelos senadores Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Lasier Martins (PSD-RS) se, antes da operação, ele teve conhecimento de que havia irregularidades.

Operação Carne Fraca

A Operação Carne Fraca, deflagrada na sexta-feira (17) revelou esquema em que as empresas "maquiavam" carnes vencidas com ácido ascórbico e as reembalavam para conseguir vendê-las. Fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento recebiam suborno para que autorizassem a comercialização dos produtos que já estavam impróprios para consumo. Desde então, alguns países como o Japão e a China anunciaram restrições para a importação da carne brasileira.

 

Fonte: https://www.agrolink.com.br/

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A Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead) lança hoje (23) em Brasília a campanha internacional #MulheresRurais, mulheres com direitos. O objetivo é dar visibilidade a essas mulheres e ao trabalho que desempenham para o desenvolvimento socioeconômico e sustentável. “A mulher rural é a protagonista do desenvolvimento sustentável. E é para isso que estamos trabalhando, para que ela reconheça o seu papel”, disse a coordenadora de Políticas para as Mulheres da Sead, Solange da Costa.

Segundo ela, as mulheres têm papel fundamental na agricultura familiar e camponesa do país, mas não têm o reconhecimento merecido. “Sofrem com o preconceito, com a desigualdade de gênero e com tantos outros problemas que herdaram da vida. Ainda há um longo caminho para o equilíbrio de direitos e oportunidades entre homens e mulheres”, disse, acrescentando que é preciso avançar no reconhecimento do papel fundamental das mulheres do campo para a vida de cada um dos brasileiros.

Mais de 14 milhões de mulheres que estão nas lavouras, comunidades quilombolas e indígenas, nas reservas extrativistas são protagonistas da agricultura familiar no Brasil, 45% dos produtos são plantados e colhidos pelas mãos femininas. Segundo o Censo Agropecuário de 2006, 12,68% dos estabelecimentos rurais têm mulheres como responsáveis, bem como 16% dos estabelecimentos da agricultura familiar.

Segundo dados do Censo 2010, as mulheres rurais são trabalhadoras, responsáveis, em grande parte, pela produção destinada ao autoconsumo familiar e contribuem com 42,4% do rendimento familiar. O índice é superior ao observado nas áreas urbanas, de 40,7%. “São elas que garantem a produção dos alimentos, cuidam das sementes, do manejo ambiental adequado, das águas, garantindo dessa forma a qualidade de vida na família e sociedade”, disse a coordenadora da Sead.

Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), as mulheres rurais cumprem uma série de funções-chave para a segurança alimentar regional, mas enfrentam altas taxas de pobreza, insegurança alimentar e obesidade. Além disso, têm menos acesso aos recursos produtivos como terra, água, crédito e capacitação, fatores que impedem que as mulheres rurais da América Latina e do Caribe desenvolvam todo o seu potencial.

Para Solange, ainda há muitos direitos a serem conquistados por essas mulheres, mas a igualdade de gênero e a autonomia para o desenvolvimento econômico são direitos que merecem atenção especial. “O empoderamento valoriza e reconhece as mulheres rurais como protagonistas do desenvolvimento sustentável e econômico do país. Ele é importante para que as mulheres rurais se reconheçam como parte fundamental desse processo”, disse.

A iniciativa é liderada pela FAO e pela Reunião Especializada em Agricultura Familiar no Mercosul (Reaf) e abrange a América Latina e o Caribe. No Brasil, a Sead vai realizar ações e publicar uma série de reportagens que darão visibilidade ao trabalho feminino no campo, além de oficinas, encontros de capacitação e empreendedorismo feminino, mutirões de serviço e atividades culturais.

“É por meio de suas próprias histórias pessoais e coletivas que pretendemos mostrar a importância da mulher como agricultora, geradora de renda e conhecimento, empreendedora, agente ambiental, administradora, pacificadora do campo e tantas outras funções que impulsionam a agricultura familiar e o desenvolvimento socioeconômico do país”, afirmou Solange.

 

Fonte: http://www.sul21.com.br/

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai disponibilizar nesta quarta-feira (09.11) R$ 30 milhões aos produtores rurais, referentes ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), exclusivamente para o segmento de frutas.

Ao longo deste ano já foram liberados R$ 50 milhões em subvenção aos fruticultores interessados em contratar o seguro rural. Seguindo calendário preestabelecido, nesta quarta será disponibilizado o último lote de subvenção para apólices de seguro rural de frutas. Com isso, a subvenção para o segmento totalizará R$ 80 milhões em 2016.

Quanto aos produtores que contrataram apólices de seguro rural junto à Nobre Seguradora, empresa liquidada extrajudicialmente em 4 de outubro último, o Mapa vem se reunindo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e entidades representativas dos produtores rurais no intuito de proporcionar alternativas para essa situação específica. Tais segurados que optaram por contratar o seguro novamente junto a outras seguradoras terão a oportunidade de concorrer pelos recursos da subvenção que serão disponibilizados nesta quarta-feira.

