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Existe uma linha que divide o mundo em duas partes: os que usam tensão de 110v a 120v e os que usam 220v a 240v.

Boa parte do continente americano usa a tensão 110v, enquanto boa parte da Europa, Ásia e África usa a 220v. No Brasil a situação é ainda mais complicada, pois a voltagem pode variar de um Estado para outro e até mesmo de uma cidade para outra.

A seguir, explicamos a razão dessa divisão - e, talvez o mais importante, se isso faz alguma diferença.

A voltagem
Primeiro algo básico: o "v" significa voltagem. "O fluxo de eletricidade em um circuito é descrito por duas unidades, a voltagem e a corrente", disse à BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, Morris Lockwood, gerente-técnico da Edif Era, uma consultoria de engenharia com sede no Reino Unido. 

"A voltagem se mede em volts e a corrente, em amperes. Os dois são muito diferentes", acrescentou.

"Para entender melhor, imagine a água que flui em um cano ou uma mangueira. A voltagem equivale à pressão e a corrente, à taxa de fluxo de água (ou quanta água circula pelos tubos). Os dois são necessários para transmitir energia." A multiplicação de volts (pressão) pelos amperes (fluxo) é o que dá a potência, que se mede em watts.

O tamanho da conta
Geralmente encontramos lâmpadas de 100 watts, 75 watts e outros. Muitos acham que esses números são equivalentes à luminosidade, mas o que eles refletem mesmo é o consumo de energia.

Logo, em um local com voltagem 110, uma lâmpada de 600 watts vai precisar de 0,54 amperes de corrente. Em outra cidade que usa voltagem 220v, a mesma lâmpada vai precisar de 0,27 amperes de corrente.

Em termos de quantidade de eletricidade, um e outro não fazem diferença. O que a pessoa paga é a potência - os watts consumidos por hora, indicados na unidade kilowatts/hora.

Desta forma, o tamanho da sua conta de energia elétrica depende de qual lâmpada você escolheu. Comparando a energia elétrica ao fluxo em uma mangueira: a voltagem 220 pode funcionar como uma "mangueira" mais fina - ao aumentar a pressão a taxa de fluxo de "água" é menor.

"A principal vantagem de usar uma voltagem de 220 é que o cabeamento é mais simples, mais manobrável, de um material mais barato", explicou o engenheiro elétrico Miguel Lara.

Lara afirma que, em uma casa com voltagem 110, a pessoa vai precisar de "cabos mais grossos, e isso custa mais". E aí está a principal vantagem do padrão 220v.

Mas existe um problema com essa faixa de voltagem. "Há tensões muito perigosas. A de 240 já é bastante perigosa. Não recomendo uma corrente dessas", alertou Lara.

Disputa histórica
A segurança está no centro da razão histórica pela qual os Estados Unidos e os países em sua área de influência usam a voltagem 110.

Tudo começou com a épica polêmica envolvendo Thomas Edison e Nikola Tesla, batizada de "a guerra das correntes", ocorrida no fim do século 19, época da introdução dos primeiros sistemas de transmissão de energia.

Edison promovia o uso da Corrente Direta (DC, na sigla em inglês), que trabalhava com 100v e era difícil de converter a outras voltagens. Tesla, da Westinghouse Corporation, afirmava que a Corrente Alternada (AC) era melhor: sua voltagem podia ser modificada com facilidade, reduzindo os custos, e poderia transportar energia por grandes distâncias.

Edison, por sua vez, sustentava que a AC era perigosa. E, para demonstrar isto, ele organizou demonstrações nas quais eletrocutou animais em uma cadeira elétrica alimentada pela corrente "rival".

Mas, apesar da guerra de publicidade, Tesla e a Westinghouse saíram ganhando. Na Feira Mundial de Chicago, o cientista fez passar pelo próprio corpo uma corrente alternada de milhões de volts e saiu ileso.

Tudo indica que Tesla foi ajudado em sua experiência ao usar uma alta frequência e sapatos com sola de borracha. (É sempre bom lembrar que não é aconselhável tentar repetir isso em casa.) A demonstração de Tesla, somada aos custos menores da corrente alternada, marcaram a vitória da Westinghouse e a adoção deste sistema.

