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A Portaria 267 do Ministério das Cidades, publicada no dia 22/03, que trouxe alterações no Faixa 1 do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), foi o principal tema tratado com os agentes financeiros oficiais durante a reunião de acompanhamento do programa, realizada nesta quarta-feira (05/04), no âmbito da Comissão da Indústria Imobiliária (CII). 

As novas condições das linhas de crédito para aquisição de imóveis com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) foi o ponto da pauta que concentrou as atenções dos participantes. A normativa alterou a Portaria 158/2016, incluindo alguns itens e alterando outros. Foram mantidos, por exemplo, os limites de renda familiar, de aquisição de imóveis novos e provenientes de operações de requalificação de imóveis.

O gerente Executivo do Banco do Brasil, Lúcio Bertoni, abriu a reunião informando que as condições da economia do país ainda não tiveram o retorno esperado, mas que há expectativas na contratação das operações no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida ainda no segundo semestre de 2017”. Estamos revisitando os processos para que 2017 seja o ano para plantar e melhorar os processos para 2018”.

Segundo o executivo do Banco do Brasil, a instituição está pronta a receber as propostas à luz das mudanças estabelecidas pelo Ministério das Cidades. “Temos uma novidade e estamos prontos a atender. Abre-se um outro mercado a ser explorado e de uma forma muito melhor de atendimento de uma faixa que não estava sendo atendida anteriormente. O enquadramento está mais favorável para a Faixa do 1,5 do que para a Faixa 2 e Faixa 3 pelo grande subsídio”, disse o executivo.

Mesmo com a expectativa de cenário favorável para a contratação, segundo Lúcio Bertoni, a demanda por novos financiamentos não tem atendido às expectativas,e quis saber dos participantes as dificuldades que estão sendo enfrentadas.

A melhoria na distribuição e qualificação dos correspondentes bancários nas praças onde estão as agências bancárias foi um dos fatores determinantes, levantado pelos participantes, para viabilizar o atendimento do Programa.

Durante a reunião foram discutidos também os impedimentos para a migração das condições de financiamento de empreendimentos prontos enquadrados na Faixa 2 para a Faixa 1,5 do Programa. Os empresários alegam que não estão tendo acesso ao acompanhamento da evolução dos financiamentos e que estão sem condições de manter a programação das atividades em dia. Abelardo Diaz, diretor Executivo da CII/Cbic, disse que foram feitas gestões junto ao agente operador para que divulgue relatório de acompanhamento financeiro antes das empresas solicitarem seus pedidos.

A pauta da reunião contemplou também temas como o uso do Portal do banco para informar o valor possível de obtenção de crédito e os eventuais impedimentos para aprovação. Foi também discutida a possibilidade de ampliação de prazo para amortização nos contratos já assinados. A instituição, contudo, informou que o assunto deve ser tratado caso a caso; problemas decorrentes na entrega de obras, como substituição de serviços; além de procedimentos e modelos a serem seguidos no momento da entrega das unidades habitacionais. Uma próxima reunião do grupo de trabalho junto a Cenop/BB só será definida após o feriado de 21 de abril.

Do lado da Caixa, o diretor Executivo da instituição, Paulo Antunes de Siqueira, comentou as principais mudanças nas novas regras do PMCMV, no âmbito da Resolução 836, que reajustou os limites de financiamento imobiliário com uso dos recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Segundo ele, ainda existem dúvidas com relação à nova Faixa 3 (entre R$ 7mil e R$ 9 mil), mas que estão sendo sanadas junto ao Ministério das Cidades. 

 

Fonte: http://www.sinduscondf.org.br/

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Fundo de Arrendamento Residencial chegará, a partir de agora, a municípios com população inferior a 50 mil habitantes

O programa Minha Casa Minha Vida terá, a partir desta sexta-feira (24), novos critérios de seleção para contratações da Faixa 1, que atende famílias com renda de até R$ 1,8 mil.

A partir de agora, a modalidade Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) chegará aos municípios com população inferior a 50 mil habitantes.
“As mudanças são bem significativas. Agora, o programa poderá chegar a qualquer município brasileiro e melhorar a qualidade de vida dos beneficiários, com critérios mais humanizados”, explica o ministro das Cidades, Bruno Araújo.