 

Fonte: http://www.agrolink.com.br/

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A aprovação do milho transgênico dos Estados Unidos ainda não provocou interesse dos importadores brasileiros, passados 10 dias da liberação pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Os principais fornecedores externos do País seguem sendo os parceiros de Mercosul, como Argentina e Paraguai.

Com alegada escassez de oferta para a produção de rações e forte inflação nos preços do produto nacional, a ideia era facilitar a entrada de milho norte-americano para a indústria de produção de ração animal. O governo chegou a oferecer isenção de tarifa para as compras do cereal de fora do Mercosul até o final do ano.

No entanto, até agora o Ministério de Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) não recebeu nenhuma requisição de importação das variedades transgênicas dos EUA. Até setembro o Brasil já importou de 1,42 milhão de toneladas de milho, o que representa uma alta de 532% na comparação com o mesmo período de 2015. Praticamente todo o produto foi comprado no Mercosul.

 

Fonte: http://www.agrolink.com.br/

 

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Que a abelha produz mel, todo mundo sabe. E não é pouco: só no Brasil, o setor apícola movimenta R$ 300 milhões por ano.

Mas e que 70% dos vegetais consumidos pelo homem dependem da polinização de insetos, sobretudo das abelhas, para serem cultivados, você sabia? O valor econômico deste mecanismo natural de “expansão rural” corresponde a 9,5% da produção agrícola mundial. O que só faz aumentar a preocupação com algo que tem sido observado com bastante frequência: as abelhas estão desaparecendo, em todo mundo.

Por aqui, apicultores de São Paulo e Santa Catarina registraram perdas significativas em suas colmeias nos últimos anos. É o que mostrou um artigo científico assinado por pesquisadores brasileiros e norte-americanos, publicado neste ano. As causas ainda estão sendo investigadas, mas há pelo menos dois casos que apontam para a CCD, sigla em inglês para o que especialistas chamam de “Distúrbio do Colapso das Colônias”.

O desaparecimento de abelhas pode estar relacionado a vários fatores, como a utilização de defensivos agrícolas; a perda de habitats, por conta do uso da terra; doenças e parasitas que atacam as colônias e até mesmo as mudanças climáticas. No caso da CCD, um dos sintomas é a inexistência de pragas naturais, como traças, além de uma rápida perda de abelhas operárias. Com excesso de crias e menos abelhas adultas para trabalhar, a colônia entra em colapso.

Nos Estados Unidos e na Europa, a CCD já foi confirmada, por isso apicultores de lá estão em alerta. Já no Brasil, a suspeita é forte, contudo, o que dificulta os trabalhos é a falta de estrutura para análise. Existe apenas um laboratório especializado, em São Paulo, que não consegue atender à demanda nacional. O ideal seria, pelo menos, um por região.
Para os especialistas, é preciso aumentar o monitoramento, para entender melhor o que está provocando o desaparecimento das abelhas, a resistência delas a produtos usados nas lavouras e elaborar estratégias para resolver o problema. “Sem o conhecimento efetivo de produtores e colônias no Brasil, não é possível mensurar a magnitude das perdas e nem associá-las de forma segura à CCD ou a outros colapsos”, afirma a pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia Carmen Pires, especialista em ecologia de pragas e uma das responsáveis pelo artigo.

 

Fonte: http://www.agrolink.com.br/

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O Ministério da Agricultura prevê que, a partir do fim de 2016, a pressão dos alimentos sobre a inflação deve começar a diminuir, com o início da colheita da safra 2016/2017. Este panorama foi traçado nesta quinta-feira, 6, pelo secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Néri Geller, após a apresentação do primeiro levantamento da safra, feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

De acordo com Geller, o feijão – um dos principais produtos com impacto inflacionário recente – tende a registrar queda de preço a partir de novembro ou dezembro. "A partir do momento que entrar a primeira safra, e temos expectativa forte da produção de feijão, com certeza automaticamente o preço vai cair. E vai cair muito", afirmou Geller a jornalistas. "Isso vai ter um impacto na inflação do País e em toda a economia", acrescentou. Segundo Geller, porém, não apenas o feijão vai contribuir para uma inflação menor, mas também outros produtos de consumo regular, como o arroz e as aves.

Na safra 2016/2017, o feijão foi diretamente prejudicado pelo fenômeno El Niño, que alterou os regimes de chuvas em várias regiões. A produção total no período, considerando as três safras da cultura, atingiu 2,5 milhões de toneladas. É pouco, considerando o largo consumo no Brasil. Em função disso, o índice oficial de inflação – o IPCA – vinha registrando, no primeiro semestre deste ano, um peso considerável da leguminosa na alta de preços. No IPCA de agosto, os preços já começaram a arrefecer, com o feijão carioca cedendo 5,60%. No acumulado de 2016 até agosto, porém, o produto ainda acumula alta de 136,57%. Como a projeção da Conab para a safra 2016/2017 de feijão (considerando todos os tipos) é de produção entre 2,89 milhões e 3,05 milhões de toneladas, sendo entre 1,16 milhão e 1,23 milhão de toneladas já na primeira safra, a expectativa é de que, de fato, os preços sejam mais favoráveis ao consumidor final.

