Mútua - Displaying items by tag: Engenharia

O misterioso mecanismo de Antikythera foi encontrado em 1901 perto de um navio naufragado em Antikythera, perto de Creta, na Grécia. Mesmo após tanto tempo, o ‘computador’ primitivo continua intrigando os pesquisadores.

Por exemplo, análises revelaram que o mecanismo tinha cerca de 1.500 anos de idade, mas análises feitas no ano passado reforçaram a ideia de que o instrumento é ainda mais antigo.

Há inscrições na parte da frente e atrás do aparelho e, nos anos 70, cientistas as dataram como sendo feitas em 87 a.C. Mas, mais recentemente, os cientistas examinaram letras gregas nas inscrições e dataram o mecanismo como sendo feito entre 150-100 a.C. Não satisfeitos, os pesquisadores analisaram os eclipses que o dispositivo registrou, e descobriram que o calendário do mecanismo de Antikythera era entre 50 a 100 anos mais antigo do que se acreditava. Hoje, com base em todos esses dados, estima-se que o instrumento foi construído por volta de 205 a.C, pouco tempo depois que Arquimedes morreu.

Seja como for, os pesquisadores também não têm certeza de quem o construiu, embora seu design sugere que ele foi influenciado pelos ensinamentos de Arquimedes, Hiparco, ou Posidonius. Os cientistas acreditam que o mecanismo de Antikythera foi construído com base em um projeto de Arquimedes, e pode até mesmo ter sido construído por uma oficina que exercia a sua tradição tecnológica. Mas então porque nenhum outro exemplar foi encontrado? Não sabemos.

O complexo conjunto de engrenagens de bronze era usado, entre outras coisas, para prever precisamente eclipses lunares e solares, a posição do Sol, Lua e planetas como Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno. Pesquisadores recentemente também descobriram que o mecanismo de Antikythera acompanhava as datas dos Jogos Olímpicos e anos bissextos. E embora não fosse programável no sentido moderno, os pesquisadores o creditam como sendo o primeiro computador analógico já criado, “parecendo estar muito a frente de seu tempo”, uma vez que dispositivos desse nível de complexidade não foram vistos por quase 1.500 anos depois.

De qualquer modo, a incrível complexidade do instrumento revela que os povos antigos eram capazes de produzir feitos intelectuais e engenharia que surpreendem até mesmo muitas mentes modernas.

 

Fonte: https://misteriosdomundo.org/

Published in Clipping

A tecnologia do concreto evoluiu muito ao longo dos últimos anos. O alto desempenho desse material tem se mostrado cada vez mais importante para o desenvolvimento de grandes obras em engenharia e arquitetura. Investigações militares provaram que é possível obter bons alojamentos de emergência, para casos de desastres naturais ou guerras, por exemplo, através do seu emprego. Agora, uma nova abordagem, de uma dupla de engenheiros britânicos, tem chamado à atenção do mercado da construção civil. Trata-se de uma tenta inflável em concreto.]

Concrete Canvas Shelter

Peter Brewin e Will Crawford começaram a desenvolver, em 2004, no Royal College of Art, em Londres, um tipo de lona de concreto geossintética, contendo compostos cimentícios. Essa tecnologia inovadora ficou conhecida como ‘Concrete Shelter’ – ou ‘Abrigo de Concreto’, em português. Inicialmente, ela foi pensada para ser carregada por militares, através de bolsas plásticas de armazenamento, totalmente à prova d’água. O kits seriam destinados para áreas de refugiados ou outras regiões muito carentes, visando o atendimento humanitário.

Esse tipo de abrigo poderia acomodar os mais diferentes usos. O primeiro teste realizado com o material foi na Etiópia, com a implantação de um projeto voltado à agricultura. A ação rendeu, aos inventores, algumas importantes premiações, como o Material Connexion, de 2009. Hoje, esse modelo de lona de concreto é enviado também a outros países. Ele tem sido utilizado, principalmente, como forro para valas de drenagem, para proteção de encostas de morros e terraplenagens. Com a cama interna do plástico esterilizada, a estrutura também pode ser adequada para uso como hospital de emergência.