As novas regras tratam, também, da inserção urbana. Com a nova medida, quanto maior a proximidade de bairros já consolidados, melhor será a avaliação do empreendimento.

Além disso, aqueles que apresentarem condições de contratação imediata terão prioridade, em função da possibilidade de geração de emprego e renda em curto prazo. Estados e municípios que doarem o terreno para a construção do empreendimento também serão os primeiros da fila.

“Continuamos firmes com o compromisso de manter os pagamentos em dia. Para isso, as seleções serão criteriosas, observando-se o déficit habitacional das localidades e os municípios que ainda não foram atendidos”, destaca o ministro.

Novos limites

Outra mudança diz respeito aos limites máximos de habitações por empreendimento, de acordo com o porte populacional. Cada conjunto habitacional poderá ter até 500 unidades e admitem-se agrupamentos de até 2 mil.

Antes, a quantidade de unidades por empreendimento era flexível e os conjuntos chegavam a ter mais cinco mil unidades. O programa permite agrupamentos de até quatro empreendimentos, mas será necessário ter via pública em toda extensão e entre os conjuntos.

Todas as vias deverão ter árvores, e os projetos precisam atender aos critérios de conectividade, mobilidade (calçadas livres de obstáculos de 1,50 metro), diversidade, infraestrutura, sustentabilidade e sistemas de espaços livres.

Prioridades

A prioridade de atendimento para todas as modalidades será para famílias residentes em áreas de risco ou insalubres que tenham sido desabrigadas, a partir de documento público que comprove, além de mulheres responsáveis pela unidade familiar e pessoas com deficiência.

No FAR, a frequência de seleções passa a ser mensal. Na modalidade Entidades Urbanas, será permitido que as instituições atualizem as propostas junto à Caixa Econômica Federal em um prazo de 30 dias, após a publicação da portaria para enquadramento nas novas regras.

No Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), será necessária habilitação prévia junto ao Ministério das Cidades para participar do processo de seleção. Com relação à seleção, o cadastramento das propostas junto aos agentes financeiros até o dia 30 de abril.

Podem participar do MCMV apenas famílias que não possuem casa própria ou financiamento em qualquer unidade da Federação ou que não tenham recebido anteriormente benefícios de natureza habitacional do governo federal.

Exigências de infraestrutura

Os empreendimentos deverão apresentar infraestrutura urbana básica e estar inseridos em áreas urbanas ou em zonas de expansão criadas há menos de dois anos. A zona de expansão urbana deverá dispor, em seu entorno, de áreas para atividades comerciais.

Os novos projetos do FAR deverão respeitar os critérios de regionalização a partir da verificação da quantidade de unidades habitacionais já contratadas no município em relação ao déficit habitacional.

Será observada também a distância de equipamentos educacionais, agencias bancárias, correios e ponto de ônibus. Quem estiver mais próximo, melhor avaliação terá.

Para entidades urbanas, valem as mesmas regras aplicadas para a modalidade Empresas. As propostas deverão conter quantidades de unidades habitacionais já contratadas no município em relação ao déficit habitacional, distância do empreendimento de escolas, porte do empreendimento em relação ao porte populacional do município, gestão urbana e infraestrutura básica e estágio de elaboração do projeto, após apresentado ao agente financeiro.

Já a seleção final das propostas de entidades rurais observará o déficit habitacional municipal rural, total de contratações no município no âmbito PNHR, condições de vulnerabilidade das famílias beneficiárias em conformidade com as suas características socioeconômicas, recorte territorial definido pelo Programa Territórios da Cidadania e características de projeto relacionadas ao desenvolvimento rural sustentável.

 

Fonte: http://www.brasil.gov.br/

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O ministro das Cidades, Bruno Araújo, anunciou que as construtoras com obras no Minha Casa, Minha Vida, por meio de recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), terão o prazo de pagamento reduzido ainda em dezembro deste ano. Atualmente, o prazo é de 30 dias para as pequenas construtoras, 45 dias para as médias e 60 para as grandes. A declaração foi feita em São Paulo, nesta segunda-feira (5), durante o painel de Desenvolvimento Urbano, no 12º Congresso Brasileiro da Construção – Construbusiness, na sede da Fiesp.

