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O Ministro Luiz Alberto Gurgel de Faria do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Ministro Guilherme Augusto Caputo Bastos do Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmaram presença no Seminário Jurídico da CBIC, promovido pelo Conselho Jurídico da Câmara Brasileira da Indústria da Construção. O tema do seminário é a desconsideração da personalidade jurídica no âmbito do direito tributário.

O Min. Gurgel de Faria é bacharel em direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte em 1991. Concluiu mestrado (1999) e doutorado (2009) pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor do Departamento de Direito Público da Universidade Federal do Rio Grande do Norte desde 1997. Foi técnico judiciário (1990-1993) e juiz do trabalho (1993) no Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região. Tornou-se juiz federal em 1993, sendo promovido pelo critério de merecimento para o Tribunal Regional Federal da 5ª Região em 2000. Em 2014, foi nomeado ministro do Superior Tribunal de Justiça, em vaga destinada a membro de Tribunal Regional Federal.

Também está confirmado o Ministro Guilherme Augusto Caputo Bastos do Tribunal Superior do Trabalho (TST). O Ministro do TST ingressou na magistratura trabalhista como Juiz do Trabalho Substituto do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF) em 1989. Foi promovido a Juiz Presidente da 2ª Junta de Conciliação e Julgamento de Dourados (MS) em 1991 e Juiz do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (MT) em 1992. Em 04 de outubro de 2007 tomou posse como Ministro do Tribunal Superior do Trabalho.

O público alvo do evento são empresários de todos os segmentos da atividade produtiva, seja da indústria comércio ou serviços e profissionais ligados aos setores da construção civil e imobiliário, advogados, juízes, promotores e procuradores, bem como demais integrantes da carreira jurídica e acadêmicos de direito. O evento acontecerá no dia 1º de abril, em Maceió-AL.

 

Fonte: http://www.cbic.org.br/

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O recorde negativo nas vendas batido pelo mercado imobiliário paulistano em 2014 pode ser uma boa oportunidade para quem quer mudar de casa. No ano passado, a comercialização de unidades foi 35,7%  menor. Na cidade, há 27.555 imóveis em estoque, ou seja, que não foram vendidos na carteira das incorporadoras até três anos após o lançamento. Isso significa que 2015 será ano de queima de estoque.

Os descontos dados por imobiliárias e construtoras na hora da negociação podem chegar até 30%. Um apartamento de dois dormitórios no Centro pode sair a R$ 198 mil, ao invés dos R$ 283 mil, em média, que é anunciado.

De acordo com o gerente de atendimento da imobiliária Lopes, João Henrique, essa é a melhor hora para negociar. “Quem tem dinheiro para a entrada e já quer entrar no apartamento, agora é o melhor momento. As incorporadoras estão dispostas a vender. Então, quem precisa comprar se favorece.”

A empresa fará um feirão no próximo sábado com 60 empreendimentos na região metropolitana. Segundo Henrique, além do desconto, é possível conseguir condições especiais no financiamento. “É o momento para o cliente sentar na mesa e negociar”, orienta.

O economista-chefe do Secovi-SP (Sindicato das empresas do setor imobiliário), Celso Petrucci, explica que o recorde de imóveis estocados não preocupa para o ano. “É a forma de regulação do mercado. Isso aconteceu anteriormente. O consumidor está mais cauteloso e muitos dos lançamentos não são totalmente vendidos”, explica. Segundo ele, os estoques ajudam a conter os preços. “Com isso, o consumidor é beneficiado. As taxas de juros mais altas podem afastar o consumidor. Mas aquele que quer comprar encontrará boas condições.

Com as promoções feitas pelas construtoras, a expectativa do Secovi-SP é que o mercado imobiliário recupere o fôlego. A estimativa da entidade é que o comércio de imóveis vai se estabilizar e pode apresentar alta de até 10% no final de 2015.

Fonte: São Paulo

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São Paulo  - O Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil no Estado de São Paulo registrou alta de 0,1% em fevereiro na comparação com janeiro, para R$ 1.174,59 por metro quadrado. Os dados se referem às obras não incluídas na desoneração da folha de pagamentos e fazem parte de pesquisa divulgada nesta terça-feira, 3, pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O CUB é o índice oficial que reflete a variação dos custos das construtoras para a utilização nos reajustes dos contratos de obras.