Composição do material

Para que a produção da lona de concreto, desenvolvida por Brewin e Crawford, fosse possível, a maioria dos equipamentos precisou ser desenvolvida do zero, já que nunca existiu uma tecnologia similar no mercado. O material é composto de concreto seco imprensado entre tecido. Do lado de fora, há o revestimento feito de fibras porosas, que contém partículas de cimento. Já do lado de dentro, tem-se uma camada plástica, de cloreto de polivinilo, à prova d’água.

Montagem da estrutura

A montagem do abrigo de concreto é bem rápida. Com apenas duas pessoas, sem qualquer treinamento, já se consegue montar tudo. O trabalho deve levar em torno de uma hora. Não há necessidade de fundações especiais. Basta que o terreno seja plano, livre de pedras. Após vinte e quatro horas de reações químicas, a estrutura esta totalmente firme e pronta para ser fixada ao chão, com ajuda de estacas de metal.

Primeiro, o material flexível e leve é inflado, com um compressor de ar, até atingir a forma final desejada. Depois, deve-se regar o conjunto com água, não necessariamente potável ou doce. O resultado é uma concha de concreto robusto, endurecido entre as camadas de fibras têxteis. O abrigo está, enfim, pronto. Caso haja a necessidade de aprimorar a proteção, a tenda pode ser reforçada com blocos ou sacos de areia em volta (assista o vídeo).

Características

Esse modelo de tenda em concreto pode ter de vinte e cinco a cinquenta metros quadrados. Para instalações maiores, outras unidades devem ser adicionadas ao conjunto, até que se chegue ao tamanho desejado. Quando finalizada, a estrutura pode ser perfurada para receber a adição de novas portas, janelas, instalações elétrica e outros sistemas. Isso só é possível devido às fibras do material e às nervuras de reforço. Elas levam a um aumento, considerável, na resistência à tração, também evitam a propagação de fissuras e fazem a compressão parabólica – quando a concha for submetida a cargas não uniformes, pela ação do vento ou acúmulo de neve, por exemplo.

Vantagens e desvantagens

Embora haja benefícios, esse sistema ainda custa muito caro. Devido a pouca demanda do produto no mercado, o que impede a fabricação em larga escala, cada unidade sai na faixa de vinte e cinco mil reais. Mas, se seu material for comparado a uma edificação não temporária, ou seja, permanente, parece uma ideia até vantajosa. A estrutura em lona de concreto pode durar muitas décadas. Ela é resistente às intempéries, à abrasão e às erosões químicas. Além disso, pode proteger seus ocupantes de mais acontecimentos infelizes na vida, como serem atingidos por disparos de armas de fogo ou ficarem desabrigados novamente.

Fonte: http://blogdaengenharia.com/

 

Published in Clipping

Com o objetivo de promover a troca de experiências e o intercâmbio profissional e técnico-científico entre os engenheiros agrimensores, a Associação Piauiense dos Engenheiros Agrimensores (Apeag), em parceira com o Crea-PI, realizará o 13º Congresso Nacional de Engenharia de Agrimensura- 13º CONEA.

O evento acontecerá no período de 01 a 03 de junho de 2017, na sede da Apeag, em Teresina, e conta também com a Mútua (Caixa de Assistência dos Profissionais do Sistema Confea/ Crea; Fenea (Federação Nacional dos Engenheiros Agrimensores; Ifpi (Instituto Federal do Piauí e Ufpi ( Universidade Federal do Piauí.

“O evento é de suma importância para a Engenharia de Agrimensura, tanto piauiense, quanto nacional. Fomos para a Bahia em 2014, para o décimo segundo CONEA e fizemos questão de trazer o evento para o Piauí”, enfatiza o professor Ronildo Brandão.

Ele disse que foi a maior caravana presente na Bahia, com a presença de estudantes piauienses, o presidente do Crea-PI, Paulo Roberto, a equipe da Apeag que foi completa.

“Sabemos da importância de um evento como esse. Vai ser um divisor de água, aqui. Quem não conhecia o que é um engenheiro agrimensor e o que a Engenharia de Agrimensura faz, vai conhecer a partir desse evento”, finaliza. 

O mercado para a engenharia de agrimensura não atravessa crise atualmente. Os agrimensores podem atuar em entidades civis, governamentais, militares, podem ser empresários da área de construção, de mapeamento, ordenamento fundiário, podem trabalhar com rodovias, estradas e barragens.