Bruno Araújo disse que autoriza a redução desses prazos para 10, 20 e 30 dias. A previsão era que a medida entrasse em vigor em janeiro de 2017, mas após algumas reivindicações do setor construção civil foi antecipada a redução de medição para o pagamento. “Esse é um segundo passo dado para aumentar a credibilidade do governo. A primeira iniciativa foi colocar todos os pagamentos em dia”, ressaltou.

A medida é mais um incentivo para que as empresas invistam ainda mais no setor. “Tem um significado muito especial, porque o mês de dezembro é o mês que há maior encargo. E, para as pequenas empresas que estão desgastadas com o passado recente, de não pagamento em dia, será fundamental para a sobrevivência e para o equilíbrio”, disse Araújo.

Outra iniciativa será a retomada da contratação do FAR. Para o ministro, esse diálogo e mudanças nos trâmites de algumas regras entre governo e construção civil são um incentivo à geração de emprego e renda, com objetivo de aquecer a economia do país.

O FAR recebe recursos transferidos do orçamento geral da União para viabilizar a construção de unidades habitacionais para famílias com renda de até R$ 1,8 mil.

 

Fonte: http://jornaldaconstrucaocivil.com.br/

 

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Modalidade prevê subsídios de até R$ 45 mil a famílias com renda mensal bruta de até R$ 2.350

O Ministério das Cidades assinou na última quarta-feira (9) os primeiros contratos da faixa 1,5 do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). Inicialmente, foram firmados 24 contratos, que correspondem a 2.674 unidades habitacionais nos estados de Goiás, Alagoas, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo. O investimento previsto é de R$ 298,4 milhões.

A Faixa 1,5 do programa é direcionada a famílias com renda mensal bruta de até R$ 2.350 e que possuem capacidade de comprometimento de renda. Ela oferece um subsídio superior ao da Faixa 2 e atende aqueles que não conseguem comprar um imóvel nessa faixa.

Na modalidade, o subsídio pode chegar até R$ 45 mil, conforme renda e localização do imóvel, além de juros reduzidos para financiamento com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), de 5% a.a. A previsão, segundo o Ministério das Cidades, é de contratar 40 mil unidades até o fim do ano.
O investimento previsto pelo governo na faixa 1,5 é de R$ 3,8 bilhões, sendo R$ 1,4 bilhão em subsídios (R$ 1,26 bilhão do FGTS e R$ 140 milhões do Tesouro Nacional) e outros R$ 2,4 bilhões em financiamentos do FGTS.

 

Fonte: http://construcaomercado.pini.com.br/

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Categoria atende famílias com renda mensal de até R$ 2,35 mil

A Caixa Econômica Federal começou a financiar imóveis da Faixa 1,5 do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), válidos para famílias com renda mensal de até R$ 2,35 mil. A previsão, segundo o Ministério das Cidades, é de contratar 40 mil unidades até o fim do ano.

O vice-presidente de Habitação da CAIXA, Nelson Antonio de Souza explica que a Faixa 1,5 permitirá às famílias de baixa renda chegarem mais rápido à casa própria. "É uma oferta de crédito importante, para uma parte da população que não estava sendo atendida", afirma. "A Faixa 1,5 com certeza vai melhorar o acesso à moradia própria e a qualidade de vida das famílias brasileiras".

O Ministério das Cidades afirmou que vai destinar R$ 4,3 bilhões em recursos para os imóveis destinados à Faixa 1,5. Deste valor, R$ 1,9 bilhão serão em subsídios (R$ 1,8 bilhão do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS e R$ 180 milhões do Tesouro Nacional) e os demais R$ 2,4 bilhões em financiamentos do FGTS.

O Governo Federal planeja contratar, até 2018, 600 mil casas e apartamentos em todas as faixas do programa. Para as faixas 2 e 3, estão previstas 320 mil unidades habitacionais, sendo as demais para faixa 1,5. As aquisições nessa faixa estão abertas desde a última segunda-feira (24) para empreendimentos contratados pela Caixa. O teto para financiamento varia de acordo com a região e o valor vai de R$ 70 mil a R$ 135 mil.

O subsídio também varia de R$ 11 mil a R$ 45 mil, conforme o município de contratação. O financiamento com recursos do FGTS, poderá ser feito em até 360 meses (30 anos) e os juros são de 5% ao ano acrescido de Taxa Referencial de Juros (TR). Os empreendimentos da nova modalidade podem ter até 500 unidades.

