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Os desafios que se impõem ao maior produtor de grãos do mundo, o Brasil, no caminho para desenvolvimento econômico e social sustentável foi o mote da sessão científica da Reunião Magna da ABC, da tarde de terça-feira, 9 de maio. No encontro, o presidente da Embrapa, Mauricio Lopes, a secretária adjunta da Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, Monica Porto, e o diretor Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), Edson Watanabe, falaram sobre a necessidade de se harmonizar o gerenciamento dos recursos hídricos, a produção agrícola e a geração de energia limpa, visando ao sustento da economia e ao bem-estar da população. O Acadêmico e engenheiro agrônomo Elibio Rech Filho coordenou a sessão.

Para os especialistas que compuseram a mesa de debates, os investimentos contínuos em ciência e tecnologia, em uma perspectiva de desenvolvimento econômico-social sustentável, têm garantido os avanços do país em áreas como a agropecuária e a geração de energia. Sob o ponto de vista da agricultura, o presidente da Embrapa, Mauricio Lopes, ressaltou a trajetória de sucesso do Brasil na área de produção alimentar dos últimos 40 anos. "Não foi fácil nos tornarmos um modelo de agricultura para o mundo. Somos o maior cinturão agrícola em região tropical, tendo que, para isso, ter aprendido a dominar ambientes difíceis, um solo pobre, lixiviado e rico em manganês e alumínio", disse Mauricio Lopes, lembrando que até os anos 70 o país não tinha adquirido expertise para lidar com tamanha diversidade.

"A agricultura era concentrada na faixa litorânea e não passávamos de um país agroexportador de café e açúcar. Conseguirmos avançar por meio de um modelo de agricultura pautado em ciência e tecnologia. Um trabalho que a Embrapa realizou, por meio da parceria com centros de pesquisa, e da criação de um sistema integrado de lavoura e floresta", afirmou.

Segundo dados da Embrapa, em 38 anos o Brasil saiu da marca de produtividade de 1,4 toneladas por hectares, para 4,5 toneladas. "A ciência teve um papel decisivo nessa evolução, que gerou impactos no preço da cesta básica e no mercado global, visto que somos provedores de alimentos para cerca de 1 bilhão de pessoas", disse Lopes, ressaltando em seguida: 

"Podemos perder o grande bonde da história se não forem realizados investimentos contínuos em ciência e tecnologia. É preciso que seja gerado conhecimento e inovação para que o país se mantenha como líder da produção agrícola nos trópicos", alertou o presidente da Embrapa. Veja a apresentação de Maurício Lopes 

"Precisamos aprender com a crise hídrica de 2014 e 2105"

Sobre história, Monica Porto disse que o país tem muito a aprender, principalmente no quesito gerenciamento eficiente dos recursos hídricos. Referindo-se a um passado bastante recente e presente na memória dos brasileiros, a crise hídrica de 2014 e 2015, a secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo e professora titular Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) contou que acompanhou de perto os níveis do Cantareira, o maior dos sistemas administrados pela Sabesp (Companhia de Águas e Esgotos de São Paulo), destinado a captação e tratamento de água para a Grande São Paulo. 

Segundo ela, embora o Brasil tenha sido pioneiro na gestão do uso dos recursos hídricos, com a publicação do Código de Águas em 1934, até hoje o país não enfrentou o desafio de pensar o gerenciamento do uso da água de forma integrada. Isto é, considerando tanto a produção de energia e quanto a de alimentos. "Ao se falar em segurança hídrica, pensa-se em reuso da água e dessalinização. Alternativas com um potencial enorme para minimizar uma crise hídrica de um lado, mas capazes de pressionar ainda mais o consumo de água. O mesmo acontece quando se fala em biocombustíveis. Melhoro a matriz energética, mas pressiono a matriz da água. É preciso que se olhe para essas inter-relações que acontecem com o uso da água", ressaltou Monica.

Para a secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, a seca de 2014 e 2015 trouxe uma série de lições. Uma delas, a urgência de se reduzir o risco de desabastecimento às populações. "É preciso mudar a forma de gerir a água nas cidades. Temos que colocar na prática a noção de uso múltiplo da água. Pela complexidade do tema, temos dificuldades em esclarecer os múltiplos uso dos recursos hídricos a fim de se manter as seguranças alimentar, hídrica e energética", afirmou.

De acordo com a professora da USP, para não se repetir os erros de um passado recente a saída é a articulação plena entre inovação, financiamento e governança."É preciso repensar esse sistema de gestão da água para não passarmos novamente pela mesma situação de crise hídrica que vivemos. Existe uma necessidade urgente de se desenvolver conceitos de gestão de risco, prevenção e preparação. É preciso que se pense em investimentos em desenvolvimento tecnológico, mas também institucional, por meio da melhoria de alternativas ao sistema econômico, por exemplo. Seja por meio do uso de financiamentos, indenizações a agricultores ou seguros que protejam determinados setores num momento em que tenho que privilegiar um uso da água ao outro", sugeriu Monica.