“Tudo o quem mexe com a transformação do meio ambiente é uma área em que o engenheiro agrimensor e cartório pode atuar. Assim como também na área de novas tecnologias, com mapeamento através de vants, drones, sistemas de formação geográfica, são áreas em que ele pode atuar”, enfatiza Ronildo Brandão da Silva, professor do ensino básico, técnico e tecnológico do Instituto Federal do Piauí (Ifpi) e presidente da Associação Piauiense dos Engenheiros Agrimensores (Apeag) e conselheiro e diretor do Crea-PI.

 

Fonte: http://cidadeverde.com/

A mitigação de carbono e o cuidado com o desenvolvimento econômico e social das comunidades, se tornaram as principais preocupações das corporações mundiais. Para se aproximar deste objetivo as empresas introduziram cinco importantes mudanças de comportamento. Trata-se da política dos cinco R’s – repense, recuse, reduza, reuse e recicle –, possíveis pilares que buscam tornar o planeta Terra mais sustentável.

Cada indivíduo também pode adotar uma dessas formas e inserir na sua rotina. Ações que vão desde o consumo de produtores locais, segregação de recicláveis e dar novos usos a materiais descartados. As empresas, por meio de sistemas de produção e distribuição mais eficientes, devem buscar o uso racional dos recursos naturais, a minimização dos impactos ambientais e a conservação da biodiversidade, num contexto de estratégia empresarial voltada para a sustentabilidade.

O setor elétrico é o grupo econômico que mais busca oportunidades e enfrenta desafios para incorporar a sustentabilidade aos seus valores. De acordo com o último levantamento do Ministério de Minas e Energia, em 2015, a geração de energia elétrica oriunda de fontes não renováveis representou 75,9% na matriz elétrica mundial. E como elas podem reduzir as emissões de gases de efeito estufa adotando os 5 R’s?

1º Repensar: ações e equipamentos utilizados na rede elétrica – atualmente, no Grupo CPFL Energia, cerca de 300 clientes têm instalados em suas residências placas fotovoltaicas. Eles estão gerando sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis. Estimular a micro geração distribuída, e a forma de levar o excedente de energia para a rede de distribuição, ampliando a oferta. Outra maneira positiva de atuar é repensando a utilização de equipamentos. Ao usar os transformadores verdes, a CPFL reduz riscos de acidentes ambientais. A substituição do óleo isolante mineral, o ascarel, usado no sistema de refrigeração dos transformadores, pelo óleo isolante vegetal biodegradável, reduz o tempo de degradação do óleo no solo de 15 anos para 45 dias.

2° Recusar: os famosos “gatos”, identificá-los e regularizá-los – uma ligação direta na rede elétrica sem o conhecimento e autorização da distribuidora de energia elétrica é crime previsto no Código Penal e a reclusão pode chegar a quatro anos. Existem casos em que se rompe os lacres do relógio medidor, sobrecarregando o sistema elétrico e provocando interrupções no fornecimento de energia. A regularização não só traz cidadania, como também beneficia todos os consumidores com um serviço de melhor qualidade. No Brasil, o prejuízo com este tipo de prática chega a R$ 8 bilhões. O Programa de Eficiência Energética da CPFL Energia, em 2016, investiu R$ 5,2 milhões nesta ação, beneficiando 1.950 clientes residenciais de baixo poder aquisitivo, promovendo ações educacionais sobre o uso consciente de energia elétrica.

3° Reduzir: o desperdício de energia elétrica – preservar os recursos naturais e promover educação para o uso racional de energia elétrica. Esses são os objetivos dos programas de eficiência energética das distribuidoras brasileiras. Pela lei, elas devem aplicar 0,4% de sua receita operacional líquida em ações que evitem o desperdício. Graças a aplicação dos projetos de eficiência energética. De 2008 até junho de 2016, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) contabilizou uma economia de 4.629 GWh ao longo dos anos.

4° Reutilizar: material em benefício da população – equipamentos oriundos da rede elétrica e não mais utilizados, como postes e cruzetas de madeira, com o passar do tempo, devem ser trocados e seu descarte deve ser adequado. Num bom exemplo dessa ação, desde 2014, a CPFL, em parceria com a Prefeitura Municipal de Várzea Paulista, transforma cruzetas em bancos, que são distribuídos durante a revitalização de praças na cidade. Além disso, a adoção de uma logística reversa, para a reforma de medidores e transformadores, evita custos e contribui para o reaproveitamento por terceiros. É feita a triagem nas bases operacionais, os equipamentos sem possibilidade de recuperação são retirados e destinados para aterros industriais, que comercializam a sucata para fabricantes de panelas, móveis e confecção de cercas. Os materiais bons permanecem, são recuperados e retornam ao estoque.