Mas as lâmpadas de Edison eram muito populares nos Estados Unidos. E como funcionavam com voltagem de 100, que rapidamente foi modificada para a de 110, elas foram adaptadas à corrente alternada de Tesla.

O sistema AC hoje é usado em linhas de transmissão de energia em grandes distâncias, muito populares em vários países. Mesmo assim, o nome de Tesla só foi lembrado mais recentemente - e o de Edison sempre foi mais famoso.

 

Fonte: http://www.bbc.com/

 

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O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Alagoas (Crea-AL) sedia, nessa quarta-feira e quinta-feira (22 e 23), a 2ª Reunião Ordinária da Coordenadoria de Câmaras Especializadas de Engenharia Elétrica, promovida pela Associação dos Profissionais de Eletroeletrônica (APREL).

Em paralelo à reunião, acontece, ainda, um ciclo de palestras com o tema “Cenários do setor elétrico no Brasil, energias alternativas e as perspectivas das energias renováveis”. Segundo o engenheiro associado a APREL, Geison Alves, eventos como esses é de grande importância para os profissionais da área. “O evento ajuda na atualização dos profissionais e divulgação de produtos eficientes e sustentáveis”, afirma.

 

Fonte: Crea-AL

A procura por alternativas que consumam menos é uma tendência para o ano e as lâmpadas fluorescentes compactas, que hoje lideram as vendas, perderão cada vez mais

O aumento das tarifas de energia elétrica este ano pode favorecer as vendas de lâmpadas de LED, mais econômicas que as convencionais, afirmam representantes da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux).

Segundo o diretor administrativo da Abilux, Marco Martins Poli, a procura por alternativas que consumam menos energia é uma tendência para o ano e as lâmpadas fluorescentes compactas, que hoje lideram as vendas do setor, perderão cada vez mais espaço. "Hoje as lâmpadas de LED respondem por cerca de 8% do mercado, mas este ano essa participação deve ficar entre 10% e 12%", estima Poli.

A queda no preço das lâmpadas de LED (light-emitting diode, na sigla em inglês), maior impeditivo a adoção da tecnologia, deve ajudar a puxar a demanda, aposta o diretor técnico da Abilux, Isac Roizenblatt.

"O preço vem numa trajetória de queda nos últimos anos e esse movimento deve se manter, com o custo cada vez menor para o consumidor", acredita ele.

A Philips reduziu o preço do produto em mais de 50% no último ano. Em 2015 a estimativa é de alta de 30% nas vendas da linha de LED em 2015. "Esse incremento nas nossas vendas deve vir pela queda no preço e pela alta na conta de luz", explica a gerente de produtos da área de iluminação, Esther Pecher.

Para manter os preços baixos, a empresa tem absorvido parte da alta nos custos com importação, já que hoje a Philips não produz lâmpadas de LED no País. "Estamos tentando minimizar o impacto do câmbio para o consumidor, mas em algum momento acabamos tendo que repassar", diz ela. Com a alta na demanda pelo produto, a companhia estuda a abertura de uma linha de produção no Brasil, mas ainda não há uma data prevista.

Pecher conta que, na categoria de iluminação como um todo, o crescimento da Philips não será tão expressivo. Em 2015, a categoria deve avançar 5% e manter nos próximos três anos o movimento de migração para o LED.

A brasileira Taschibra, com fábrica em Santa Catarina, também vê na alta da tarifa de energia uma oportunidade para o segmento. "O LED tem um retorno de investimento muito rápido e quanto mais cara a energia estiver, melhor a situação para a troca por versões mais econômicas", diz o diretor comercial de varejo da empresa, Vagner Lourenço. Além disso, o executivo revela que os preços dos produtos caíram mais de 50% no ano passado, tornando o produto mais atrativo para o consumidor.

"Vamos ganhar muito mercado este ano, porque o preço vai cair mais ainda se o dólar não disparar", acredita ele. Como a Philips, a Taschibra importa lâmpadas de LED e tem sentido o impacto da desvalorização do real. "O dólar influência, mas, mesmo com o custo maior, ainda é viável a importação para manter a competitividade", defende o executivo.

