Mútua - Displaying items by tag: Construcao civil

Profissionais serão credenciados para prestação de serviços na Funsat

A prefeitura de Campo Grande, por meio da Fundação Social do Trabalho de Campo Grande – Funsat, publicou na edição desta quinta-feira (18), do Diário Oficial de Campo Grande – Diogrande, o edital de credenciamento de Colaboradores para o “Programa Qualifica Campo Grande – Programa de Inclusão Profissional (Proinc) – Construção Civil”.

O edital visa selecionar profissionais a serem credenciados para prestação de serviços na Funsat, para função de instrutor de qualificação profissional e Orientador na área da construção Civil, nas seguintes áreas: instalações elétricas prediais – engenheiro eletricista, construção civil – engenheiro civil, instrutor eletricista/auxiliar eletricista, instrutor auxiliar de encanador, instrutor carpinteiro, instrutor pedreiro, instrutor pintor, instrutor servente de pedreiro e instrutor azulejista. São 13 (treze) vagas para contratação imediata e 46 (quarenta e seis ) vagas para para cadastro reserva.

Os salários variam entre R$ 5.622,00 e R$ 8.433,00. O contrato será por tempo determinado, com validade de quatro meses, podendo ser prorrogado por mais 4. As inscrições serão realizadas no período de 22 de maio a 31 de maio de 2017, no horário das 7h30 às 10h e das 13h30 às 16h, na sede da Funsat, sala 101 – 1º andar, localizada à Avenida Eduardo Elias Zahran, n. 1.581, Bairro Jardim Santa Dorotheia – Campo Grande – MS, mediante a entrega preenchida de ficha de inscrição específica, assinatura da declaração e apresentação do original e das cópias dos documentos exigidos no edital.

Quem tiver interesse em se credenciar no programa pode conferir todas as informações do edital 001/2017/FUNSAT, disponível a partir da página 6 da edição 4.888 do Diogrande, através do endereço eletrônico http://portal.capital.ms.gov.br/diogrande
 

Fonte: http://www.diariodigital.com.br/

Published in Clipping

O setor da construção perdeu 9.983 vagas em todo o Brasil em março, queda de 0,40% em relação a fevereiro. Esta é a 30ª queda consecutiva, deixando o estoque de trabalhadores no setor em 2,47 milhões. Na comparação com março de 2016, houve queda de 13,44%. Em outubro de 2014, primeiro mês de variação negativa, o estoque era de 3,57 milhões – queda de 1,1 milhão de postos de trabalho. Desconsiderando efeitos sazonais*, a queda é de 1,04% em março (-26.308).

Os dados são da pesquisa realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em informações do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE).

“O emprego na construção civil continua caindo em todas as regiões do estado de São Paulo e do país”, observa o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto. “O único dado positivo é uma ligeira retomada nos escritórios de engenharia e arquitetura, atividade antecedente de novas obras. Entretanto, em outra atividade antecedente, a de preparação de terrenos, segue a queda no emprego”, acrescenta.

Segundo o presidente do SindusCon-SP, o setor aguarda a aprovação das reformas e o lançamento do programa Avançar, pelo qual o governo pretende investir, até 2018, R$ 59 bilhões, dos quais R$ 22,7 bilhões em obras do setor de transportes. “Mesmo assim, uma retomada maior do emprego na construção somente deverá ocorrer em 2018”, prevê.

Segmentação
Em março, na comparação com fevereiro, os segmentos que mais apresentaram queda foram Obras de acabamento (-1,31%), Imobiliário (-0,93%) e Incorporação de imóveis (-0,50%). Apresentaram alta no mês Infraestrutura (0,29%) e Engenharia e arquitetura (0,12%).

Em 12 meses, as maiores baixas são Imobiliário (-16,93%), Infraestrutura (-13,57%) e Obras de acabamento (-13,41%).

Por regiões
Todas as regiões do Brasil registraram queda: Norte (-0,73%), Nordeste (-0,53%), Sudeste (-0,40%), Sul (-0,32%) e Centro-Oeste (-0,03%).

No Sudeste, as maiores quedas foram São Paulo (-0,76%) e Rio de Janeiro (-0,51%). O Espírito Santo e Minas Gerais tiveram alta de 1,33% e 0,27%, respectivamente. Na região Norte, Rondônia (-2,29%) e Amazonas (-1,81%) registraram queda. Na outra ponta, Roraima teve alta de 0,43%.