5° Reciclar: por meio da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), decorrente da Lei nº 12.305 – as empresas podem dar o devido retorno de peças e equipamentos retirados de serviço, a partir de processos que descontaminam e evitam danos ao homem e ao meio ambiente. Equipamentos e peças que não possuem qualidade suficiente para serem reutilizados, como porcelanas de isoladores, alumínio de cabos e luminárias, metais componentes de transformadores, vidro de lâmpadas, passam por um processamento, são classificados e viram matéria-prima para a indústria. Os materiais são destinados para setores diversos como construção civil, indústria cerâmica e metalúrgica, entre outras. A comercialização desses insumos gera recursos, que tornam toda a cadeia sustentável.

A adoção dessas medidas pode concretizar a sustentabilidade nas políticas de qualquer empresa, independente do seu negócio. Integrar em seus processos de tomada de decisão, considerações ambientais e sociais, desde as fases de projeto até a construção e operação dos seus empreendimentos, fortalece o RESPEITO e o caminho para o reconhecimento de uma empresa social e ambientalmente responsável.

Rodolfo Nardez Sirol, Diretor de Sustentabilidade e Meio Ambiente da CPFL Energia.

 

Fonte: http://jornaldaconstrucaocivil.com.br/

Published in Clipping

A Engenharia é uma área de atuação bastante ampla, que forma profissionais com bom raciocínio lógico e capacidade para solucionar problemas em diversos segmentos do mercado. O curso está entre os mais concorridos nos vestibulares, segundo o Ministério da Educação (MEC) .

Com diversos segmentos diferentes, é preciso que o estudante conheça bem as áreas disponíveis e entenda com qual delas mais se identifica. A seguir, veja quais são as disciplinas da Engenharia Elétrica e entenda o dia a dia da profissão:

O que faz um engenheiro eletricista?

O engenheiro eletricista trabalha com a produção, transmissão e a distribuição da energia elétrica atuando também na manutenção de equipamentos em clínicas e hospitais e no planejamento de construção de usinas hidrelétricas e nucleares, por exemplo. Além disso, também há espaço para esse profissional na área de computação, na biomédica, na microeletrônica e no setor industrial.

Graduação em engenharia elétrica

O curso de graduação tem duração média de 5 anos, sendo dividido em disciplinas básicas e outras específicas da área. Os alunos terão aulas voltadas para projetos elétricos, sistemas digitais, eletromagnetismo, bem como de Matemática, Química e Física. Assim, os primeiros anos têm uma configuração composta por disciplinas mais básicas e, ao longo da graduação, a grade se torna cada vez mais específica.

Ao longo de alguns cursos de Engenharia Elétrica, a própria instituição de ensino dá enfoque para determinada área dentro da carreira e, por isso, é importante saber dessa informação logo no momento em que ingressar na faculdade. Dentro dos possíveis enfoques, estão em telecomunicações, automação, eletrotécnica, entre outros.

As aulas práticas compõem uma parte considerável da grade curricular, com o intuito que o estudante saia formado da instituição de ensino com uma boa base e se destaque no mercado. Quanto maior for a quantidade de aulas em laboratórios, maior a experiência que o estudante irá adquirir para lidar com os problemas que irá se deparar no dia a dia do trabalho. Por isso, o estágio é uma fase obrigatória da graduação.

Mercado de trabalho

Grandes oportunidades se concentram em usinas hidrelétricas e termelétricas. O setor de telecomunicações, principalmente por causa da relevância que ele ganha a cada globalmente, também apresenta bom potencial. Os órgãos públicos, como as companhias de energia, são um espaço que costuma oferecer vagas para os Engenheiros Eletricistas.

 

Fonte: Crea-AL

Published in Clipping

O equipamento será utilizado para comunicações estratégicas do governo e para ampliar a oferta de banda larga no país, especialmente nas áreas remotas

O lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas ao espaço, que estava previsto para amanhã (21), foi remarcado para quarta-feira (22), devido a uma greve geral que atinge a Guiana Francesa, onde ocorrerá o lançamento. Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, os horários e a programação do lançamento estão mantidos na quarta-feira.