No mês passado, os custos com mão de obra subiram 0,45% em relação a janeiro. Já os gastos com materiais de construção aumentaram 0,27%, e os salários dos engenheiros apresentaram estabilidade. Em 12 meses, o CUB paulista acumula alta de 6,52%. No consolidado, os custos com mão de obra cresceram 8,58%, os gastos com material de construção tiveram alta de 3,12% e os salários dos engenheiros foram reajustados em 11,78%.

A pesquisa do Sinduscon-SP e da FGV informou também a oscilação do CUB calculado sobre as obras incluídas na desoneração da folha de pagamentos. Em fevereiro, o índice teve alta de 0,11% ante janeiro, totalizando R$ 1.093,04 por metro quadrado. Nos últimos 12 meses, o índice aumentou 6,42%.
 

Fonte: Folha Vitória Online

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Depois de contribuir positivamente para o crescimento da economia desde 2010, a construção civil deve ter o pior biênio da série histórica mais recente das contas nacionais em 2014 e 2015. No ano passado, o setor encolheu cerca de 5% e, segundo estimativas de economistas, a situação deve se agravar neste ano. Se confirmada a previsão, seria o pior desempenho desde 1992.

Entre as causas para o mau resultado no ano passado estão a perda de fôlego do mercado imobiliário, a paralisia dos negócios provocada pela Copa do Mundo e, em menor escala, o comportamento mais modesto do consumo das famílias. Neste ano, o maior impacto vem da Operação Lava-Jato sobre os investimentos da Petrobras e das construtoras envolvidas nas investigações. A construção representa pouco menos de 4,7% do PIB, mas considerando toda a cadeia do setor esse peso chega a cerca de 8%.
Fonte: Valor Econômico 

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Impeditividades e contingências: cada coisa no seu lugar!
A consolidação de um corpo técnico-conceitual aplicável e reconhecido implica também o ordenamento de seu conteúdo

As Engenharias nos oferecem conhecimentos aprofundados de especialidades, soluções de problemas de nosso dia-a-dia, metodologias, cálculo, demonstrações transparentes, 
rastreabilidades...

A Engenharia de Custos segue essas qualificações e persegue uma linguagem, uma lógica e um território conceitual próprios e o estabelecimento de análises holísticas e pontuais interativas, visando a todas as abordagens relativas a custos. Como consequência, há um ordenamento para estas atribuições, cada elemento ou unidade de estudo ocupa um único e particular lugar nessa disciplina: cada coisa no seu lugar!

Alguns conceitos importantes são estabelecidos, para o entendimento, sobre as relações conceituais, entre contingências e impeditividades.

O que são as contingências de obra?

São ocorrências de fatos e eventos que causam impactos nas atividades ou serviços de construção, materializando-se, como restrições ou oportunidades, com efeitos sobre a sua estrutura de custos e resultados.

As contingências devem ser desdobradas em categorias, para serem examinadas de modo exaustivo, no processo de formação do preço.

As contingências de execução são pontuais. Causam impactos exclusivamente nos indicadores de desempenhos das atividades ou serviços: consumo de materiais, produtividade da mão de obra e produção dos equipamentos. Estão sujeitas às condições de organização do espaço e de operação e às disponibilidades de meios e suprimentos.

As contingências de canteiro são outra categoria. Referem-se às relações exercidas nos conjuntos de atividades e serviços e são submetidas às condições de apoio à produção da obra como um todo. Impactam conteúdos e especificações de recursos logísticos, para suprir as variadas frentes da produção.

Por último, as contingências de contrato se referem ao empreendimento, em sua globalidade, para o cumprimento de obrigações e responsabilidades e atendimento a requisitos e exigências, assumidos. Impactam os conteúdos e especificações de recursos logísticos, para suprir determinações contratuais.

O levantamento exaustivo das contingências parte do que está previsto, no levantamento das condições locais de execução, no projeto e no contrato. Parte também do estudo apurado das ocorrências presumíveis, com fundamento na expertise do construtor.

 

 

O que são as impeditividades?

As impeditividades são efeitos decorrentes, com origem exclusiva nos requisitos e exigências determinados no contrato, que causam impactos nas atividades ou serviços e sobre a sua estrutura de custos e resultados.

A análise exaustiva das impeditividades na formação do preço implica também o exame cuidadoso dos desdobramentos de fatos presumíveis.