No Nordeste, os estados que tiveram maiores baixas foram Maranhão (-2,11%), Sergipe (-1,75%) e Ceará (-1,67%). O único estado a registrar alta foi Rio Grande do Norte, com 2,60%. No Centro-Oeste, Mato Grosso do Sul teve alta de 1,29%, enquanto Mato Grosso (-0,66%), Distrito Federal (-0,31%), Goiás (-0,09%) e Distrito Federal (-0,31%) tiveram variação negativa no saldo de trabalhadores. Já no Sul, todos os estados tiveram baixa: Paraná (-0,37%), Santa Catarina (-0,04%) e Rio Grande do Sul (-0,49%).

Estado de São Paulo
Em março houve queda de 0,76% no emprego em relação a fevereiro. O estoque de trabalhadores foi de 690,1 mil em fevereiro para 684,8 mil em março (-5.274). Em 12 meses, são menos 93.543 trabalhadores no setor (-12,02%). Desconsiderando a sazonalidade**, houve redução de 1,33% (-9.218 mil vagas). Na comparação março contra fevereiro houve queda em todos os segmentos, sendo as maiores em Obras de acabamento (-1,66%) e Imobiliário (-1,06%).

Na capital, que responde por 43,26% do total de empregos no setor, a queda em março na comparação com o mês anterior foi de 0,77% (-2.289 vagas). Em 12 meses, São Paulo registra retração de 14,30% (-49.449 vagas). Entre as Regionais do SindusCon-SP, todas registraram baixa, sendo as maiores em Presidente Prudente (-2,34%) e Ribeirão Preto (-2,24%).

*A dessazonalização é um tratamento estatístico que tem como objetivo retirar efeitos que tipicamente acontecem em um mesmo período do ano.

 

Fonte: Sinduscon-SP

Published in Clipping

O Brasil é um dos países com o maior número de acidentes de trabalho em todo o mundo e o setor de construção civil está entre as áreas com números mais alarmantes. A grande frequência destes casos, é causada por construtoras que negligenciam normas de conduta e segurança, empregam colaboradores despreparados e desqualificados e não fornecem equipamentos de proteção individual (EPI) aos funcionários. Toda empresa é obrigada a fornecer aos seus trabalhadores, de forma gratuita, o EPI adequado e em perfeito estado de conservação e funcionamento. Tem uma construtora ou trabalha na construção civil? Saiba quais são os EPIs obrigatórios para o setor, de acordo com a AGN EPI .

Capacete de segurança: é um item obrigatório para todos aqueles que trabalham na obra ou a visitam por algum motivo. Seu maior objetivo é proteger o crânio contra impactos causados pela queda de objetos e materiais.

Protetores auditivos: é comum que as obras tenham alto ruído de equipamentos, para preservar o sistema auditivo dos colabores, o uso de protetores auriculares se torna obrigatório.

Calçados de segurança: com tantos obstáculos e perigos, é fundamental que os trabalhadores utilizem sapatos fechados e com reforços na sola, preferencialmente aço, assim estarão devidamente protegidos contra perfurações, impactos e demais incômodos nos pés.

Camisas e calças: é indispensável o uso de camisas ou camisetas de manga longas, e as calças devem ser compridas. A cobertura do tecido protege a pele contra poeira, terra e resíduos químicos de construção.

Máscara de proteção: usadas, normalmente, para proteger o sistema respiratório proveniente do corte de materiais como tijolos e cerâmicas e pós químicos como o do cimento e cal.

Cinto de segurança: para colaboradores que exercem atividades acima do solo, o uso de cinto de segurança é imprescindível, visto que evita a queda e garante maior segurança na execução do trabalho.

Luvas: dois tipos são rotineiramente utilizados na construção civil, a primeira delas, a luva de raspa é utilizada pelos funcionários que estão expostos a risco de corte como no carregamento de ferros e vergalhões. Já o outro modelo, feito de látex é usado por aqueles que têm contato com materiais como cimento, argamassa, etc.

Viseiras e óculos de proteção: projetados para impossibilitar o contato da poeira e outros resíduos com os olhos. As viseiras são mais completas e também protegem as áreas do nariz e boca.