A janela para que o satélite brasileiro seja enviado ao espaço fica aberta entre as 17h31 e as 20h20, no horário de Brasília. Este será o primeiro satélite geoestacionário brasileiro de uso civil e militar.

Adquirido pela Telebras, o equipamento será utilizado para comunicações estratégicas do governo e para ampliar a oferta de banda larga no país, especialmente nas áreas remotas. Cerca de 30% da capacidade do satélite será para uso exclusivo das Forças Armadas.

Com 5,8 toneladas e 5 metros de altura, o satélite ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo todo o território brasileiro e o Oceano Atlântico. A capacidade de operação do satélite é de 18 anos.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/

Published in Clipping

O protótipo é de uma fabricante britânica. A versão projetada com comida inclui trem de pouso feito de salame

O uso de drones para atingir áreas de difícil acesso e levar suprimentos é uma ideia antiga e já foi testada na prática: drones já levaram medicamentos a áreas remotas e até sangue para transfusão. Mas a empresa britânica Windhorse Aerospace quer incrementar o papel do drone nessa empreitada: ele levaria comida até áreas de risco e, além de servir como meio de transporte, seria comestível também.

O protótipo ganhou o nome de Pouncer e suas especificações técnicas já foram patenteadas – com exceção da parte de materiais alimentícios para construção. Por enquanto, o Pouncer seria um drone com aterrissagem precisa, criado especialmente para carregar até 50 kg de comida e água a cenários de guerra ou acidentes.

A ideia é que seu custo de fabricação ficasse por volta das £100 (cerca de R$ 383). O preço total do vôo e dos mantimentos somaria no máximo £250 (em reais). Ele precisa ser barato, porque a ideia é que seja de uso único, sem precisar ser recuperado para novos vôos.

Só este projeto já seria uma novidade para a ajuda humanitária, para a qual os drones servem, no máximo, para a entrega de medicamentos.

Mas o fundador da Windhorse Aerospace quer ir mais longe – já que o drone não vai voltar mesmo, melhor torná-lo comestível e aumentar a quantidade de comida transportada sem alterar a carga máxima.

Nigel Gifford, que está por trás da empreitada, projetava aeronaves para o exército, mas ficou famoso por suas iniciativas malucos. Vendeu um drone para o Facebook, chamado Ascenta (e depois Aquila) que serviria como um modem de internet, em pleno vôo, para as áreas onde a conexão ainda não chegou. Antes disso, ele foi do time de logística de Richard Branson, magnata que tentou dar a volta ao mundo em um balão de ar. O drone deu certo – a aventura não. Seu próximo desafio é encontrar os melhores materiais para a produção do drone comestível.

Em uma entrevista ao Financial Times, ele mencionou alguns candidatos bizarros: favos de mel ou vegetais comprimidos para a estrutura e salame para o trem de pouso. Para Gifford, a carne processada tem a “força e a flexibilidade ideal” para a tarefa.

A proposta não convenceu as agências de ajuda humanitária. Primeiro, porque não acreditam que drones vão funcionar para distribuição ampla de comida. A segunda crítica é que as comunidades em risco estariam sendo usadas como plataforma de testes para uma nova tecnologia de drones, mesmo que comestível.

Ainda que a ideia de comer o pacote de entrega faça sentido inicialmente, as primeiras entrevistas sobre o Pouncer falavam de um drone de baixo custo que poderia ser desmontado e as peças retiradas para serem usadas como material para construir abrigos ou mesmo queimadas com segurança e alimentar pequenas fogueiras, auxiliando no preparo de alimentos.

Um drone de cenoura compactada e salame é incrível – mas uma proposta mais pé no chão seria bem mais útil.

Este conteúdo foi publicado originalmente no site da Superinteressante.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/

Published in Clipping

Obra é sempre sinônimo de muitos transtornos e desafios, tanto para clientes quanto para profissionais. Por isso, se existir qualquer forma de deixar as reformas e pequenas construções menos complicadas, vale a pena investir na ideia. Não é novidade para ninguém que os aparelhos smart, como tablets e celulares, viraram uma ferramenta essencial de trabalho. Eles podem facilitar, bastante, a vida de muita gente, através de seus maravilhosos aplicativos.