A especialista referiu-se, especialmente, à agricultura irrigada, que consome 75% da água disponibilizada, visto que seu sistema não prevê um reaproveitamento. Enquanto isso, a indústria consume só 6%. "Na crise de 2014 e 2015, houve um impacto significante no abastecimento do cinturão agrícola de São Paulo. Se parássemos a irrigação, comprometeríamos também o abastecimento de toda a Região Metropolitana de São Paulo. Ao mesmo tempo, os reservatórios do Paraíba do Sul foram pressionados pela necessidade de demanda de energia elétrica, o que colocou o Rio de Janeiro e uma situação de risco de desabastecimento. Por tudo isso, é preciso repensar esse sistema de gestão de água", enfatizou ela. Confira a apresentação de Monica Porto

Energia, um desafio do presente

Para o diretor da Coppe, Edson Watanabe, o caminho para a mudança passa por renovação na maneira dos homens pensarem o consumo dos recursos naturais na Terra. "Hoje, o que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) faz no Brasil é adequar a oferta de energia à demanda de nós, brasileiros. Seja ligando ou desligando as termelétricas, por exemplo. Precisamos ter a consciência de que o comportamento humano também impacta no meio ambiente. Gastar menos energia é uma mudança de cultura", disse ele. 

Em sua fala, o engenheiro lembrou que o futuro, que se anuncia, segundo ele, aponta para uma nova lógica de consumo e produção de energia, onde o consumidor também será produtor. Para o Watanabe, essa nova relação vai exigir de todos nós um controle maior do uso da energia. "Com as Smart Grids, cidades inteligentes, o consumidor vai produzir, além de consumir. Mas ele deverá ter um controle maior da sua demanda, não poderá ligar o ar-condicionado quando quiser ou usar o chuveiro elétrico e o ferro de passar ao mesmo tempo. Isto porque não haverá um ONS para prover mais energia a ele", explicou.

O aumento no uso de energias renováveis também impõe o mesmo desafio: o de se aprender a racionalizar o consumo. Watanabe ressaltou que quando toda a energia elétrica consumida for produzida por meio de fontes como o sol, o vento ou a força das ondas, será preciso criar um sistema de armazenamento capaz de garantir a oferta de eletricidade à toda a população. "Precisamos aprender a armazenar energia de forma barata, quando falamos de formas intermitentes, como as energias renováveis. Baterias, ar comprimido, armazenamento por meio de hidrogênio, via eletrólise, essas são algumas alternativas que já vem sendo testadas" listou ele, que fez à plateia um instigante desafio de reflexão:

"Quanto precisamos de energia elétrica hoje? O Brasil tem uma capacidade instalada de 152 GW (gigawatts). A cada 10 anos, temos que dobrar essa capacidade. Como acompanharemos esse crescimento?", questionou o especialista. Acesse aqui a apresentação de Edson Watanabe.
Aline Salgado (Assessoria de Comunicação da Academia Brasileira de Ciências (ABC) 
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia 
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Telefone:  ( 21) 3907-8129

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

 

Fonte: https://www.embrapa.br/

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Seminário vai abordar o papel do biodiesel e bioquerosene na recuperação econômica e no desenvolvimento sustentável

A contribuição brasileira para conter as mudanças climáticas passou a ser um compromisso no dia 21 de setembro de 2016, quando o governo brasileiro entregou à Organização das Nações Unidas o instrumento de ratificação do Acordo de Paris sobre a mudança do clima. O objetivo é frear o aquecimento global e fortalecer a capacidade dos países de lidar com as consequências das mudanças climáticas.

Pensando nisso, a União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio) comemora seus 10 anos de trajetória com o seminário “Biodiesel e Bioquerosene: Sustentabilidade econômica e ambiental”. O evento acontecerá no dia 24 de maio de 2017, em Brasília-DF, e a programação inclui três painéis de discussão e lançamento da Rede Brasileira de Bioquerosene e Hidrocarbonetos Renováveis para Aviação.

Além do setor produtivo, o evento também contará com a participação do setor consumidor e distribuidor, governo e sociedade. Estarão presentes nos paineis representantes dos ministérios de Minas e Energia (MME), Meio Ambiente (MMA), Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), Relações Exteriores (MRE), Embrapa Agroenergia, Agência Nacional do Petróleo, Gás Natuaral e Biocombustíveis (ANP), Secretaria de Aviação Civil (SAC) e BR Distribuidora, entre outros.