Além dos equipamentos de proteção individual, também é possível a instalação de proteções coletivas, porém nem sempre é possível a utilização das mesmas seja por impossibilidade técnica, o espaço não comporta a colocação, ou por inviabilidade técnica, a acomodação até é possível, mas não vale a pena investir. Por isso os EPIs são mais comuns, porém a fiscalização das empresas deve ser rigorosa, já que a utilização depende do funcionário. É importante a presença de um técnico de segurança do trabalho para que essas normas sejam cumpridas e os acidentes sejam evitados.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/

Published in Clipping

Também foi divulgada a relação de municípios e regiões metropolitanas enquadrados na tabela de descontos do Fundo

A Caixa publicou em seu site o Manual de Fomento Pessoa Jurídica, que estabelece procedimentos operacionais e fornece subsídios e informações necessárias para a contratação de crédito pelo Programa de Apoio à Produção de Habitações com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O vice-presidente de Habitação do SindusCon-SP, Ronaldo Cury, recomenda a leitura do manual. A publicação consolida a legislação existente, trazendo as disposições das últimas Instruções Normativas do Ministério das Cidades e das Resoluções do Conselho do FGTS, anteriormente já divulgadas. E desde 17 de março, o sistema da Caixa já está rodando de acordo com essas disposições.

Dentre as principais alterações, constam: novos limites de renda em operações vinculadas à área de habitação popular, mudanças dos limites de renda familiar, modificações dos recortes territoriais para efeito de enquadramento dos municípios na área de habitação popular e habitação de interesse social, taxas de juros, novas condições operacionais para contratar financiamentos, mudança no limite de prazo para desligamento de unidades.

Foram incluídos itens como novos limites de renda em operações fora da área de habitação popular, classificação dos recortes territoriais para efeito de enquadramento dos municípios nas demais operações habitacionais, orientação para operações enquadráveis nas demais operações de crédito e para as contratações nas demais operações habitacionais.

Lista dos municípios

A Caixa também publicou em seu site a relação de municípios e regiões metropolitanas para efeitos de enquadramento na tabela de descontos (subsídios) do FGTS.

A lista traz os limites máximos de valor do imóvel e renda a serem observados nas concessões dos financiamentos, bem como as regiões metropolitanas a serem observadas pelos agentes financeiros na utilização dos recursos da conta vinculada no Moradia Própria, para os recortes territoriais no âmbito do Programa Carta de Crédito Associativa, Carta de Crédito Individual e Apoio à Produção de Habitações.

 

Fonte: http://www.sindusconsp.com.br/

Published in Clipping

A maior parte dos problemas está relacionada a trincas, fissuras, infiltrações e vazamentos

 

Pesquisa divulgada pelo Ministério da Transparência, antiga Controladoria Geral da União (CGU), mostra que 48,9% das unidades do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) na modalidade do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) não são compatíveis com o previsto nos projetos. A maior parte dos problemas está ligada ao surgimento de trincas e fissuras, além de infiltrações e vazamentos. Os dados consideram 688 empreendimentos em todo o País, construídos entre 2011 e 2014.

Outro problema detectado é de que em apenas 38,3% dos casos estudados houve a aderência da infraestrutura pré-estabelecida, com a maior parte dos casos de incompatibilidade voltados a itens de pavimentação, rede de drenagem e esgoto sanitário.

Desse documento, o Ministério da Transparência concluiu problemas quanto à evidenciação da análise dos projetos e das planilhas orçamentárias, frequência de problemas construtivos nas unidades habitacionais e nos empreendimentos e fragilidades na aplicação de critérios de hierarquização e de transparência na seleção de beneficiários.

As unidades do MCMV feitas pelo FAR atendem famílias com renda de até três salários mínimos.

 

Fonte: http://construcaomercado.pini.com.br/

 

Published in Clipping

Setor está menos pessimista quanto ao nível de emprego, compras de insumos e novos empreendimentos

De acordo com a Sondagem Indústria da Construção divulgada na última quarta-feira (22) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), os empresários da construção esperam a manutenção do nível de atividade nos próximos seis meses. Isso porque o indicador de expectativa de atividade cresceu 2,9 pontos em relação a janeiro, chegando a um total e 50,3. O resultado não acontece desde julho de 2014.

O índice vai de 0 a 100, sendo resultados baixo dos 50 pontos indicadores de pessimismo, e acima desse limite, de otimismo. No acumulado dos dois primeiros meses do ano, o acréscimo foi de 6,1 pontos. "As mudanças no programa Minha Casa, Minha Vida e a queda da taxa básica de juros devem contribuir para a melhora do setor", afirma Flávia Ferraz, economista da CNI.