Os requisitos e exigências do contrato podem impactar diretamente o processo de execução ou as condições logísticas de canteiro, além dos atributos da gestão administrativa e comercial do empreendimento.

 

 

Comentários

• As contingências e as impeditividades inserem-se no campo das previsibilidades e presumibilidades;
• As contingências e as impeditividades não devem ser consideradas como riscos, que são imprevisibilidades, advindas de fatos supervenientes, absolutamente fora do controle das partes;
• Constituem-se, portanto, em ônus do negócio do construtor;
• Não há obra sem contingências. As impeditividades dependem das exigências contratuais. Assemelham-se pelo impacto nos custos e resultados;
• Considerar contingências impõe ao formador de preço esgotar estudos de restrições e oportunidades, superando adversidades e aproveitando facilidades, que possam impactar os custos;
• As contingências têm sido consideradas de modo paramétrico generalizado, entretanto a Engenharia de Custos oferece critérios para avaliação e dimensionamento;
• As impeditividades são essencialmente previstas, mas impõem o exame cuidadoso dos seus desdobramentos em fatos presumíveis;
• Os termos de contratação podem não prever todas as impeditividades. Mas cabe ao construtor considerar todas as contingências a que a obra poderá estar submetida;
• É importante destacar a diferenciação de cenários de práticas de processos de formação de preço;
• Na formação do preço obtida por meio da Modelagem, a consideração dos impactos das contingências é intrínseca à própria metodologia;
• A utilização das Tabelas de Custos Referencias, para a formação do preço, implica um estudo detalhado para identificar e considerar os impactos das contingências.

Recomendações

Numa lógica de responsabilidade técnica de engenharia, é atribuição do construtor a capacidade de prever as restrições e oportunidades da obra (contingências) e cabe ao contratante estabelecer as regras, para a eficácia da execução e sua logística (impeditividades).

• O processo de Formação do Preço deve esmiuçar, quantificando de modo transparente, as impeditividades estabelecidas no contrato e as contingências de obra;
• Cada coisa no lugar! O instrumento essencial de transparência de todas as demonstrações são as composições de custos. O que impacta a execução do serviço ou da atividade deve estar incorporado aos indicadores de desempenho (consumo, produtividade e produção) das composições. O que impacta as condições logísticas deve estar discriminado, de modo destacado, nos conteúdos das composições ;
• A gestão compartilhada é o formato de operação adequado, que também visa a aprimorar o acompanhamento e controle do processo executivo;
• Instrumentos contratuais de conciliação e gestão são recursos indispensáveis para mitigar conflitos, frente a fatos imprevistos.

Fonte: Contrução e Mercado

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O Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) variou 0,5% em fevereiro, abaixo do resultado de janeiro (0,7%). Nos últimos 12 meses, o índice acumula alta de 6,8%. Em um ano, a mão de obra ficou 7,73% mais cara e os materiais, equipamentos e serviços, 5,8%.

O cálculo, feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), 
mostra que em fevereiro aumentou a intensidade de alta no custo dos materiais, equipamentos e serviços (de 0,62% para 0,77%). Essa elevação foi puxada, principalmente, pelos itens de acabamento, com um avanço de 1,24% ante 0,8% registrado em janeiro. Em serviços, os custos com as refeições foram os que mais contribuíram para a alta no setor, ao aumentar, em média, 1,51%, e ficar acima da variação de janeiro (0,18%).

Já em relação à mão de obra, houve alta de 0,26%. Essa variação é inferior à de janeiro (0,77%). O resultado reflete o reajuste salarial da construção civil em Belo Horizonte e as antecipações dos reajustes salariais em Porto Alegre e Salvador.

A pesquisa indica que em cinco das sete capitais onde é feito o levantamento houve aumento no INCC-M. Em Salvador, o custo variou de 0,35% para 0,69%; em Brasília, de 0,23% para 0,26%; no  Rio de Janeiro, de 0,39% para 0,41%; em Porto Alegre, de 0,53% para 1,15%, e em São Paulo, de 0,3% para 0,43%. Nas demais, as altas foram inferiores às do mês passado: Belo Horizonte (de 3,62% para 0,42%) e no Recife (de 0,34% para 0,3%).