Com a ratificação do acordo de Paris, o Brasil se comprometeu a reduzir 37% das emissões de Gases de Efeito Estufa – GEE, até 2025, e 43%, até 2030. Uma das metas estipuladas, para alcançar esse objetivo, é aumentar a participação da bioenergia sustentável, o que representa o aumento do teor de biodiesel no diesel mineral. Por isso, durante a fase de consulta pública do programa RenovaBio, tema do terceiro painel, a Ubrabio propôs a garantia da previsibilidade para que a mistura obrigatória alcance, no mínimo, B20 (20% de biodiesel), em 2030.

Produzido a partir de óleos vegetais e resíduos como o sebo bovino e o óleo de fritura usado, o biodiesel está presente na vida dos brasileiros desde 2005, quando o país começou a usar 2% de biodiesel no óleo diesel (B2), em misturas facultativas. A disponibilidade de matérias-primas e capacidade de produção do setor – que hoje sofre com ociosidade da ordem de 50% –, o Brasil tem plena capacidade de avançar da atual mistura obrigatória B8 para chegar a B20 em 2030.

“Para isso, é importante que o poder público e a sociedade discutam o papel do biodiesel e bioquerosene na recuperação econômica e no desenvolvimento sustentável e que medidas são necessárias para promover a competitividade de toda a cadeia produtiva”, comenta o presidente do Conselho Superior da Ubrabio, Juan Diego Ferrés.

Tendo o B20 como mistura mínima obrigatória em 2030, serão emitidas 34 milhões de toneladas de CO2 a menos, o que equivale a 250 milhões de árvores plantadas por ano. De 2005 a 2016, o Brasil consumiu 25 bilhões de litros de biodiesel, o que representa 47 milhões de toneladas de CO2 evitadas. Além disso, este combustível renovável reduz a emissão dos principais causadores da poluição atmosférica, contribuindo para melhorar a qualidade do ar que a população respira.

Realizado pela Ubrabio, com apoio do MME, do MCTIC e da Embrapa Agroenergia, o seminário “Biodiesel e Bioquerosene: Sustentabilidade econômica e ambiental” acontece no dia 24 de maio, das 9h às 17h, no auditório do MME, em Brasília. As inscrições são limitas e gratuitas. A pré-inscrição pode ser feita no link e está sujeita a confirmação.

 

Fonte: https://www.agrolink.com.br/

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A mitigação de carbono e o cuidado com o desenvolvimento econômico e social das comunidades, se tornaram as principais preocupações das corporações mundiais. Para se aproximar deste objetivo as empresas introduziram cinco importantes mudanças de comportamento. Trata-se da política dos cinco R’s – repense, recuse, reduza, reuse e recicle –, possíveis pilares que buscam tornar o planeta Terra mais sustentável.

Cada indivíduo também pode adotar uma dessas formas e inserir na sua rotina. Ações que vão desde o consumo de produtores locais, segregação de recicláveis e dar novos usos a materiais descartados. As empresas, por meio de sistemas de produção e distribuição mais eficientes, devem buscar o uso racional dos recursos naturais, a minimização dos impactos ambientais e a conservação da biodiversidade, num contexto de estratégia empresarial voltada para a sustentabilidade.

O setor elétrico é o grupo econômico que mais busca oportunidades e enfrenta desafios para incorporar a sustentabilidade aos seus valores. De acordo com o último levantamento do Ministério de Minas e Energia, em 2015, a geração de energia elétrica oriunda de fontes não renováveis representou 75,9% na matriz elétrica mundial. E como elas podem reduzir as emissões de gases de efeito estufa adotando os 5 R’s?

1º Repensar: ações e equipamentos utilizados na rede elétrica – atualmente, no Grupo CPFL Energia, cerca de 300 clientes têm instalados em suas residências placas fotovoltaicas. Eles estão gerando sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis. Estimular a micro geração distribuída, e a forma de levar o excedente de energia para a rede de distribuição, ampliando a oferta. Outra maneira positiva de atuar é repensando a utilização de equipamentos. Ao usar os transformadores verdes, a CPFL reduz riscos de acidentes ambientais. A substituição do óleo isolante mineral, o ascarel, usado no sistema de refrigeração dos transformadores, pelo óleo isolante vegetal biodegradável, reduz o tempo de degradação do óleo no solo de 15 anos para 45 dias.