Enquanto isso, os indicadores de número de empregados (47,1), compras de insumos (48,4) e de novos empreendimentos (48,0) permanecem abaixo da linha dos 50 pontos, apesar de demonstrarem crescimento entre janeiro e fevereiro, o que indica um menor pessimismo dos empresários.

Os aumentos foram de 1,4 ponto para a expectativa de novos empreendimentos e serviços; de 3,0 pontos para as perspectivas de compras de insumos e de matérias-primas; e de 1,4 para o número de empregados, todos em comparação ao mês anterior.

A intenção em investimento apresentou queda: de 27,7 pontos em janeiro, encolheu para 26,8 pontos em fevereiro. O CNI analisa esse resultado como consequência da elevada ociosidade da indústria da construção.

 

Fonte: http://construcaomercado.pini.com.br/

Published in Clipping

Secretária Nacional de Habitação esclarece dúvidas e sinaliza retomada de contratações também para a população de mais baixa renda
 
A secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Maria Henriqueta Arantes Ferreira Alves, responsável pelo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), informa que o governo federal trabalha em novas regras para a Faixa 1 do programa. O Ministério das Cidades divulgou nota nesta quinta-feira (16) confirmando a retomada das contratações a partir de março. Em entrevista exclusiva ao CBIC Mais, ela esclarece dúvidas sobre as novas medidas anunciadas pelo governo no último dia 6. O Programa MCMV será ampliado e passará a ter regras mais flexíveis para garantir o acesso à moradia digna a um número maior de pessoas.  
 
Os detalhes das principais mudanças do programa habitacional são elencados pela secretária. Sobre a faixa 3 estendida, que permite valor de até 25% maior que os limites atuais, a secretária adianta que no caso de São Paulo “podem ser financiados para famílias de qualquer faixa de renda, mas igualmente com juros de 9,16%”, diz.
 
Veja a íntegra da entrevista:
 
CBIC MAIS: Quantas unidades farão parte da meta em 2017 por faixa? 
 
Maria Henriqueta Arantes: Em 2017, as contratações do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) sobem de 380 mil, realizadas em 2016, para 610 mil unidades, incluindo todas as faixas do programa sendo 170 mil unidades habitacionais para a Faixa 1; 40 mil para a Faixa 1,5;  e 400 mil para as Faixas 2 e 3. 
 
CM:  Foi anunciado que a faixa 3 estendida permite valor de até 25% maior que os limites atuais, podendo chegar a R$ 300 mil, isto valera para todas as faixas e locais?
 
M.H.A.: Os imóveis com valores superiores a R$ 240 mil até o limite de R$ 300 mil, como no caso de São Paulo, podem ser financiados para famílias de qualquer faixa de renda, mas igualmente com juros de 9,16%. Para rendas acima de R$ 7.000,00 até R$ 9.000,00 e/ou imóveis com valores 25% maiores que o estabelecido, os juros cobrados serão de 9,16%.
 
CM: O enquadramento do faixa 3 estendido está vinculado somente a renda? 
 
M.H.A.: Famílias com renda superior a R$ 7.000,00 até o limite de R$ 9.000,00 podem pleitear financiamento nessa modalidade, porém com juros de 9,16%, para qualquer valor de imóvel até o limite de R$ 300 mil. 
 
CM: Como funcionará as novas medidas do Programa MCMV para família unipessoal? 
 
M.H.A.: Não houve alteração recente dessa regra, os valores de descontos estabelecidos para o Programa Minha Casa, Minha Vida são reduzidos em 30%, nos casos de proponentes que componham família unipessoal. 
 
CM: Qual critério de contratação do faixa 1 e do faixa 1,5 na nova fase do PMCMV? Qual é a previsão de início de contratação das unidades do faixa 1 e 1,5?
 
M.H.A.:  As alterações para a Faixa 1 ainda não foram divulgadas, nossa previsão é que isso 
ocorra em março. Já na Faixa 1,5 a renda passa de R$ 2.350,00 para R$ 2.600,00 com juros no valor de 5%. A alteração dos valores de subsídio também é uma novidade para o comprador – os descontos serão maiores. Na Faixa 1,5 passa de R$ 45 mil para R$ 47.500. 
 