Neste ano, a empresa espera que o valor faturado com as vendas de lâmpadas cresça 26% e o volume deve acompanhar esse resultado. Só as vendas da linha de LED, que no ano passado representaram 15% do faturamento, devem chegar a 20% em 2015.

Eficiência

"A economia gerada com o LED pode ter ainda mais impacto nos consumidores de baixa renda", acredita Isac Roizenblatt, da Abilux. Para ele, apesar da redução no custo, quando o consumidor de baixa renda compra uma lâmpada, ainda opta pela mais barata por falta de conhecimento ou dinheiro. "A solução nesse caso, passa pelo estímulo do Governo, que poderia incluir nos projetos do Minha Casa, Minha Vida, a instalação de lâmpadas de LED", explica o diretor técnico da Abilux.

"Com um acréscimo irrisório perto do custo de construção, isso geraria uma economia de mais de 50% nas contas de energia, um valor significativo no orçamento dessas famílias", diz.

A Abilux garante que tem mantido contato com representantes do governo nas esferas federal, estadual e municipal para levar alternativas de ganho de eficiência, que incluem pedido de desoneração fiscal e substituição da iluminação pública das cidades, mas até o momento não obteve nenhuma sinalização de adoção das medidas.

Procurado para comentar o assunto, o Ministério das Cidades não retornou ao pedido até o fechamento da reportagem.

PPPs

Atualmente, a iluminação representa 20% da energia elétrica consumida no País, sendo que a iluminação pública é 3,5% desse total. Roizenblatt destaca que, com a troca dos cerca de cinco milhões de pontos de iluminação pública existentes, a economia será o equivalente a 0,8% do consumo atual.

"Falta o pulo do investimento inicial."

Uma solução encontrada para as prefeituras para resolver o problema é a realização de parcerias público-privadas (PPP). "A vantagem da PPP é que quando a iniciativa privada faz a gestão, ela tem estímulos para investir em alternativas mais eficientes", explica o especialista em PPP e sócio da GO Associados, Fernando Marcato.

O especialista vê projetos de PPP para iluminação pública como uma tendência, assim como a adoção de tecnologias mais eficientes, mesmo que o custo inicial seja superior. "Esse é um grande filão e deve aquecer o mercado", acredita ele.

O ganho real de competitividade e economia no longo prazo, avalia Marcato, precisa ser assegurado no desenvolvimento do edital de concorrência, que deve especificar o limite de consumo das lâmpadas.

"Mas é normal que em algumas licitações de PPP a concorrência seja maior, como em projetos de grande porte, a exemplo de São Paulo", lembra.

A PPP para a troca e manutenção da iluminação pública da cidade de São Paulo, que começou a ser discutida em 2013, deve ganhar nova licitação em março deste ano, segundo a Secretaria Municipal de Serviços. "Entre as intervenções está a substituição de lâmpadas de vapor de sódio de aproximadamente 580 mil pontos de luz por luminárias de LED, que iluminam mais e são mais econômicas", detalha em nota ao DCI.

A Philips, uma das empresas que devem participar da concorrência, afirmou por meio da assessoria de imprensa, que as PPPs são uma oportunidade de crescimento para a empresa.

 

Fonte: DCI Online Brasil

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Os reajustes das tarifas de energia elétrica, que passaram a valer em janeiro de 2015, serão sentidos pela construção civil a partir de maio. Essa é a previsão do presidente do Sindicato da Indústria da Mineração de Brita, Areia e Saibro do Estado do RS (Sindibritas) e da Associação Gaúcha dos Produtores de Brita, Areia e Saibro (Agabritas), Pedro Antônio Reginato. A conta de luz de janeiro da empresa já chegou 20% mais alta que a do mês anterior, informa o presidente.

- Vai refletir no preço do produto final, seja areia, brita, cimento ou asfalto. Em maio o consumidor já vai sentir o reajuste dos preços desses itens, que ficará em torno de 15%. O setor de construção civil, que já está desacelerado, sofrerá um impacto ainda maior - anuncia.

Além da conta de luz, as mineradoras - bem como outras empresas que usam grande quantidade de energia elétrica - têm de pagar pelo contrato de demanda. Este, conforme Reginato, teve o valor acrescido em 15,37% em relação a dezembro de 2014.