2° Recusar: os famosos “gatos”, identificá-los e regularizá-los – uma ligação direta na rede elétrica sem o conhecimento e autorização da distribuidora de energia elétrica é crime previsto no Código Penal e a reclusão pode chegar a quatro anos. Existem casos em que se rompe os lacres do relógio medidor, sobrecarregando o sistema elétrico e provocando interrupções no fornecimento de energia. A regularização não só traz cidadania, como também beneficia todos os consumidores com um serviço de melhor qualidade. No Brasil, o prejuízo com este tipo de prática chega a R$ 8 bilhões. O Programa de Eficiência Energética da CPFL Energia, em 2016, investiu R$ 5,2 milhões nesta ação, beneficiando 1.950 clientes residenciais de baixo poder aquisitivo, promovendo ações educacionais sobre o uso consciente de energia elétrica.

3° Reduzir: o desperdício de energia elétrica – preservar os recursos naturais e promover educação para o uso racional de energia elétrica. Esses são os objetivos dos programas de eficiência energética das distribuidoras brasileiras. Pela lei, elas devem aplicar 0,4% de sua receita operacional líquida em ações que evitem o desperdício. Graças a aplicação dos projetos de eficiência energética. De 2008 até junho de 2016, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) contabilizou uma economia de 4.629 GWh ao longo dos anos.

4° Reutilizar: material em benefício da população – equipamentos oriundos da rede elétrica e não mais utilizados, como postes e cruzetas de madeira, com o passar do tempo, devem ser trocados e seu descarte deve ser adequado. Num bom exemplo dessa ação, desde 2014, a CPFL, em parceria com a Prefeitura Municipal de Várzea Paulista, transforma cruzetas em bancos, que são distribuídos durante a revitalização de praças na cidade. Além disso, a adoção de uma logística reversa, para a reforma de medidores e transformadores, evita custos e contribui para o reaproveitamento por terceiros. É feita a triagem nas bases operacionais, os equipamentos sem possibilidade de recuperação são retirados e destinados para aterros industriais, que comercializam a sucata para fabricantes de panelas, móveis e confecção de cercas. Os materiais bons permanecem, são recuperados e retornam ao estoque.

5° Reciclar: por meio da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), decorrente da Lei nº 12.305 – as empresas podem dar o devido retorno de peças e equipamentos retirados de serviço, a partir de processos que descontaminam e evitam danos ao homem e ao meio ambiente. Equipamentos e peças que não possuem qualidade suficiente para serem reutilizados, como porcelanas de isoladores, alumínio de cabos e luminárias, metais componentes de transformadores, vidro de lâmpadas, passam por um processamento, são classificados e viram matéria-prima para a indústria. Os materiais são destinados para setores diversos como construção civil, indústria cerâmica e metalúrgica, entre outras. A comercialização desses insumos gera recursos, que tornam toda a cadeia sustentável.

A adoção dessas medidas pode concretizar a sustentabilidade nas políticas de qualquer empresa, independente do seu negócio. Integrar em seus processos de tomada de decisão, considerações ambientais e sociais, desde as fases de projeto até a construção e operação dos seus empreendimentos, fortalece o RESPEITO e o caminho para o reconhecimento de uma empresa social e ambientalmente responsável.

Rodolfo Nardez Sirol, Diretor de Sustentabilidade e Meio Ambiente da CPFL Energia.

 

Fonte: http://jornaldaconstrucaocivil.com.br/

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O cenário não é dos melhores. Dois terços da humanidade vivem em regiões onde há escassez de água ao menos uma vez por mês, e nossa demanda por água deve aumentar 50% até 2030, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Não é à toa que líderes presentes no Fórum Econômico Mundial no ano passado identificaram os recursos hídricos como o principal risco global nesta década.

Esses fatos tornam ainda mais urgente o apelo feito pela ONU hoje, quando é celebrado o Dia Mundial da Água. A organização convocou governos, empresas e cidadãos a combater o desperdício e promover o reuso, inclusive daquela que hoje vai parar no esgoto sem qualquer tratamento. Confira a seguir algumas iniciativas que buscam solucionar os problemas de abastecimento.

Pequim: Transposição de água

A China está entre os 13 países listados pela ONU com grave falta d'água: com 21% da população mundial, o país tem apenas 6% da água potável do planeta. Cerca de 400 cidades do país enfrentam obstáculos de abastecimento, e Pequim é uma delas: com uma população crescente, a capital já consome mais água do que tem disponível em seus reservatórios.

Além disso, diversos rios chineses secaram em decorrência de secas prolongadas, crescimento populacional, poluição e expansão industrial. Para enfrentar a questão, a companhia de água de Pequim está apostando em um projeto multibilionário para redirecionar rios, o Projeto de Desvio de Água Sul-Norte.

O objetivo é mover bilhões de metros cúbicos de água do sul ao norte (mais árido) anualmente ao longo de uma distância superior à que separa o Oiapoque do Chuí (extremos do Brasil), a um custo que deve superar os US$ 60 bilhões (R$ 186 bilhões).