Conhecendo o aplicativo ‘Reforma Simples’

Em 2014, após o trabalho final de graduação do curso de Sistemas de Informação, Giuliano Cardoso, juntamente de um amigo, o engenheiro civil Victor Hugo Barbosa, tornou sua ideia de criar um aplicativo para celulares em realidade. Assim surgiu o ‘Reforma Simples’, um software capaz de estimar o preço de materiais e diversos tipos de serviços na área da construção civil.

O ‘Reforma Simples’ é desenvolvido e oferecido pela empresa Catraia Aplicativos, de Rio Branco, no Acre. (imagem extraída de Jornal 4 Cantos)
Esse aplicativo móvel tem como público-alvo estudantes e profissionais de arquitetura e engenharia civil. Ele pode os auxiliar na elaboração de projetos, já que simula uma proposta financeira das suas reformas e obras. Com o programa, o profissional consegue expor uma possibilidade quantitativa de todos os materiais a serem gastos, como argamassa, rejunte e tintas, além de serviços de mão-de-obra nessa categoria.

Gerando um orçamento prévio

O somatório de materiais, realizado pelo ‘Reforma Simples’, se baseia em todos os dados informados pelo usuário do smartphone. Em seu relatório final, o aplicativo apresenta uma estimativa de orçamento para os insumos da obra. O programa tem como referência as publicações periódicas de preços para cada estado do país, divulgadas pela Caixa Econômica Federal, o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e o SINAPI – Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil.

Impressões sobre o programa

Apesar de não ser o único aplicativo na área, o ‘Reforma Simples’ é um programa excelente, de muita ajuda para reformas. É bem simples de mexer, mas de maneira nenhuma substitui a opinião de um profissional capacitado. As quantidades geradas nas listagens servem apenas de orçamento prévio.  Na sua versão free, muitas simulações podem apresentar resultados diferentes do mercado, já que a atualização mensal do sistema é limitada.

É sempre importante o usuário observar bem qual a unidade que foi considerada em cada material, pois isso pode diferir do sistema adotado em sua região. Às vezes, as estimativas de consumo podem até parecer erradas. Isso é porque foi considerado o reaproveitamento do material em fase de execução da obra. O ponto mais positivo é que o relatório pode ser exportado, por completo, através de um e-mail e depois aberto no Excel, facilitando a visualização da pesquisa realizada.

Veja, detalhadamente, como utilizar o aplicativo Reforma Simples aqui.

 

Fonte: http://blogdaengenharia.com/

Published in Clipping

Preterida à malha rodoviária, a partir da década de 1960, a centenária malha ferroviária nacional foi tema de audiência pública promovida pela Frente Parlamentar Mista da Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional, na quinta-feira (9).

Realizada no Plenário 10, do Anexo II, da Câmara dos Deputados, a audiência, presidida pelo deputado Ronaldo Lessa (PDT-AL), que também preside a Frente,  reuniu representantes do Confea, da Faef (Federação das Associações de Engenheiros Ferroviários), da ONG FerroFrente, da ANTF (Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários) e da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).

Concordando que além de centenária, a malha ferroviária nacional sofre dos males da falta de manutenção e de concessões ao setor privado que deixam a desejar, os participantes da audiência discordam de alguns pontos no que se refere a investimentos para sua manutenção e ampliação.

Para Clarice Soraggi, da Faef, “os ferroviários ainda têm esperança de que o Brasil volte aos trilhos”, literalmente. Depois de historiar sobre as ferrovias nos últimos 60, “quando ocorreram construções em diversas etapas que não seguiram os mesmos modelos de bitolas, por exemplo”, Clarice informou que a ausência de um marco regulatório, quando das concessões feitas na década de 1960, é um dos fatores que levam ao quadro atual.

“Hoje precisamos de uma avaliação técnica fria, de um  Ministério dos Transportes com força e profissionais para atuar de forma mais incisiva, de um bom planejamento de gestão ferroviária e fiscalização eficaz”, afirmou.


“O país não tem uma política de Estado para o setor”

Às vésperas da renovação das atuais concessões, José Manoel Gonçalves, da ONG FerroFrente, criticou a MP 752,  que trata da relicitação dos contratos: “Somos reféns de interesses particulares e nosso Estado não tem a firmeza necessária”. Para ele, “as concessionárias ficaram com o nosso patrimônio e não temos a garantia de que elas farão os investimentos necessários”.