O INCC-M é um dos componentes do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, por exemplo. O resultado de fevereiro refere-se à coleta de preços entre os dias 21 de janeiro e 20 de fevereiro.

Fonte: EBC

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Devido ao cancelamento do contrato entre Governo e consórcio responsável, o trabalho continua sem previsão de retorno. Enquanto isso, as estruturas já construídas enfrentam a falta de manutenção 

"O sonho de todo mundo aqui é ver esse trem funcionando". A frase é do comerciante Benedito Bezerra, morador do bairro Vila União, mas resume a expectativa de milhares de fortalezenses em relação ao Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT). A esperança, contudo, logo acaba quando se vê o estado de abandono em que se encontram as obras, paradas há cerca de nove meses após o cancelamento do contrato firmado pelo Governo do Estado com o consórcio responsável pelas intervenções.

O trabalho continua sem previsão de retorno, situação que se prolonga desde então, e, enquanto isso, as estruturas já construídas enfrentam a falta de manutenção. Das oito estações inclusas no projeto do transporte, apenas uma, situada na Avenida Borges de Melo, foi concluída. No entanto, com a suspensão das obras, hoje o local está esquecido. O exterior da plataforma foi completamente tomado pelo matagal, que quase cobre os tapumes ainda não retirados. O espaço também teve o piso danificado, não se sabe se resultado da ausência de conservação ou da ação de criminosos, ambas relatadas por quem vive no entorno. "Os vagabundos levaram um monte de ferro que ficou por aí quando as obras pararam", diz Benedito Bezerra.

Segurança 

 Na manhã de ontem, um vigilante fazia a guarda do local. Segundo ele, a segurança é necessária para evitar o roubo de partes da estrutura, situação registrada em estações próximas. "Se não tivesse a gente aqui, acho que teriam levado tudo", conta o profissional.

Em outras duas plataformas, implantadas nos bairros Aldeota e Papicu, os canteiros de obras vazios revelam os trabalhos inacabados, suspensos ainda em estágio inicial. As construções, já repleta de pichações, tornaram-se, ainda, grandes depósitos de materiais de construção abandonados e de lixo, deixado pela população no local.

As obras do VLT estão paralisadas desde junho do ano passado, em decorrência do descumprimento de contrato por parte do consórcio construtor, segundo a Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra). Antes disso, no entanto, o trabalho já era marcado pela lentidão. As intervenções deveriam ter sido entregues para a Copa do Mundo de 2014, mas a um mês do início do evento, apenas 50% do projeto estava concluído.

Licitações 

 Conforme a Seinfra, a retomada das obras continua sem previsão. Nos últimos meses, duas licitações foram realizadas para dar continuidade ao serviço, mas as empresas concorrentes não atenderam aos requisitos do Governo do Estado. Agora, a Pasta afirma que um novo certame está sendo discutido.

A Secretaria informou, por nota, que a vigilância das plataformas é feita pela Polícia Metroviária ao longo de todo o trajeto do ramal, em convênio com o Metrô de Fortaleza (Metrofor). Ainda de acordo com o órgão, denúncias de ações criminosas devem ser comunicadas para a Ouvidoria do Estado do Ceará, por meio do telefone 155.

O VLT ligará o Mucuripe à Parangaba, em um percurso de 12,7 Km que passará por 22 bairros. O projeto prevê a construção de oito estações: Parangaba, Papicu, Montese, Vila União, Rodoviária, São João do Tauape, Pontes Vieira e Mucuripe. Conforme a Seinfra, a estimativa é que o modal transporte até 90 mil passageiros por dia.
Fonte: Diário do Nordeste 

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Bairro de Brasília que já teve metro quadrado entre os mais caros do Brasil sofre com falta de estrutura e desvalorização

O preço do metro quadrado caiu mais de 20% nos últimos cinco anos

Sem infraestrutura e com obras inacabadas, o Setor Noroeste, que já teve o metro quadrado entre os valores mais altos do Brasil, está longe de ser o que se esperava e os imóveis estão cada vez mais desvalorizados. O metro quadrado que em 2010 era vendido a aproximadamente R$ 14 mil, agora não passa dos R$ 10 mil.

Quem comprou um imóvel no Noroeste, região nobre de Brasília, não imaginava que cinco anos após o inicio das obras, o projeto de cidade modelo, verde e inteligente ainda estaria no papel.