Perth (Austrália): Dessalinização

Perth é a "cidade mais seca" entre as metrópoles da Austrália. Segundo a presidente da Western Australia Water Corporation, Sue Murphy, as mudanças climáticas ocorreram mais rápido e antes do que era esperado no oeste do país. "Nas últimas duas décadas, a água de nossos reservatórios foi reduzida para um sexto do que havia antes", disse. A cidade construiu duas grandes estações para remover o sal da água coletada no oceano Índico e torná-la potável.

Nova York: Proteção de mananciais

Uma das maiores cidades do mundo, Nova York iniciou nos anos 1990 um amplo programa de proteção aos mananciais de água para prevenir a poluição nessas nascentes e, assim, evitar gastos volumosos com tratamento ou busca de novas fontes de abastecimento. O projeto incluiu aquisição de terras pelo governo nas nascentes de água, com o objetivo de proteger sua vegetação e garantir que os lençóis freáticos continuassem a ser alimentados; assistência financeira a comunidades rurais nessa região em troca de cuidados com o meio ambiente; e mitigação da poluição nos mananciais.

Com isso, a cidade conseguiu ampliar em décadas a vida útil de seus mananciais. O programa também envolveu campanhas pela redução do consumo. Dados oficiais apontam que o consumo per capita da cidade era de 204,1 galões de água por dia em 1991 e caiu para 125,8 galões/dia em 2009.


Zaragoza (Espanha): Conscientização e metas

Secas severas nos anos 1990 deixaram milhões de espanhóis temporariamente sem água. Mas um relatório da Comissão Europeia aponta que o maior problema no país não costuma ser a falta de chuvas, e sim "uma cultura de desperdício de água". A cidade de Zaragoza, no norte, encarou o problema com uma ampla campanha de conscientização em escolas, espaços públicos e imprensa pelo uso eficiente da água e o estabelecimento de metas de redução de consumo. Dos cerca de 700 mil habitantes, 30 mil se comprometeram formalmente a gastar menos água.

A estratégia incluiu incentivos para a compra de aparelhos domésticos econômicos (chuveiros, vasos sanitários, torneiras e máquinas de lavar louça eficientes, cujas vendas aumentaram em 15%); melhoria no uso da água em edifícios e espaços públicos, como parques e jardins; e cuidados para evitar vazamentos no sistema.

A meta estabelecida em 1997, de cortar o consumo doméstico de água em mais de 1 bilhão de litros água em um ano, foi atingida. Antes da campanha, diz a Comissão Europeia, apenas um terço das casas de Zaragoza praticava medidas de economia de água; ao final da campanha, eram dois terços. O consumo total caiu mesmo com o aumento no número de habitantes.

"O projeto mostrou que é possível lidar com a falta d'água em um ambiente urbano usando uma abordagem economicamente eficiente, rápida e ecológica", disse o 2030 Water Resources Group, consórcio que reúne ONGs, governos, ONU e empresas em busca de soluções ao uso da água no mundo.

Cidade do Cabo (África do Sul): Guerra ao desperdício

Khayelitsha, a 20 km da Cidade do Cabo, é uma das maiores "townships" (como são chamadas as comunidades carentes sul-africanas) do país, com 450 mil habitantes. No início dos anos 2000, uma investigação descobriu que cerca de uma piscina olímpica era perdida por hora por causa de vazamentos em sua rede de água.

A principal fonte de desperdício eram os encanamentos domésticos, muitos dos quais deficientes e incapazes de resistir alta à pressão de bombeamento da água. Com isso, aumentavam o consumo de água e também a inadimplência, já que muitas pessoas não conseguiam pagar as contas mais caras. Além disso, a Cidade do Cabo vive sob constante ameaça de falta d'água.

Um projeto-piloto de US$ 700 mil, iniciado em 2001, funcionou em duas frentes: a reforma de encanamentos ruins e a redução da pressão da água fornecida ao bairro, para evitar os vazamentos. Segundo um relatório do governo da Cidade do Cabo, o projeto custou menos de US$ 1 milhão e o investimento foi recuperado em menos de seis meses.

Com a iniciativa, aliada a uma campanha de conscientização para evitar desperdícios, Khayelitsha conseguiu economizar 9 milhões de metros cúbicos de água por ano, equivalente a US$ 5 milhões, segundo o consórcio 2030 Water Resources.

Fonte: http://www.bbc.com/

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Política nacional de recursos hídricos completa 20 anos em 2017 e será avaliada durante o encontro. Evento acontece nesta terça (21) e na quarta-feira (22)

Como parte da programação do Mês das Águas, Brasília recebe, nesta terça (21) e quarta-feira (22), o seminário sobre os 20 anos da política nacional de recursos hídricos. O evento discutirá, além de pontos específicos relacionados à lei, a preparação para o 8º Fórum Mundial da Água, que ocorre em abril de 2018.