A Faixa 1,5 do programa é uma reivindicação antiga dos empresários do setor, que viam uma lacuna entre aqueles que se encontram na Faixa 1 (com renda familiar de até R$ 1,8 mil) e na Faixa 2 (de até R$ 3,6 mil).

 

Fonte: http://construcaomercado.pini.com.br/

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Muitos não sabem, mas o documento é obrigatório até para pequenas obras, como troca de piso ou mudanças hidráulicas. O que parece burocracia pode evitar uma baita dor de cabeça, segundo especialistas

Está pensando em reformar o apartamento? Mudar o piso, trocar a instalação hidráulica, quebrar uma parede? Pois saiba que, por lei, até mesmo pequenas obras exigem um laudo técnico feito por um profissional da área.

A exigência passou a vigorar em 2014, após diversos casos de danos causados por reformas mal feitas ou sem acompanhamento profissional. O mais emblemático foi o de três prédios no Rio de Janeiro que desabaram em 2012, deixando 15 mortos. Peritos afirmaram, na época, que a principal hipótese era de que uma obra abalou a estrutura do edifício maior, resultando na sua queda e posterior derrubada dos outros dois.

Mesmo com as exigências e a ocorrência de inúmeros acidentes, a quantidade de pessoas que buscam consultoria profissional ainda é pequena. Segundo o arquiteto Ricardo Meira, do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal, apenas 15% das reformas contam com projetos aprovados por especialistas. A falta de acompanhamento profissional durante as obras traz riscos grandes. “Uma simples mudança hidráulica, por exemplo, é capaz de provocar infiltrações em apartamentos vizinhos e até causar danos para a estrutura do prédio”, explica Meira.

Além da segurança, especialistas afirmam que a consultoria profissional traz vantagens para o bolso. “As pessoas têm medo de contratar um arquiteto ou engenheiro porque acham que é caro. Então, elas pagam pedreiro ou mestre de obras para realizar o trabalho por um preço menor. Muitas vezes, porém, têm de comprar mais material, refazer o serviço, arcar com danos e se decepcionar quando o resultado fica aquém do esperado”, argumenta o arquiteto Bruno Porto. Ele e o sócio Gustavo Gontijo criaram uma empresa especializada em reformas e manutenções prediais, a Porto Gontijo Arquitetura e Construção. “No fim das contas, o planejamento e a execução feitos por profissionais economizam dinheiro e tempo”, afirma Bruno.

Entre os serviços que exigem a elaboração de laudo técnico, estão a instalação de equipamentos industriais e de sistemas de gás; alterações de sistemas hidráulicos, sanitários, elétricos, de ar-condicionado, ventilação e exaustão; trocas de revestimentos e de esquadrias diferentes das originais; impermeabilização e vedação e mudanças estruturais.

Passo a passo da reforma
Para evitar riscos na hora de reformar o apartamento, os especialistas Ricardo Meira, Bruno Porto e Gustavo Gontijo dão algumas dicas. Confira um passo-a-passo para não ter dores de cabeça durante e depois das obras.

. Antes de começar a reforma, avise o síndico do prédio. Ele esclarecerá o que pode ou não ser feito e até indicar um profissional que já tenha conhecimento do edifício para auxiliar no projeto.

. Busque um profissional adequado. No caso, um arquiteto ou engenheiro. Uma dica é verificar junto ao Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) ou ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) se ele tem registro ou se há algum processo contra ele antes de contratá-lo.

.  Leve novamente o projeto para o síndico, com datas de início e de término da obra. Assim, ele poderá organizar horários e usos de elevadores, por exemplo.

. No caso dos síndicos, o ideal é que tenham um arquiteto de confiança com quem possam conversar em casos de reformas.

 

Fonte: http://www.metropoles.com/

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Recursos beneficiarão famílias da faixa 1,5 do programa com renda mensal bruta até R$ 2.350,00

O governo federal autorizou, nesta quinta-feira (29), o início da execução da Faixa 1,5 do programa Minha Casa Minha Vida. A meta é contratar 40 mil novas unidades habitacionais.