Por sua vez, Fernando Paes, da ANTF,  já garantiu que o projeto de incrementar o modal em  mais 35% até 2025 dificilmente vai acontecer. “O país não tem uma política de Estado que considere um bom planejamento considerando décadas”. Para Paes, “isso traria segurança jurídica para o setor”.

Paes disse defender “com tranquilidade” a prorrogação dos contratos atuais. Ele também afirmou que os novos contratos de relicitação serão bem mais rigorosos e modernos. Por último, ele rebateu as críticas de que não há pessoal preparado para trabalhar em ferrovias: “Temos escolas de formação em diversas ferrovias do Brasil”, garantiu.

Jean Mafra dos Reis, da ANTT reconheceu que “os contratos refletem a realidade da época e que a agência herdou essa situação em 2001”. Ele afirmou que “as concessionárias cuidam do transporte e da segurança das ferrovias”. Ele disse que a fiscalização é feita, mas que muitas concessionárias recorrem à Justiça o que gera conflitos de interesses. “Temos que trabalhar muito para ter um melhor sistema ferroviário”, afirmou.

O atual estado precário das ferrovias para o escoamento da produção agrícola, a desconexão entre os modais e a falta de recursos, segundo Reis, podem ser recuperados com os PPI (Programa de Parceiras de Investimentos). “O PPI pode ser uma ferramenta de ajuda  para enfrentar o  desafio para mudar o cenário da falta de recursos e planejamento”. Para ele, “os contratos novos darão as respostas e os retornos que não temos hoje”.

O conselheiro federal Alessandro Machado, falando pelo Confea, disse que o Conselho tem feito trabalho de integração dos profissionais e está envolvido na atualização do cadastro das ferrovias do país. Citou o  Sinter (Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais),  “uma  ferramenta de gestão pública importante”, e criticou a Lei 8.666/1993, que considera comprometida.

Os conselheiros federais Edson Delgado e  Alessandro Machado, que integrou a mesa dos trabalhos,  o gerente da regional Centro-Oeste, Jary Castro, o superintendente de Integração do Sistema, José Gilberto de Campos, e Pedro Lopes de Queiróz, da Assessoria Parlamentar, participaram da audiência pública sobre a malha ferroviária no Brasil.

 

Fonte: Confea


A Ford promove, pela segunda vez, o “Prêmio Alan Mulally de Liderança em Engenharia” na Bahia para alunos da Universidade Salvador (UNIFACS). Este é um programa mundial da empresa que tem como meta a doação de US$ 1 milhão em bolsas de estudo, durante dez anos, abrangendo dez universidades ao redor do mundo. O financiamento do prêmio é composto por US$ 500 mil da Ford e US$ 500 mil do Ford Fund, braço filantrópico da empresa.

Para disputar a bolsa, os estudantes da universidade baiana precisam estar cursando do terceiro ao sexto semestre dos cursos de Engenharia Mecânica, Elétrica, Mecatrônica, de Computação ou de Produção, ter média global 7,5 ou maior, inglês fluente e realizar trabalhos voluntários, ações de liderança acadêmica ou comunitária. As inscrições para o Prêmio Alan Mulally vão até o próximo dia 24 de março e o nome do vencedor será anunciado mundialmente em 28 de abril.

Desde que se instalou na Bahia, a Ford investe no desenvolvimento de projetos que têm como foco a educação. A empresa reconhece e estimula bons alunos e fomenta o desenvolvimento de lideranças por meio de parcerias com renomadas instituições de ensino superior espalhadas em várias cidades brasileiras. Com o prêmio, a Ford ressalta a importância da engenharia automotiva mundial.

Alan Mulally foi o principal executivo da empresa no período de 2006 a 2014 e deu grande impulso para a globalização da marca. Ele desenvolveu o plano conhecido como "One Ford”, que acelerou a implantação de plataformas globais de veículos da marca e estabeleceu as bases para o seu crescimento sustentável.

 

Fonte: http://www.segs.com.br/

Published in Clipping
Pagina 1 de 52

Publicações populares

Endereço

Mútua SEDE
SCLN 409, Bloco E, Asa Norte, CEP:70857-550, Brasília - DF

Central de Relacionamento Mútua

0800 61 0003, Tel.: (61) 3348-0200

Ouvidoria da Mútua

Acessos do Colaborador

Redes Sociais

Facebook Twitter Youtube

Mútua nos Estados