O custo com energia elétrica no setor de produção de areia, cimento, brita e asfalto representa, em média, 10% dos custos. Reginato diz que 2015 já está sendo um ano preocupante e as expectativas são pessimistas.

- Já descartamos investimentos em novas áreas de extração e aquisição de equipamentos. É um momento de muita cautela, pois estamos diante de um cenário de redução de horas e demissões na indústria. As construtoras já não investem em tantos empreendimentos, pois está começando a sobrar apartamentos - analisa.

O aumento da conta de luz passou a ser indicado pelo sistema de bandeiras tarifárias - que conta com as cores verde, amarela e vermelha - indicando as condições de geração de energia no país. Em janeiro, foi anunciada a bandeira vermelha, o que significa um acréscimo de R$ 3 a cada 100 kWh.

 

Problema na desistência do imóvel lidera reclamações de mutuários em 2014

Conforme balanço da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (Ampsa), o distrato na compra da casa própria é o campeão no ranking dos aborrecimentos dos consumidores contra construtoras em 2014. Já em relação às instituições financeiras, a principal queixa dos mutuários é sobre leilão de imóvel.

O atraso na entrega do imóvel já não é o líder nas queixas de mutuários contra construtoras. Agora, o vilão da vez é quanto ao valor incorreto na rescisão do contrato.

- A valorização do imóvel por conta do INCC e  dificuldade financeira são dos dois principais motivos que têm levado o distrato da compra da casa própria. Infelizmente, o que era para ser um momento de alívio tem trazido muitas dores de cabeça para o consumidor porque a construtora quer reter um percentual, que gira em torno de 30 a 60%, do valor já pago pelo dono do bem, quando no máximo deveria ser de 10% - afirma Marco Aurélio Luz, presidente da Ampsa.

Vícios ou defeitos de construção; taxas abusivas como Sati e corretagem; cobrança de juros sobre juros, pagamento do condomínio antes das chaves, taxa de evolução de obra, leilões de imóveis e saldo devedor que não diminui foram outras reclamações recebidas pela Ampsa durante o ano de 2014.

- Das muitas queixas que recebemos todos os dias, quase 70 % delas são contra construtoras, os outros descontentamentos são relacionados a bancos - ressalta Luz.

Para aqueles mutuários que estão com problemas, seja contra construtora ou bancos, Luz aconselha primeiramente tentar um acordo.

- Se caso não houver solução, a alternativa é procurar a Justiça para garantir direitos como, restituição dos valores, multa por tempo de atraso, danos morais e materiais, além do que deixou de ganha - recomenda.

Conforme levantamento da Associação dos Mutuários, de janeiro a dezembro de 2014, na cidade de São Paulo, houve 3.852 reclamações referentes às construtoras e bancos. Dessas, 55% dos reclamantes deram entrada na Justiça, ou seja, 2118 mutuários. O resultado apresentou um aumento de 15% nas queixas e um crescimento de 19% nas ações impetradas junto ao Poder Judiciário. Os dados são comparativos a 2013, quando houve respectivamente 3.352 descontentes e 1776 ações judiciais. O balanço ainda revela que, entre os campeões no ranking dos aborrecimentos estão: dificuldade no distrato da compra da casa própria (28%), atraso na obra (25%), seguido das taxas Sati e corretagem (15%), leilões de imóveis (10%), problemas no imóvel, ou seja, vícios ou defeitos na obra (7%), saldo devedor que não diminui (5%), cobrança de juros sobre juros (4%),  pagamento do condomínio antes das chaves (4%) e taxa de evolução de obra (2%).

 


Fonte: Monitor Mercantil

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Ação vai apresentar dicas de segurança quanto ao uso da energia elétrica para trabalhadores da construção civil


A Eletrobras Distribuição Alagoas irá promover, nesta segunda-feira (19), em Maceió, a Blitz de Segurança Eletrobras. A ação vai apresentar dicas de segurança quanto ao uso da energia elétrica para trabalhadores da construção civil. A iniciativa tem o objetivo de evitar acidentes, alertando os profissionais da construção civil para os riscos deste tipo de trabalho junto a redes de distribuição de energia.