A instrução normativa do Ministério das Cidades foi publicada no Diário Oficial da União. As unidades serão produzidas por pessoas jurídicas do ramo da construção civil contribuindo com a geração de empregos e renda. Cada novo empreendimento terá 500 unidades. 

A modalidade contemplará famílias com renda mensal bruta até R$ 2.350,00 e que possuem capacidade de comprometimento de renda. A família beneficiada contará com subsídios de até R$ 45.000, conforme renda e localização do imóvel, além de juros reduzidos (5%a.a.) para financiamento com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Faixa 1,5
A Faixa 1,5 tem como principal característica oferecer um subsídio maior do que o da Faixa 2 para atender famílias que não conseguem comprar um imóvel nesse valor.

Para a nova faixa de operação de financiamento não haverá seleção de famílias por prefeituras. Os candidatos devem procurar as instituições financeiras e construtoras para que sejam enquadrados nos critérios estabelecidos.

Em solenidade realizada no dia 11 de agosto, no Palácio do Planalto, o ministro das Cidades, Bruno Araújo, afirmou que serão destinados para esta faixa recursos no total de R$ 3,8 bilhões, sendo R$ 1,4 bilhão em subsídios (R$ 1,26 bilhão do FGTS e R$ 140 milhões do Tesouro Nacional), outros R$ 2,4 bilhões em financiamentos do FGTS.

Portaria
O governo também divulga nesta quinta-feira outros critérios para participar do programa, entre eles está a extinção de sorteio dos proponentes de financiamento com recursos do FGTS. A determinação altera o disposto na Portaria 115/2016, que aprovou a Carta Minha Casa Minha Vida e os procedimentos para sua obtenção e utilização de financiamento.

“O enquadramento em critérios que colaborem com o atendimento a um número maior de famílias faz parte de uma nova postura de governança da pasta e garante isonomia ao processo”, informou Henriqueta Arantes, secretária Nacional de Habitação.

 

Fonte: http://www.brasil.gov.br/

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Alta no primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2015 sinaliza início de obras em breve e contratação de trabalhadores. Entregas subiram 3,5%

A crise econômica está longe do fim, mas o mercado imobiliário já dá sinais de que a confiança começa a ser restabelecida. O lançamento de empreendimentos aumentou 10,4% no primeiro semestre deste ano em relação a igual período do ano passado, aponta pesquisa da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). Isso significa que o setor voltará a empregar em 2017. Os dados mostram que as entregas de novos imóveis cresceram 3,5% no período. As desistências do negócio, os chamados distratos, que chegaram a atingir uma proporção de 19,2% das vendas, recuaram 2,6% de janeiro a junho de 2016 em relação aos seis primeiros meses do ano passado.

O diretor da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz Fernando Moura, explicou que o levantamento mostra a reação do setor, ainda que incipiente para ser considerada uma tendência. “A base de comparação é pequena. No ano passado, os dados foram muito ruins. Mas houve aumento de lançamentos e de entrega, e isso é uma boa notícia”, disse.

Moura assinalou que o setor dá sinais de aumento da confiança. “Mas ainda precisa de notícias definitivas na área política, incluindo o impeachment e o encaminhamento das reformas”, avaliou. O diretor da Abrainc sublinhou que as vendas caíram 13,9% nos seis primeiros meses de 2016 ante igual período do ano passado. “Em compensação, a velocidade do consumo aumentou em julho e, se for mantida, vai regular o estoque. Por isso, para quem tiver possibilidade, o momento mais oportuno para comprar é agora”, recomendou. Segundo Moura, a retomada da oferta é mais demorada do que a da demanda. E, nesse intervalo, os preços tendem a se ajustar para cima.

Na opinião de Adalberto Cleber Valadão, vice-presidente Administrativo da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), a pesquisa avalia o primeiro semestre do ano, período em que as dificuldades enfrentadas pelo país acabaram se encaminhando para um desfecho. “Isso tem criado um clima de otimismo. Há percepção de que chegamos ao fundo do poço e a expectativa é de crescimento, motivo pelo qual há mais lançamentos”, analisou. Conforme ele, o mercado percebeu que o estoque chegou a um nível razoável, que atende só 12 meses. “Esse patamar mostra o reequilíbrio de mercado. O momento de comprar é agora. A oferta se ajustou”, afirmou.