CM: Haverá limitação de unidades por empreendimento?
 
M.H.A.: Para as Faixas 1 e 1,5, em áreas urbanas, o limite é de 500 unidades habitacionais e, áreas rurais, 50. Já nas demais faixas, não há número máximo a ser observado.
 
CM: Quando serão definidas o restante das novas regras operacionais?
 
M.H.A.: Entre março e abril próximos.
 
Veja aqui as Resoluções Publicadas no Diário Oficial da União pelo Conselho Curador do FGTS.
 

Fonte: ww.cbic.org.br/

 

Published in Clipping

Quem tem em casa alguma área cimentada já conhece esses problemas. Zonas concretadas, como pátios, decks de piscinas, pavimentos de porões, garagens, entre outros, podem apresentar falhas quanto à segurança e funcionalidade. Afundamentos e rachaduras são as patologias mais comuns vistas em estruturas. E, nesses casos, as medidas tomadas para seu conserto e restauração devem ser imediatas.

O despreparo de muitos profissionais leva os clientes a optarem por soluções exageradas quanto ao reparo de elementos em concreto.  Ao invés de demolir, desnecessariamente, calçadas e estradas, deve-se considerar meios de estabilizar o solo, abaixo da superfície. Já existem algumas técnicas milagrosas e engenhosamente simples no mercado. Elas podem ajudar a corrigir essas imperfeições, garantindo que a área afetada volte ao normal. Um bom exemplo é a espuma expansível, conhecida também como poliuretano.

Existem diversos fatores que podem interferir no desnivelamento de uma laje de concreto, seja ela em um piso de calçada, fundação de residência e mais. O próprio peso da peça, por vezes, comprime o solo, provocando rachaduras e quebras perigosas. Isso acontece porque o concreto não possui características necessárias para uma boa elasticidade.

A gravidade ambiental, a falta de manutenção da estrutura e o emprego de materiais de baixa qualidade na construção podem originar essa desigualdade. Certas condições de solo, como uma erosão, também contribuem para o afundamento de pisos em concreto.  Locais onde haja drenagem imprópria, vazamentos, raízes de plantas ou atividades sísmicas serão os mais afetados.

A espuma expansiva é uma excelente alternativa para nivelar e corrigir diversos tipos de imperfeições em grandes placas de concreto. Esse material é impermeável, leve e de alta residência à compressão – capaz de aguentar até três toneladas por metro quadrado. Além disso, é considerado ecologicamente correto, pois, diferente de outros materiais, não libera substâncias químicas nocivas, que poderiam contaminar o meio ambiente.

Para restaurar uma superfície em concreto danificada de forma rápida, durável e econômica, a espuma expansiva é uma escolha muito vantajosa. Em alguns países, como os Estados Unidos, essa alternativa já é mais barata em comparação com outros métodos convencionais, como o mudjacking – uma mistura de argamassa própria para elevar lajes de assentamento. Mas, de todo modo, é sempre importante uma análise prévia de um profissional qualificado, para saber se não há a necessidade de qualquer intervenção mais complexa.

O poliuretano consegue corrigir desníveis de vários centímetros. Sua eficiência pode ser percebida poucos minutos após a conclusão da injeção do material sobre a superfície concretada. Para melhores resultados, é importante o cliente buscar o serviço de uma empresa especializada em construção. O produto químico, devidamente ajustado pelo profissional, irá expandir e a placa será elevada, com mais precisão, até o nível desejado.

Todo o processo é muito simples e eficaz. Um orifício é feito na laje para a passagem do equipamento especial de injeção do polímero. Dentro do vazio estrutural, é adicionada a espuma, que se expande e preenche todo o espaço, elevando a placa de concreto. Depois da aplicação, o pequeno furo é tapado com cimento, ajudando a resgatar o visual original do piso.

Entenda melhor como funciona todo esse processo assistindo o vídeo aqui.

 

Fonte: http://blogdaengenharia.com/

 

 

Published in Clipping

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, revelam que o setor da construção perdeu 358.679 empregos formais em 2016. Em dezembro foram 82.567 postos a menos no setor. O resultado, porém, mostra ritmo de perda de empregos formais inferior ao mesmo período do ano passado (-102.660), sendo o segundo pior resultado em percentual de redução do estoque para o mês de dezembro (-3,47%) desde 1992, só perdendo para o ano passado (-3,73%).