A ação acontecerá dentro do caminhão do Projeto Luz do Saber, onde serão abordados temas relacionados aos cuidados para evitar acidentes com a rede elétrica dentro de canteiros de obras, cuidados com as ferramentas de construção como barras metálicas, andaimes e vergalhões, e distância segura para instalação de antenas de TV. A Eletrobras também irá distribuir cartilhas educativas.

Para o gerente de Segurança e Medicina do Trabalho da Distribuidora, Jorge Rocha, os cuidados com a rede de distribuição de energia são fundamentais no exercício do trabalho destes profissionais. “É importante que trabalhadores da construção civil estejam sempre atentos  ao realizar tarefas próximos à rede elétrica. O uso inadequado de determinados materiais e a realização imprudente de alguns serviços  pode levar a prejuízos materiais e até a acidentes mais graves”, explica.

A Blitz da Eletrobras, que conta com a parceria da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/AL) e da construtora Delman, será realizada na próxima segunda-feira (19), das 11h30 às 12h, no canteiro de obras do Edifício Pinot Noir, localizado na Rua Doutor Antonio Cansanção, 25, na Pajuçara, próximo a Praça Lions.

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Além de prever uma solução sustentável para os dejetos, o projeto vai auxiliar comunidades em países em desenvolvimento, onde os sistemas de saneamento costumam ser caros e ineficientes

Depois do ônibus que usa esgoto como combustível, uma nova engenhoca promete transformar nossos dejetos em água e energia elétrica. A ideia é mais uma das investidas filantrópicas de Bill Gates.

Através da Bill and Melinda Gates Foundation, o fundador da Microsoft desafiou pesquisadores a desenvolver uma solução que fosse capaz de transformar dejetos humanos em água potável e eletricidade. O resultado do desafio foi a criação do Janicki Bioenergy Omni Processor, em uma parceria do executivo com o engenheiro Peter Janicki.

A máquina é capaz de reunir o esgoto produzido por uma comunidade de 100 mil pessoas, extraindo deste 86 mil litros de água e 250kw de eletricidade diariamente. O objetivo do projeto não é apenas prever uma solução sustentável para nossos dejetos, mas auxiliar comunidades em países em desenvolvimento, onde os sistemas de saneamento costumam ser caros e ineficientes.

O equipamento pode ser adaptado para uso em comunidades mais ou menos populosas. A primeira localidade a receber o Janicki Bioenergy Omni Processor será Dakar, no Senegal, onde o recurso será testado em fevereiro deste ano.

 

Fonte: Lugar Certo (Correioweb)

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Estudo busca disseminar casos de cidades latino-americanas que vão da infraestrutura verde urbana à gestão sustentável de recursos

O projeto-piloto Curitiba Ecoelétrico, desenvolvido por Itaipu Binacional, Aliança Renault-Nissan, Prefeitura de Curitiba e o Centro de Excelência da Indústria da Mobilidade (CEiiA), de Portugal, foi selecionado pela Fundação Konrad Adenauer e o ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade para integrar a publicação Sustentabilidade Urbana: Experiências na América Latina.

O objetivo do estudo é disseminar casos de sucesso de cidades latino-americanas em temas que vão da infraestrutura verde urbana à gestão sustentável de recursos naturais.

A diretora financeira executiva de Itaipu, Margaret Groff, apresentou o projeto durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 20), que ocorreu em dezembro, em Lima, no Peru. A apresentação foi feita no painel de abertura do Caring for Climate Business Forum, evento organizado pelo Pacto Global e que teve a participação, no último dia, do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

“O reconhecimento por parte do ICLEI é muito importante porque destaca o projeto como uma iniciativa inovadora de cuidados com o clima, o que é fator essencial para darmos continuidade aos investimentos em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para a mobilidade sustentável das cidades”, afirmou Margaret Groff.

O Curitiba Ecoelétrico integra as ações do Programa de Mobilidade Elétrica Inteligente (Mob-i), desenvolvido pela Itaipu em parceria com a CEiiA. Na avaliação do ICLEI, o projeto é pioneiro no Brasil e pode “inspirar outras cidades do País e da América Latina a investirem em mobilidade elétrica, sempre quando a matriz elétrica for composta de fontes renováveis”.