Emprego
Valadão acrescentou que, na medida em que o setor faz o lançamento, cria a obrigação de construir, o que significa contratação e mais emprego lá na frente. “Outro dado importante da pesquisa é a redução de distratos. As pessoas estavam comprando e desistindo do negócio no meio do caminho. Essa tendência está em queda, ou seja, tudo segue na mesma linha de reequilíbrio de mercado. Está na hora de acreditar que, de fato, vai melhorar”, sentenciou.

No entender do vice-presidente do Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças no Distrito Federal, João Carlos de Almeida, o mercado imobiliário passou por dificuldades nos últimos dois anos. “As empresas passaram a não investir. E como dois anos é o período de maturação de um empreendimento, os estoques caíram”, ressaltou. “Ocorre um fenômeno natural de as empresas analisarem o mercado para fazer novos lançamentos, buscando terrenos e oportunidades. Mesmo que a velocidade seja inferior à registrada em 2010 e 2011”, disse.

Ex-diretor de uma grande construtora, Almeida explicou que, antigamente, os empresários esperavam vendas rápidas. “Hoje ele lança, fazendo as contas no fluxo de caixa de uma velocidade menor”, comparou. O executivo alertou que, da mesma forma que o mercado financeiro começou a reagir de forma positiva à definição do impeachment, com dólar em queda e bolsa em alta, os outros setores também sentem maior confiança. “A estabilidade na economia gera oportunidade de melhora. Há muito dinheiro que tinha para entrar no país e ainda não entrou, esperando a questão política”, disse.

DF abaixo da média
Enquanto em nível nacional os lançamentos imobiliários começam a despontar, no Distrito Federal ainda faltam produtos. A afirmação é do presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do DF (Ademi), Paulo Muniz. “Agora é que começamos a ter sinalização de aprovação de projetos”, afirmou.

Segundo ele, só nos últimos três meses o desempenho da Central de Aprovação de Projetos da Secretaria de Gestão do Território e Habitação do DF melhorou. “Saíam no máximo cinco projetos por mês. Tivemos, recentemente, 63, o equivalente a 500 mil m²”, disse.

Muniz explicou que a burocracia é muito grande. Depois da aprovação, as empresas precisam tirar alvará, registrar no cartório, fazer tabela de vendas e toda a parte de marketing. “Por isso, os lançamentos só devem ocorrer em 2017 no DF”, estimou.

No primeiro semestre de 2016, houve apenas sete lançamentos. “Já tivemos 50 a 60 por ano. Se dobrar o total do início do ano, ainda estará bem abaixo da média”, lamentou. Mas o executivo explicou que a velocidade de vendas está bem melhor. Pesquisa da Ademi, que representa 50% do mercado do DF, revela que há cerca de 9 mil unidades em oferta no mercado regional. Em 2012, eram 18 mil.

“De lá para cá, a oferta vem caindo porque não há reposição por falta de novos produtos. Com essas 9 mil unidades, conseguimos retornar a uma média histórica. Acima disso é excesso de oferta. Já temos equilíbrio”, comparou.

O levantamento da Ademi aponta que, para cada 100 ofertas, 5,1 imóveis foram vendidos em junho, uma velocidade de 5,1%. Em maio, foi de 6,2%. Em compensação, em dezembro do ano passado estava em 3,3%. “Esse índice é o que usamos para fazer nossos estudos de viabilidade econômico-financeira. Os empreendimentos levam cerca de 36 meses de maturação entre o lançamento e a entrega da chave. Com o índice em torno de 5%, é possível vender tudo antes de a obra ficar pronta”, explicou.

 

Fonte: http://www.sinduscondf.org.br/

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O governo federal anunciou hoje (11) a retomada de mais de 10 mil unidades habitacionais que, no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), estavam paralisadas. Também foi divulgada a implementação da Faixa 1,5 do programa, que beneficiará famílias com renda mensal bruta de até R$ 2,35 mil. Nessa modalidade, estão previstos subsídios de até R$ 45 mil, valor que varia em função da renda e da localização do imóvel.