“A partir do momento em que Brasília recebeu o bastão para sediar o próximo fórum, qualquer ação que se faz sobre o tema passa a ser preparatória”, resume o chefe da Unidade Estratégica de Água, da Secretaria do Meio Ambiente, Sérgio Ribeiro. “Neste caso, é mais uma oportunidade para olharmos para trás e vermos o que fizemos e o que precisamos melhorar.”

O seminário ocorrerá no Auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados. Hoje, a programação será das 17 às 19h30. Os interessados ainda podem se inscrever gratuitamente pelo link https://goo.gl/forms/fouigwyKBzXlVm7C2. Para quarta, quando a programação será das 8 às 17 horas, as vagas estão esgotadas.

Programação do seminário Águas do Brasil

A Lei das Águas (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9433.htm), como é designada a política nacional do setor, tem o objetivo de assegurar a disponibilidade e garantir o uso racional dos recursos hídricos.

Segundo Ribeiro, o texto está sendo revisado no Congresso Nacional. “Esse tipo de evento ajuda a qualificar a discussão e sistematizar sugestões que servirão para as mudanças na lei.”

A abertura da programação é às 17 horas de hoje com uma palestra magna sobre os 20 anos da lei. Na mesma ocasião, o secretário do Meio Ambiente, André Lima, lançará a Conferência Distrital do Meio Ambiente, que ocorrerá em 24, 25 e 26 de novembro.

O tema será Cuidando das Águas, e as reuniões preparatórias nas regiões administrativas começarão em junho.

amanhã, uma série de mesas-redondas servirá para a discussão das seguintes questões:

Governança e segurança hídrica
Avanços e desafios da lei
Sustentabilidade e participação social
Haverá ainda uma palestra, às 13h30, sobre o processo de dessalinização adotado em Israel. O palestrante será o diretor do Programa Nacional de Água e Energia Renovável do país, Oded Distel.

O Mês das Águas

O Mês das Águas é organizado por órgãos dos governos federal e local, entidades de cunho ambiental e organizações da sociedade civil. A programação termina no sábado (25) e ainda envolve debates, práticas esportivas e exposição. A lista completa com as atividades está no site do Ministério do Meio Ambiente.

A comemoração foi instituída no DF em 2015 em alusão ao Dia Mundial da Água, 22 de março. A Secretaria do Meio Ambiente é uma das coordenadoras das ações em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e a Agência Nacional de Águas (ANA), no âmbito federal.

 

Fonte: https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/

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Mais de 80% do esgoto produzido no mundo volta sem tratamento à natureza. No Brasil, apenas 35% é tratado. A previsão da Organização das Nações Unidas (ONU) é que, até 2030, a demanda por água no mundo deve aumentar em 50%. Ao mesmo tempo, mais de 80% do esgoto produzido pelas pessoas volta à natureza sem ser tratado.

Diante desse cenário, a organização mobiliza governos, setor privado e sociedade civil contra o desperdício, por melhoria nos sistemas de coleta e tratamento de esgoto e pelo reaproveitamento das águas residuais urbanas.

As águas residuais são os recursos hídricos utilizados em atividades humanas e que se tornam impróprios para o consumo, mas podem ser utilizadas para outros fins após tratamento.

Segundo a ONU, os custos da gestão dessas águas são ultrapassados pelos benefícios para a saúde humana e o desenvolvimento e sustentabilidade ambiental.

 

Fonte: http://radioagencianacional.ebc.com.br/

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Há algumas semanas, apresentamos aqui no Blog da Engenharia o projeto da” Litro de Luz”, da ONG que incentiva a utilização de fontes de luz ecológicas e baratas, feitas com garrafas PET, canos de PVC, lâmpadas de LED e placas solares. Dessa ideia, surgiu o Poste Solar (saiba mais aqui).

Agora, uma empresa brasileira do segmento de engenharia passou a adotar essas lâmpadas ecológicas na iluminação dos canteiros de suas obras. Feitas a partir de garrafas PET reaproveitadas, as peças já ajudaram a companhia a economizar mais de R$ 8 mil em energia elétrica.

A ideia foi implementada no início de 2015 em oito canteiros. Desde então, e a empresa chegou a economizar 30% de energia elétrica. Dependendo da intensidade da luz solar, cada garrafa PET equivale a uma lâmpada incandescente de 40watts a 60watts.