- Boa parte do Noroeste ainda carece da urbanização. Isso é um fator que tem pegado muito, para os compradores futuros e para os que já compraram. Alguns já até mudaram, disse o presidente da Associação de Corretores do DF, José Geraldo da Silva.

A arquiteta e urbanista, Laila Mackenzie Mendonça, aponta alguns dos principais problemas enfrentados pelos moradores da região. Entre eles estão à falta de iluminação, a fiação elétrica aérea e o parque Burle Marx que, até o momento, não conta com nenhum tipo de infraestrutura e até o lago está seco.

- Esse parque não foi implantado como foi prometido. Até o final do ano passado, que era a data prevista para a implantação, ele não estava em condições e estamos vendo que não está como deveria.

Ela explica ainda que o projeto contemplava um sistema especial de coleta de lixo. Entretanto, a técnica sofisticada, aplicada em cidades como Barcelona, na Espanha, nunca foi implementada.

- O lixo seria pré-selecionado, depois colocado em uma entrada, sugado e levado a uma usina de tratamento no SIG, mas o sistema não foi instalado.

Ela cita ainda outros problemas como o mato alto, sistema de transporte público deficiente, falta de placas de sinalização e ausência de calçadas.

Em 2013 a Terracap (Agência de Desenvolvimento do DF) assinou um termo de compromisso para a conclusão dos serviços de infraestrutura das etapas I e II e do parque Burle Marx. O acordo previa o término das obras até o final de 2014, mas isso não ocorreu.

A Terracap informou por meio de nota, que o Tribunal de Contas do Distrito Federal suspendeu por tempo indeterminado as obras do parque Burle Marx e que não há problemas com a infraestrutura do bairro.

Para o presidente da Associação de Corretores do DF, José Geraldo, o bairro está passando apenas por uma fase, mas continua sendo uma boa opção para quem deseja investir no setor imobiliário.
Fonte: Portal R7

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Também foram abertas 72 oportunidades para topógrafos e técnicos em edificações. Salários chegam a R$ 8.640,00

O Departamento de Engenharia e Construção (DEC) do Exército Brasileiro abriu na última segunda-feira (23) as inscrições para o processo seletivo que visa à contratação de 78 engenheiros civis, 30 arquitetos e urbanistas, 42 topógrafos e 30 técnicos em edificações para atender as necessidades de obras e serviços relativos ao Plano de Gestão da Sustentabilidade das Olimpíadas Rio 2016, assim como a demanda do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal e à implantação dos Projetos Estratégicos e Estruturantes do Exército.
Na cidade do Rio de Janeiro são oferecidas 16 vagas para engenheiros civis e seis para arquitetos com salário de R$ 5.500,00 para o cargo júnior, R$ 7.080,00 para pleno e R$ 8.640,00 para sênior. Também serão contratados 32 topógrafos com salário de até R$ 4.560,00 e 13 técnicos em edificações com salário de R$ 2.370,00.
Já em Resende, no interior do Rio de Janeiro, são oferecidas três vagas para arquitetos, quatro para engenheiros civis, uma para técnicos em edificações e oito para topógrafos. Em Brasília as vagas são: 13 para arquitetos, 40 para engenheiros civis e cinco para técnicos em edificações.
Ainda serão contratados dois arquitetos em Belém (PA); um em Belo Horizonte (MG); um em Curitiba (PR); um em Fortaleza (CE); dois em Porto Alegre (RS) e um em São Paulo (SP); além de dois engenheiros civis em Belém (PA); dois em Campo Grande (MS); dois em Fortaleza (CE); três em Manaus (AM); dois em Porto Alegre (RS); dois em Salvador (BA); dois em São Paulo (SP) e três em Recife (PE).
Há ainda duas vagas para técnicos em edificações em Belém (PA); duas em Manaus (AM); uma em Fortaleza (CE); três em Porto Alegre (RS); duas em Recife (PE); e uma em Salvador (BA); além de uma para topógrafo em Belém (PA) e uma em Salvador (BA).
As inscrições podem ser feitas até o dia 13 de março e custam R$ 20. Para acessar o edital, clique aqui.
Fonte: Portal PINIweb

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Em 2014 já houve muita apreensão. Apesar de um cenário relativamente estável, o ritmo baixo do crescimento econômico começou a incomodar quanto aos possíveis impactos futuros no setor da construção – e, por consequência, no emprego dos engenheiros, principalmente os civis que entram agora no mercado de trabalho.