De acordo com o site do programa, o financiamento será disponibilizado para imóveis de até R$ 135 mil, a uma taxa de 5% de juros ao ano. Lançado durante o governo Lula, o Minha Casa Minha Vida é um programa que visa facilitar a compra da casa própria por famílias de baixa renda. Ele prevê diversas formas de atendimento às famílias que necessitam de moradia, considerando a localização do imóvel – na cidade e no campo – renda familiar e valor da unidade habitacional.

Além disso, o programa também contribui para a geração de emprego e renda para os trabalhadores da construção civil, que realizam as obras. Devido à crise econômica pela qual passa o país e os efeitos dela nas contas públicas, várias unidades habitacionais foram paralisadas.

Recursos por faixa
Ao anunciar a retomada das obras, o ministro das Cidades, Bruno Araújo, informou hoje (11) que “serão disponibilizados R$ 3,8 bilhões em recursos para a Faixa 1,5, sendo R$ 1,4 bilhão em subsídios e R$ 2,4 bilhões em financiamentos.” A expectativa é de que sejam contratadas 40 mil novas unidades habitacionais. Estima-se que a Faixa 1,5 esteja disponível a partir de setembro.

Segundo o Ministério das Cidades, o governo do presidente interino, Michel Temer, já havia anunciado a retomada de 4.232 unidades que estavam paradas.

“Das 50 mil unidades paralisadas, fica um saldo de 35 mil unidades paralisadas. Temos compromisso de zerar esse estoque”, disse o ministro ao anunciar a retomada de mais 10.609 moradias.

Desde 2009, o governo federal investiu R$ 309 bilhões no Minha Casa, Minha Vida para a contratação de mais de 4,3 milhões de unidades habitacionais, o que, segundo o ministério, beneficiou 3 milhões de famílias em todo o país. “Aproveito para anunciar que, em 2017, iremos contratar 600 mil unidades”, disse o ministro.

Ele lembrou que o programa tem uma linha de financiamento para famílias que tiveram bebês com microcefalia.

Financiamento
O Minha Casa, Minha Vida prevê quatro faixas para financiamento de imóveis. A Faixa 1 é destinada a famílias com renda mensal bruta de até R$ 1,8 mil. Os valores dos imóveis variam de acordo com a localidade. E pode ser custeado até 90% do valor do imóvel pelo programa. O imóvel pode ser pago - sem juros - em até 120 prestações de, no máximo, R$ 270.

Destinada a famílias com renda até R$ 2,35 mil, a Faixa 1,5 oferece subsídios de até R$ 45 mil para financiamento de imóveis até R$ 135.000,00, dependendo da sua localização, a uma taxa de 5% de juros ao ano.

Já a Faixa 2 destina-se a famílias com renda entre R$ 2,35 mil e R$ 3,6 mil. Nela, o subsídio é de até R$ 27,5 mil, com juros entre 5,5% a 7% ao ano para o valor financiado. Por fim, a Faixa 3 é para famílias com renda bruta ente R$3,6 mil e R$ 6,5 mil, a taxas de até 8,16% ao ano.

 

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/

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Valores financiados somaram R$ 22,6 bilhões de janeiro a junho, aponta Abecip

Os financiamentos imobiliários somaram R$ 22,6 bilhões no período de janeiro a junho deste ano, montante 49,5% inferior ao valor observado no primeiro semestre de 2015 (R$ 44,8 bilhões), segundo dados divulgados nesta terça-feira (26) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) em São Paulo.

Apesar do tombo observado na primeira metade do ano, Gilberto Duarte de Abreu Filho, presidente da Abecip, avalia que o setor já chegou ao "fundo do poço" e tende a mostrar melhoria nos próximos meses. O desempenho dos financiamentos no segundo trimestre deste ano corrobora com a expectativa otimista do executivo.

Os financiamentos imobiliários via Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) cresceram 7% de abril a junho na comparação com o primeiro trimestre de 2016. Embora os primeiros meses do ano tenham tradicionalmente atividade mais fraca, a Abecip avalia que o resultado mostra que o patamar de financiamentos não apenas começou a se estabilizar, mas já sugere uma recuperação.

No acumulado dos últimos 12 meses até junho, R$ 53,4 bilhões de recursos do SBPE foram destinados à aquisição e construção de imóveis, recuo de 48,9% em relação ao período anterior.

 

Fonte: http://construcaomercado.pini.com.br/

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