Como funciona?
As lâmpadas ecológicas de PET iluminam graças ao uso de água sanitária (1 litro do produto pode ser usado em centenas dessas peças). As garrafas precisam ser transparentes e são preenchidas com água limpa e a medida de uma tampa da PET com água sanitária. O produto evita que o conteúdo fique turvo com o tempo.

Depois disso, a garrafa é encaixada e vedada com silicone em um orifício na telha, com apenas 1/3 da embalagem para fora. A parte que fica do lado externo capta a luz solar e ilumina dentro do ambiente.

Além de econômico e eficiente, o método também é sustentável. Com o reuso das garrafas PET, evita-se o descarte das embalagens e de lâmpadas incandescentes no meio ambiente. Estas últimas contaminam os locais com metais pesados contidos nelas.

Outra vantagem é que a lâmpada de garrafa PET não emite gases responsáveis pelo efeito estufa – a incandescente de 60watts, se ligada por 14 horas diariamente, libera 200 kg de dióxido de carbono em um ano.

E você, adotaria a medida no canteiro de sua obra? Caso ainda não tenha se convencido, assista ao vídeo.

 

Fonte: http://blogdaengenharia.com/

 

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Imagine uma máquina de reciclagem que te dá passagens de ônibus ou descontos na conta de luz em troca de latinhas e garrafas? Além de se livrar dos materiais, você ainda economiza um bom dinheiro (afinal, não tá fácil pra ninguém). Isso existe? Sim, e a responsável é uma start-up paulistana.

São 17 máquinas de reciclagem espalhadas por São Paulo prontas para coletar latas de alumínio e garrafas PET e deixar muitas pessoas satisfeitas com crédito na conta de luz ou no Bilhete Único (para andar de ônibus ou metrô). O projeto é da start-up Triciclo e visa otimizar o serviço de reciclagem na capital paulista em troca de recursos que todos as pessoas usufruem.

Conhecido como Retorna Machine, até agora o equipamento já coletou mais de 300 mil embalagens, cerca de  quatro toneladas de garrafas PET e aproximadamente duas toneladas de alumínio. Mais de 6 mil reais foram revertidos em bônus para recarga no cartão de transporte ou na conta de energia elétrica.

Como essa máquina de reciclagem funciona na prática?
Segundo Felipe Cury, um dos sócios da Triciclo, é tudo bem simples e sem burocracia, como um programa de fidelidade. “O negócio funciona como um programa de fidelidade. O usuário se cadastra na própria máquina, no site ou no aplicativo e acumula pontos”, disse em entrevista ao UOL.

Cada garrafa PET (de todos os tamanhos) vale 10 pontos e cada lata de alumínio vale 15. Quando o usuário atinge 100 pontos, ganha um crédito de 35 centavos de crédito no Bilhete Único ou 27 na conta de luz. Ou seja: 72 latinhas ou 109 garrafas por uma passagem de ônibus, que custa atualmente R$3,80 (1085 pontos, no total).

O sistema permite que cada pessoa inclua 10 embalagens por dia, para deixar tudo equilibrado e com capacidade para todos. Caso um indivíduo coloque mais que o limite, o valor é revertido para ONGs parceiras. O bônus é bancado pela venda dos resíduos às cooperativas e parcerias com grandes empresas.

Os planos da Triciclo são ambiciosos e os responsáveis já estão trabalhando para que a Retorna Machine receba outros materiais, como garrafas de vidro, caixas de suco/leite e embalagens de aerosol. Além disso, a start-up visa levar a inovação para outros estados brasileiros.
Embora exista desde 2015, a ideia demorou meses para se tornar popular. Atualmente, a máquina de reciclagem localizada na estação Sé é a que mais recebe materiais. Outros lugares estratégicos que possuem a máquina são a estação Pinheiros e Faria Lima, além de supermercados. Confira os pontos da Retorna Machine aqui.

 

Fonte: http://blogdaengenharia.com/

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O Brasil abriga um quinto das reservas hídricas do mundo, mas a abundância não significa acesso universal a água própria para o consumo, nem a saneamento. Menos da metade — cerca de 48% — da população brasileira é atendida por serviços de esgoto e apenas 39% das residências têm seus rejeitos tratados.

Os números são do Banco Mundial, que fez alerta para as desigualdades na distribuição de água entre a população, a indústria e a agricultura no Brasil, além de detalhar a importância dos recursos hídricos para a economia brasileira.

Embora 82,5% dos brasileiros tenham acesso à água, apenas 43% dos domicílios entre os 40% mais pobres do País têm vasos sanitários ligados à rede de esgoto, segundo dados de 2013.

A falta de tratamento faz com que poluentes sejam jogados diretamente na água ou processados em tanques sépticos desregulados, com graves consequências para a qualidade dos recursos hídricos, bem como para o bem-estar da população.