Se para 2015 o cenário não parece estar mais animador, a vantagem deste profissional é que ele sempre poderá voltar-se para áreas de gestão e de negócios. 

“Apesar do mercado de engenharia não estar aquecido, engenheiros podem executar diversas funções, em outros mercados. Sua formação é muito bem aceita por todas as áreas de negócios”, avalia o engenheiro Marcelo Melo Barroso, docente e coordenador de graduação em Engenharia de Inovação no Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (ISITEC).

Os impactos da redução do crescimento já são evidentes na construção. “Mesmo antes, conforme relatado no EngenhariaData (2014), não houve ganhos substanciais de renda. Contudo, a falta de mão de obra técnica qualificada ainda existe em muitos setores”, diz o professor.

Inflação no teto da meta, juros elevados, baixo crescimento dos últimos trimestres, desajuste nas contas públicas, além do desgaste do mercado de trabalho e da baixa confiança de empresários e consumidores na economia não autorizam grandes promessas, e o empresariado tem mantido uma percepção bastante negativa dos desempenhos correntes.

Quem quer ser líder?

Para Barroso, não é problema o aumento da demanda por cursos e do número de vagas nas graduações em engenharia. “A formação de profissionais e a procura por eles no mercado de trabalho têm apresentado comportamentos similares, com tendência a crescimento sustentado nos últimos 15 anos”, diz.

Além disso, o aumento da demanda por cursos não ocorre de maneira equivalente em todo o país. “Esse crescimento se concentrou no Sudeste; ainda há importantes desafios regionais a serem superados.”

Assim, os rumos das economias locais (nos Estados) poderá ditar os efeitos sobre a empregabilidade de engenheiros e a evolução da construção civil.

Em contrapartida, uma particularidade deste mercado é que quem mantém o aumento do emprego são médias e grandes empresas – exatamente as que passam, hoje, por maiores dificuldades. Isso deixa mais complicada a vida de engenheiros que pretendem fazer carreira em grandes construtoras.

“A saída pode estar na observação e diagnóstico da realidade”, indica o professor.

Ele acredita que em 2015 os lançamentos imobiliários para média e baixa renda devem se manter proporcionalmente mais elevados, como ocorrido em 2014. “Cada vez mais, uma postura empreendedora e inovadora ajudará futuros engenheiros a terem boa colocação no mercado, o que também contribui para atenuar a possível crise no setor, com incremento de criatividade e das competências profissionais.”

Com toda a corrida pelos cursos de engenharia na última década, ainda faltam engenheiros com perfil de liderança, com total domínio e fluência da língua inglesa – e isso vale tanto na construção civil como em negócios. Uma boa oportunidade de se esforçar e alcançar as melhores posições. 

Além do canudo

Não basta fazer a graduação para entrar bem no mercado. Aprimoramento, experiência e capacidade de aprender cada vez mais rápido são essenciais, além das três características típicas do bom candidato:

A primeira é a competência técnica, ou qualificações próprias ao cargo de engenheiro – sempre com a boa vontade de aprender ainda mais.

A segunda é a habilidade em comunicar, competência comportamental importante. “Com visão empreendedora, o profissional deve se sentir dono do projeto, do negócio; mostrar foco no cliente e a adaptabilidade com resiliência - se adaptar a diferentes situações, como mudanças de cenário econômico, reavaliação de estratégias e dos produtos da empresa.”

Por fim, a questão cultural também chama a atenção dos recrutadores. Valores humanos e alinhamento à missão da empresa contratante contam muito. Um desafio cada vez mais premente ao engenheiro civil é fomentar com naturalidade capacidades de empreender, ou incorporar postura que concorra para o desenvolvimento sustentável e social das empresas e das regiões onde estão inseridos.

“É crescente a demanda por profissionais capazes de trabalhar com simulação e modelagem de sistemas via modelo lógico-matemático, fazer diagnósticos e desenvolver cenários de futuro, fundamentais às inovações em urbanismo, construção, transporte, logística, entre outros. Isso requer do engenheiro uma boa percepção das demandas sociais – o que é muito pouco desenvolvido na formação de nossos engenheiros”, avalia o professor.

Fonte: Mapa da Obra

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