De acordo com a pesquisa, o setor registrou a maior perda de seu estoque em termos percentuais nas bases mensal, anual e 12 meses, e o terceiro em termos absolutos, perdendo para o setor de serviços (-157.654) e para a indústria de transformação (-130.599). Sendo o único setor econômico com dois dígitos (-13,48%) de variação negativa de seu estoque no ano de 2016. O estoque da construção, na série sem ajuste, em dezembro 2016 é de 2.299.912 (na mesma série já foi de 3.075.250 em dezembro de 2014).

 

Fonte: Sinduscon-DF

Published in Clipping

Uma goteira aqui, um vazamento sem gravidade ali e, com o passar do tempo, manchas esverdeadas ou mais escuras vão tomando conta do imóvel sem ganhar a devida atenção. O que poucos sabem é que esse “pequeno problema” – mais propício a aparições quando o período de chuva é mais intenso durante o verão – quando não tratado adequadamente, pode colocar o imóvel em risco e, em casos mais graves, causar a ruína de paredes e muros.

Isso porque este mal da construção – a infiltração de água – pode ter causas variadas, é silencioso e mais comum do que parece. De acordo Allan Comploier, diretor da Master House Manutenções e Reformas, o ideal é a contratação de um profissional para agir preventivamente, mas o profissional faz uma recomendação caso o problema persista. “Indicamos a impermeabilização em praticamente todas as partes de uma construção, seja em subsolos, lajes, piscinas e fundações. O importante é saber como fazê-la e quais são os produtos mais indicados para cada tipo de demanda. Só assim é possível evitar ciladas na hora de fazer este tipo de manutenção dos ambientes”, avisa.

De acordo com Comploier, também é necessário identificar o tipo de produto mais adequado. Apesar das diversas opções no mercado, basicamente é possível dividir os impermeabilizantes em dois grupos: os rígidos (argamassas industrializadas, produtos bicomponentes ou com aditivos para argamassa ou concreto), que incorporam a estrutura e tendem a ser porosos; e os flexíveis (mantas pré-fabricadas ou moldadas no local que formam uma espécie de membrana de proteção), que se adaptam às possíveis movimentações na estrutura. Uma vez identificado, o segundo passo é colocar a mão na massa. “Sempre é bom contar com a ajuda de um profissional. Afinal, se a impermeabilização for feita de forma correta, pode durar até 25 anos, o que representa economia e bem estar a longo prazo”, comenta.

Antes de solucionar, porém, é necessário diagnosticar corretamente a origem da infiltração. Conheça os tipos:

De baixo para cima – alguns problemas de infiltrações surgem no alicerce, na base da construção. Logo, quando não feita a impermeabilização adequada, a construção do imóvel fica comprometida desde o seu início, permitindo que a umidade da terra suba pela parede. Nestes casos, é necessário ficar atento à impermeabilização durante o levantamento do alicerce. “Sugiro aplicar dois impermeabilizantes. Um a base de concreto e outro asfáltico”, dá a dica.

De cima para baixo – há infiltrações que mostram-se provenientes do teto. Nestes casos os causadores podem ser a calha e/ou telhas quebradas, por exemplo.

O causador está ao lado – para ampliar a construção, algumas pessoas optam por construir o imóvel “parede com parede” do vizinho. O que parece vantajoso em questão de espaço pode ser um problema quando a infiltração surge na parede ao lado. “Se o imóvel ao lado não estiver com a impermeabilização em dia, a infiltração do vizinho pode ser a causa do seu problema. Nestes casos a política do bom relacionamento é parte da solução do problema”, destaca Comploier.

Encanamentos prejudicados – não são raros os casos em que profissionais pouco qualificados ou até mesmo o dono do imóvel faça alguma adaptação sem o conhecimento do posicionamento dos encanamentos. Ao perfurá-los, a água passa a criar poças internas, causadoras de infiltrações. Fique atento.

 

Fonte: http://jornaldaconstrucaocivil.com.br/

Published in Clipping
Pagina 1 de 84

Publicações populares

Endereço

Mútua SEDE
SCLN 409, Bloco E, Asa Norte, CEP:70857-550, Brasília - DF

Central de Relacionamento Mútua

0800 61 0003, Tel.: (61) 3348-0200

Ouvidoria da Mútua

Acessos do Colaborador

Redes Sociais

Facebook Twitter Youtube

Mútua nos Estados