O Banco Mundial chama atenção ainda para o desperdício registrado nas empresas de abastecimento — perdas chegam a 37%.

De acordo com a agência da ONU, o financiamento e subsídios do setor são baseados em uma estrutura tarifária ultrapassada que, somada ao excesso de pessoa e elevados custos operacionais, encarecem a oferta para os consumidores.

Os gastos com a produção inviabilizam novos investimentos, capazes de tornar a infraestrutura mais resistente a eventos climáticos extremos como secas e inundações.

Economia brasileira depende da água
O organismo financeiro destaca que 62% da energia do País é gerada em usinas hidrelétricas e 72% da água disponível para o consumo é destinada à irrigação na agricultura.

O Banco Mundial lembra que o Brasil é o segundo maior exportador de alimentos do mundo — sendo a agricultura e o agronegócio responsáveis por 8,4% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente, apenas pouco menos de 20% da área de terras irrigáveis não contam com sistemas de água para o cultivo.

Segundo a agência da ONU, mesmo com a diversificação das fontes de energia prevista para as próximas duas décadas, as usinas hidrelétricas continuarão entregando 57% da eletricidade usada no Brasil.

Tamanha dependência significa que, em tempos de crise – como a vivida por São Paulo em 2014 e 2015 –, a produtividade de diversos setores econômicos pode ser ameaçada.

“Em São Paulo, por alguns meses, não ficou claro se as indústrias, como a de alumínio, grande consumidora de água, poderiam continuar produzindo no ritmo anterior à crise hídrica”, lembra o líder do programa de desenvolvimento sustentável do Banco Mundial no Brasil, Gregor Wolf.

 

Fonte: http://www.fne.org.br/

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Projetos de inovação sustentáveis na área de mineração contarão com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), no montante de R$ 1,18 bilhão. Com essa finalidade, as duas instituições lançaram hoje (2), no Rio de Janeiro, o Plano de Desenvolvimento, Sustentabilidade e Inovação no Setor de Mineração e Transformação Mineral (Inova Mineral).

Ainda esta semana, será lançado edital para seleção de planos de negócios para apoio pelo programa, utilizando linhas e instrumentos de apoio do BNDES e da Finep. A diretora de Indústria e Insumos Básicos do BNDES, Cláudia Prates, e o diretor de Inovação da Finep, Victor Odorcyk, anunciaram 27 projetos já selecionados para o Plano de Apoio ao Desenvolvimento e Inovação da Indústria Química (Padiq), lançado no ano passado, com investimentos de R$ 2,4 bilhões.

Esses projetos abrangem desde pesquisa e desenvolvimento para substituição de produtos alergênicos ou carcinogênicos até o desenvolvimento de fibras de carbono para os setores aeroespacial e de petróleo e gás, entre outros, passando pelo desenvolvimento de fragrâncias a partir de frutas, flores e plantas brasileiras, informou o BNDES.

Foram recebidos, ao todo, 62 planos de negócios para o Padiq, que somaram recursos de R$ 2,9 bilhões para o biênio 2016/2017. Dos 27 projetos escolhidos, 12 foram apresentados por micro, pequenas e médias empresas.

A maior indicação de aporte (70%) é para projetos químicos a partir de fontes renováveis. As restantes cinco áreas temáticas do programa são fibras de carbono, insumos para higiene pessoal e cosmético, aditivos químicos para alimentação animal, aditivos químicos para exploração e produção de petróleo e derivados de silício. Claudia Prates disse que o Padiq tem previsão de vigência de cinco anos. O objetivo, destacou a diretora do banco, é procurar parceiros para investimentos de longo prazo, de forma a “Trazer o mercado para participar conosco nos projetos".

Já o Inova Mineral pretende apoiar planos de negócios para desenvolvimento de tecnologias de produção de materiais aplicados na geração de energia solar e eólica, e em dispositivos acumuladores de energia, essenciais, por exemplo, para o desenvolvimento do mercado de carros elétricos. De acordo com o BNDES, esses materiais, à base de silício, lítio e terras raras, são determinantes para a evolução desses setores, que trarão impactos ambientalmente positivos. Terão destaque também tecnologias dedicadas à recuperação e ao reaproveitamento de resíduos da mineração, métodos mais sustentáveis de deposição e monitoramento e controle de riscos ambientais e de barragens.

O edital está aberto a empresas brasileiras e instituições científicas tecnológicas (ICTs) que queiram formalizar parcerias em projetos de empresas proponentes de planos de negócio, cujo valor mínimo alcança R$ 5 milhões. Os projetos têm prazo de execução de até 60 meses e deverão ser desenvolvidos no país. A previsão é que os planos de negócios comecem a ser apresentados em 1º de setembro próximo.

 

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/

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