Além da COP 20, Margaret Groff apresentou o Mob-i e o modelo de gestão da sustentabilidade adotado por Itaipu no Smart City Expo World Congress, realizado em novembro, em Barcelona (Espanha). O evento é considerado o maior encontro de smart cities do mundo.

Margaret Groff avalia que o reconhecimento internacional mostra que as ações de Itaipu nas áreas de sustentabilidade, inovação e meio ambiente estão no caminho certo e poderão servir de referência, no futuro próximo, para a formulação de políticas públicas que melhorem a vida nas cidades.

Sobre o Ecoelétrico

O Curitiba Ecoelétrico foi lançado em junho de 2014, com dez veículos elétricos e oito eletropostos (para abastecimento), conectados a um centro de monitoramento e controle. Os carros são utilizados pela Guarda Municipal, Setran, Departamento de Proteção Animal da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e pelos gabinetes do prefeito e da vice-prefeita.

Somente nos primeiros meses de operação (84 dias), os dez veículos do projeto percorreram 16,2 mil quilômetros e evitaram que quase duas toneladas de CO2, o gás responsável pelo efeito estufa, fossem lançadas na atmosfera. A economia em relação ao que seria gasto com gasolina chega a 82%.

Outros projetos

Além de Curitiba, a publicação do ICLEI destaca projetos desenvolvidos no Recife e Rio de Janeiro, no Brasil; em San Rafael de Heredia, na Costa Rica; Cidade do México, León e Toluca, no México; Medellín e Bogotá, na Colômbia; e Lima, no Peru.

A gerente de Políticas e Estratégia do ICLEI América do Sul, Bruna Cerqueira, disse que os projetos selecionados “servem como indicativo da riqueza de ações implementadas pelas cidades de nossa rede”.

Bruna acrescentou que o compartilhamento de informações é importante porque a América Latina encontra-se em um momento de repensar o próprio modelo de desenvolvimento. “Propiciar que boas ideias e boas práticas sejam difundidas e possam inspirar ações sustentáveis nas nossas cidades é um dos objetivos da Rede ICLEI”, finalizou.

Sobre o ICLEI

De acordo com informações publicadas no site do ICLEI, a associação foi fundada em 1990 por 200 governos locais de 43 países, que se reuniram no primeiro Congresso Mundial de Governos Locais por um Futuro Sustentável, na sede das Nações Unidas, em Nova York.

A entidade “promove ação local para a sustentabilidade global e apoia cidades a se tornarem sustentáveis, resilientes, eficientes no uso de recursos, biodiversas, de baixo de carbono; a construírem infraestrutura inteligente e a desenvolverem uma economia urbana verde e inclusiva com o objetivo final de alcançar comunidades felizes e saudáveis”.

 

Fonte: Itaipu Binacional

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 Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Araraquara (SP) estudam a viabilidade de usar a água residuária da indústria de suco de laranja para produzir hidrogênio – uma fonte de energia renovável, inesgotável e não poluente.

A pesquisa, apoiada pela FAPESP, está em andamento no Centro de Monitoramento e Pesquisa da Qualidade de Combustíveis, Biocombustíveis, Petróleo e Derivados (Cempeqc) do Instituto de Química da Unesp.

“A vantagem de produzir hidrogênio a partir de águas residuárias é aproveitar, de maneira sustentável, uma fonte de carbono que hoje está sendo descartada”, argumentou Sandra Imaculada Maintinguer, pesquisadora do Cempeqc.

De acordo com a pesquisadora, a proposta é reaproveitar a energia gerada localmente, na própria indústria, para abastecer as bombas dos sistemas de tratamento biológico, por exemplo.

“O método poderia beneficiar não apenas o setor citrícola, como o sucroalcoleiro, indústrias de refrigerantes, cervejas e de outros alimentos”, afirmou Maintinguer.

O hidrogênio, explicou a pesquisadora, é quase três vezes mais energético que os hidrocarbonetos e que o metano e quatro vezes mais que o etanol.

No entanto, em razão do custo ainda elevado de armazenamento e transporte, seria inviável usar o gás, por exemplo, para substituir a energia hidrelétrica – ainda muito barata no Brasil.