A previsão de que isso ocorra a partir dos últimos meses deste ano, citada por Geller, está de acordo com leituras feitas dentro do Banco Central. O BC, em suas comunicações recentes, vem citando que a redução dos efeitos do choque dos alimentos sobre a inflação é um dos três fatores necessários para permitir o início do ciclo de cortes da Selic (a taxa básica de juros), atualmente em 14,25% ao ano. Os outros dois são a desinflação de serviços e o avanço do ajuste fiscal.

 

http://www.jornaldebrasilia.com.br/

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Subiu para 73% no primeiro semestre de 2016 o percentual de conformidade dos alimentos no Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos (Rama), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). A melhora foi de sete pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior, quando era de 66%.

Isso significa que menos alimentos apresentaram “inconformidades”, como índices acima do Limite Máximo de Resíduos (LMR), ingredientes Não Autorizados (NA), ou mesmo uma combinação dos dois (LMR+NA), além de ingredientes Proibidos. A verificação é feita com tecnologia de rastreamento desenvolvida pela empresa PariPassu. Segundo Giampaolo Buso, diretor comercial da empresa, apenas 3% dos resultados estão acima do LMR. “Neste cenário, o ingrediente ativo é correto para a cultura, mas houve alguma falha no respeito à carência ou à concentração do ingrediente ativo”, explica.

Por outro lado, 21% das amostras apresentaram ingredientes ativos não autorizados para determinada cultura. “É importante destacar que boa parte dessas culturas, em que averiguamos esse uso de ingredientes ativos não autorizados, já estão sendo beneficiadas com a ampliação do suporte fitossanitário pelo governo”, destaca Buso.

Nos casos em que o programa identifica ingredientes não autorizados (NA) e ingredientes acima do limite (LMR), é aplicada a Política de Correção do Rama. O procedimento a partir daí conta com plano de ação apoiado pelo poder público, através de órgãos como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

Neste ano o Rama apresentou crescimento de 23,1% no volume de frutas, verduras e legumes (FLV) rastreados nos seis primeiros meses do ano na comparação com 2015. O programa monitora e rastreia no Brasil uma média mensal de 80 mil toneladas de frutas, legumes e verduras desde o ano de seu lançamento, em 2011.
 
“O Programa RAMA atinge uma média de 1 milhão de toneladas rastreadas por ano, o que para nós da ABRAS é motivo de muito orgulho, em especial pelos serviços que prestamos aos consumidores, apoiando a redução do consumo de agrotóxicos no País. Nosso objetivo é disseminar ainda mais esse programa para que mais empresas varejistas participem e melhorem continuamente a qualidade dos produtos oferecidos”, afirma Marcio Milan, superintendente da Abras.

 

Fonte: http://www.agrolink.com.br/

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Como forma de conter os preços para o consumidor final, o presidente interino Michel Temer anunciou a liberação da importação de feijão do Mercosul. No entanto, o analista de mercado Carlos Cogo aponta que a medida é muito mais midiática do que efetiva, uma vez que não altera significativamente o quadro atual.

Isso porque o feijão preto já é liberado para importação, sendo que o Brasil compra entre 150 mil e 350 mil toneladas por ano, a maior parte da Argentina e da China. Por outro lado, o feijão mais consumido pelo brasileiro é o carioca (ou carioquinha): responsável por 3,3 milhões de toneladas, ou 75% da demanda.

O problema reside justamente nesse ponto – simplesmente não há produção deste tipo de feijão em outros países. Segundo Alcido Elenor Wander, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Arroz e Feijão, não se produz o 'carioca' em outros lugares porque não há mercado para essa variedade fora do Brasil.

De acordo com Carlos Cogo, a única saída seria convencer a população a mudar seus hábitos: “A tendência, então, é ter mais feijão preto no mercado. Com uma quantidade maior disponível, seu preço tende a cair. Já o carioca só deve ficar mais barato se houver uma queda no consumo. Ou seja: se as pessoas passarem a comer feijão preto, que está mais barato, haverá menos procura pelo carioca e seu preço pode baixar”.

“O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirmou que a liberação da importação do feijão visa a ‘quebrar monopólio’ de pequeno grupo de importadores e permitir que redes de supermercados e atacadistas busquem o grão fora do País. Qual monopólio? Qualquer empresa/atacadista pode importar feijão, desde que exista para comprar”, questiona Cogo.

 

Fonte: https://www.agrolink.com.br/

 

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