O grupo de pesquisadores do Cempeqc está estudando três diferentes resíduos do beneficiamento da laranja cedidos por uma empresa situada em Matão (SP): o melaço, a vinhaça e a água residuária.

Embora o melaço e a vinhaça apresentem concentrações mais elevadas de açúcares (40 a 150 g glicose/L), testes preliminares sugerem que a água residuária (12g glicose/L) é a mais indicada para a produção biológica de hidrogênio.

“Quando a concentração de substrato é muito elevada, pode ocorrer a inibição do crescimento dos microrganismos que quebram os açúcares em moléculas menores, como ácidos orgânicos e hidrogênio. Existe uma faixa ideal, que parece ser a da água residuária”, disse Maintinguer.

Além da glicose, os pesquisadores também encontraram outras fontes de carbono na água residuária, como frutose e ácidos orgânicos, além de impurezas como óleos e detergentes usados no processo industrial.

“Fizemos os testes usando a água residuária com todas as impurezas e, mesmo assim, os resultados foram muito promissores. Conseguimos transformar cerca de 65% desse resíduo em hidrogênio. Como os microrganismos usam os nutrientes para crescer e se multiplicar em primeiro lugar, a produção nunca chega a 100%”, explicou a pesquisadora.
 

Fonte: Exame.com

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Tesouro confirmou informação dada pelo ministro de Minas na véspera. Ausência de repasse tem potencial para elevar contas de luz em 9%


A equipe econômica decidiu que não haverá mais aportes ao setor elétrico, o que resultará em uma alta maior no preço da energia elétrica. A informação foi confirmada nesta terça-feira (13) pelo novo secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Saintive, durante café da manhã com jornalistas.

Até o momento, o orçamento de 2015 trazia uma previsão de um aporte de R$ 9 bilhões ao setor elétrico, o que será revisto. "Não haverá mais aporte do Tesouro Nacional para este setor", declarou Saintive. Com isso, esse valor será bancado pelo consumidor de energia elétrica com uma alta maior na conta de luz. No final da tarde de segunda-feira, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, já havia informado que o aporte do Tesouro não deveria acontecer.

A ausência do repasse ao setor elétrico tem potencial para gerar um aumento de cerca de 9% nas contas de luz. O total de gastos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) – um fundo do setor por meio do qual são realizadas ações públicas – para 2015, porém, deve superar esse valor.

Com a decisão do governo, as contas de luz dos brasileiros podem sofrer em 2015, ao todo, aumentos ainda superiores aos registrados no ano passado – alguns acima dos 30%.

Custo de produção maior
O custo de produção de eletricidade no país vem aumentando principalmente desde do final de 2012, com a queda acentuada no armazenamento de água nos reservatórios das principais hidrelétricas do país.

Para poupar água dessas represas, o país vem desde aquela época usando mais termelétricas, que funcionam por meio da queima de combustíveis e, por isso, geram energia mais cara. Isso encarece as contas de luz.

Entretanto, também contribui para o aumento de custos no setor elétrico o plano anunciado pelo governo ao final de 2012 e que levou à redução das contas de luz em 20%.

Para chegar a esse resultado, o governo antecipou a renovação das concessões de geradoras (usinas hidrelétricas) e transmissoras de energia que, por conta disso, precisaram receber indenização por investimentos feitos e que não haviam sido totalmente pagos até então. Essas indenizações ainda estão sendo pagas, justamente via CDE.

Impacto nas contas públicas
A decisão do governo de voltar atrás no aporte do Tesouro à CDE está relacionada ao ajuste das contas públicas defendido pela presidente Dilma, como meio para retomada do crescimento do país.

De acordo com o novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, essas despesas devem ser suportadas pelos consumidores de energia elétrica, e não pelo contribuinte (por meio dos repasses do Tesouro Nacional). Segundo ele, a nova estratégia do governo é baseada em "realismo tarifário".

"É menos eficiente ser suportada pelo contribuinte do que pelo consumidor. A decisão foi trazer essa despesa para o espaço que é natural. A previsão é que venha a voltar ao que sempre foi. Isso ajuda na consecução do ajuste fiscal [nas contas públicas]", declarou o ministro da Fazenda, acrescentando que o volume previsto de R$ 9 bilhões, para o Tesouro Nacional neste ano, é "muito significativo".

Preço da gasolina
Questionado sobre a atuação da Petrobras, o ministro Joaquim Levy declarou que a empresa deverá tomar suas deciões, entre elas sobre o preço da gasolina, "como uma empresa".

No ano passado, a Petrobras, orientada pelo governo, seu acionista majoritário, manteve os preços da gasolina baixos, em um momento de alta do preço do petróleo, o que afetou o fluxo de caixa da estatal. Em 2015, porém, com a queda do preço do petróleo no mercado internacional, a gasolina e o diesel estão, no Brasil, acima do praticado em outros países.

"Crescentemente, a Petrobras fará suas decisões de preços como uma empresa. Vai, cada vez mais, tomar as decisões de preços segundo a decisão empresarial dela", declarou Levy. Questionado se, assim como seu antecessor, Guido Mantega, será o presidente do Conselho da Petrobras, ele afirmou que ainda não tem "discutido" essa questão até o momento. "Não estou ciente de nenhuma convocação de assembleia até agora", afirmou.

 

Fonte: G1

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Taxa de crescimento é igual à obtida em 2013, em relação ao ano anterior. ONS cita em relatório 'modesto' consumo industrial no Sudeste


A carga de energia no sistema elétrico, obtida a partir da geração de energia de todas as usinas ligadas ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), subiu 3,7% em 2014, na comparação com 2013. A taxa de crescimento é igual à obtida em 2013, em relação ao ano anterior.

O indicador representa a evolução do consumo de energia, levando em conta também as perdas elétricas.

Em dezembro, a carga de energia alcançou 65.602 megawatts (MW) médios, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (12) pelo ONS. O montante é 2,1% superior ao de igual período de 2013. Em relação a novembro, porém, a demanda caiu 1,3%.

"A carga o SIN [Sistema Interligado Nacional] tem sido influenciada pelo modesto desempenho da carga industrial do subsistema Sudeste. Além disso, vários ramos industriais concederam férias coletivas no fim de ano a fim de reequilibrar os estoques, elevados em vários setores ainda que mais perceptíveis na cadeira automobilística", afirmou o ONS, em relatório. O Sudeste é responsável pelo consumo de 60% da carga industrial do sistema.

Uso da capacidade instalada cai
O operador citou que o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) recuou 1,4 ponto percentual, entre novembro e dezembro, passando de 82,7% para 81,3%, atingindo o menor patamar desde agosto de 2009, quando o Nuci alcançou 81,2%.

O ONS também destacou que o Índice de Confiança da Indústria (ICI), da Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 1,5% entre novembro e dezembro de 2014, passando de 85,6 pontos para 84,3 pontos.

Com relação ao subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o consumo total de energia em dezembro ficou em 38.653 MW médios, com alta de 2% frente igual período do ano passado. Na comparação com o mês exatamente anterior, porém, o consumo recuou 1,2%. No consolidado de 2014, o consumo nas duas regiões cresceu 2,5%.

No Sul, o consumo de energia alcançou 11.478 MW médios em dezembro, com alta de 2,5% frente o último mês de 2013. Na comparação com novembro de 2014, o consumo apresentou queda de 1,6%. No consolidado de 2014, o consumo cresceu 5%.

O crescimento do consumo de energia em 2014 no Nordeste foi de 3,4% em comparação com o ano anterior. Apenas em dezembro, o consumo alcançou 10.385 MW médios, com alta de 4,5% ante dezembro de 2013. Na comparação com o mês exatamente anterior, o consumo recuou 1%.

Consumo no norte cresce 11,3%
No Norte, o consumo de energia em dezembro totalizou 5.086 MW médios, com queda de 3,1% em relação a igual período do ano passado. Na comparação com novembro de 2014, o consumo também apresentou queda, de 2%. No consolidado de 2014, porém, o consumo de energia no norte avançou 11,3% em comparação com o ano anterior.

Segundo o ONS, a alta "reflete o desempenho da atividade dos grandes consumidores industriais eletrointensivos" conectados à rede.

 

Fonte: G1

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