Se você é desenvolvedor, programador ou especialista em tecnologia da informação, a Google tem uma excelente notícia para te dar. A gigante da internet acaba de abrir inscrições para o Google Cloud OnBoard, um programa de treinamento voltado para essas áreas e que vai trabalhar diretamente com os fundamentos das tecnologias da Google Cloud Plataform (GCP).

A aula acontece no dia 2 de junho no Allianz Parque, em São Paulo, e no DevCamp, em Campinas. No entanto, você não precisará se deslocar até lá para conferir o treinamento, já que ele será transmitido ao vivo em salas de cinemas de seis cidades brasileiras. Assim, se você estiver em Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro ou Salvador, poderá acompanhar as aulas na telona.

Segundo a Google, o Cloud OnBoard vai contar com a participação dos principais especialistas em Cloud da empresa e demonstrações das ferramentas de GCP. Ao todo, o treinamento será dividido em sete módulos focados em tecnologias e soluções de nuvem, como Google App Engine, Datastore, Storage, Container Engine, Compute Engine e Network, Big Data e Machine Learning. Já o módulo de encerramento trabalhará com dicas de como esse conhecimento pode ser usado para ajudá-lo em sua carreira.

Além disso, outro grande destaque é o networking realizado, seja com outros participantes ou mesmo com os especialistas que vão estar presentes. Isso sem falar do certificado de participação, que é sempre bom para enriquecer seu currículo.

Porém, a melhor notícia mesmo é que tudo isso é de graça. Você não precisa pagar nada para se inscrever no Google Cloud OnBoard, bastando ir ao site do evento e dar seu nome. Contudo, é melhor fazer isso o quanto antes, já que as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas até o dia 1º de junho.

Confira a agenda completa do evento:

Credenciamento
Construa o futuro da nuvem
Módulo 1 - Apresentando o Google Cloud Platform
Módulo 2 - Primeiros passos com o Google Cloud Platform
Almoço
Módulo 3 - Google App Engine e Cloud Datastore
Módulo 4 - Opções de armazenamento do Google Cloud Platform
Módulo 5 - Google Container Engine
Intervalo
Módulo 6 - Google Compute Engine e Networking
Módulo 7 - Big Data e Machine Learning
Potencialize sua carreira com o Google Cloud | Treinamento e certificação
Confira também o local do evento e os pontos de exibição nas seis capitais brasileiras onde o treinamento vai ser exibido em salas de cinema.

São Paulo - Allianz Parque
Campinas - Expo Dom Pedro
Curitiba - Cinemark Shopping Mueller
Porto Alegre - Cinemark Shopping Bourbon Ipiranga
Rio de Janeiro - Cinemark Botafogo Praia Shopping
Salvador - Cinemark Salvador Shopping
Belo Horizonte - Cinemark BH Shopping
Recife - Cinemark Shopping RioMar

Matéria completa:
https://corporate.canaltech.com.br/noticia/google/google-oferece-treinamento-gratuito-para-profissionais-de-tecnologia-no-brasil-94096/
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Fonte: https://corporate.canaltech.com.br/

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O misterioso mecanismo de Antikythera foi encontrado em 1901 perto de um navio naufragado em Antikythera, perto de Creta, na Grécia. Mesmo após tanto tempo, o ‘computador’ primitivo continua intrigando os pesquisadores.

Por exemplo, análises revelaram que o mecanismo tinha cerca de 1.500 anos de idade, mas análises feitas no ano passado reforçaram a ideia de que o instrumento é ainda mais antigo.

Há inscrições na parte da frente e atrás do aparelho e, nos anos 70, cientistas as dataram como sendo feitas em 87 a.C. Mas, mais recentemente, os cientistas examinaram letras gregas nas inscrições e dataram o mecanismo como sendo feito entre 150-100 a.C. Não satisfeitos, os pesquisadores analisaram os eclipses que o dispositivo registrou, e descobriram que o calendário do mecanismo de Antikythera era entre 50 a 100 anos mais antigo do que se acreditava. Hoje, com base em todos esses dados, estima-se que o instrumento foi construído por volta de 205 a.C, pouco tempo depois que Arquimedes morreu.

Seja como for, os pesquisadores também não têm certeza de quem o construiu, embora seu design sugere que ele foi influenciado pelos ensinamentos de Arquimedes, Hiparco, ou Posidonius. Os cientistas acreditam que o mecanismo de Antikythera foi construído com base em um projeto de Arquimedes, e pode até mesmo ter sido construído por uma oficina que exercia a sua tradição tecnológica. Mas então porque nenhum outro exemplar foi encontrado? Não sabemos.

O complexo conjunto de engrenagens de bronze era usado, entre outras coisas, para prever precisamente eclipses lunares e solares, a posição do Sol, Lua e planetas como Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno. Pesquisadores recentemente também descobriram que o mecanismo de Antikythera acompanhava as datas dos Jogos Olímpicos e anos bissextos. E embora não fosse programável no sentido moderno, os pesquisadores o creditam como sendo o primeiro computador analógico já criado, “parecendo estar muito a frente de seu tempo”, uma vez que dispositivos desse nível de complexidade não foram vistos por quase 1.500 anos depois.

De qualquer modo, a incrível complexidade do instrumento revela que os povos antigos eram capazes de produzir feitos intelectuais e engenharia que surpreendem até mesmo muitas mentes modernas.

 

Fonte: https://misteriosdomundo.org/

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A tecnologia do concreto evoluiu muito ao longo dos últimos anos. O alto desempenho desse material tem se mostrado cada vez mais importante para o desenvolvimento de grandes obras em engenharia e arquitetura. Investigações militares provaram que é possível obter bons alojamentos de emergência, para casos de desastres naturais ou guerras, por exemplo, através do seu emprego. Agora, uma nova abordagem, de uma dupla de engenheiros britânicos, tem chamado à atenção do mercado da construção civil. Trata-se de uma tenta inflável em concreto.]

Concrete Canvas Shelter

Peter Brewin e Will Crawford começaram a desenvolver, em 2004, no Royal College of Art, em Londres, um tipo de lona de concreto geossintética, contendo compostos cimentícios. Essa tecnologia inovadora ficou conhecida como ‘Concrete Shelter’ – ou ‘Abrigo de Concreto’, em português. Inicialmente, ela foi pensada para ser carregada por militares, através de bolsas plásticas de armazenamento, totalmente à prova d’água. O kits seriam destinados para áreas de refugiados ou outras regiões muito carentes, visando o atendimento humanitário.

Esse tipo de abrigo poderia acomodar os mais diferentes usos. O primeiro teste realizado com o material foi na Etiópia, com a implantação de um projeto voltado à agricultura. A ação rendeu, aos inventores, algumas importantes premiações, como o Material Connexion, de 2009. Hoje, esse modelo de lona de concreto é enviado também a outros países. Ele tem sido utilizado, principalmente, como forro para valas de drenagem, para proteção de encostas de morros e terraplenagens. Com a cama interna do plástico esterilizada, a estrutura também pode ser adequada para uso como hospital de emergência.

Composição do material

Para que a produção da lona de concreto, desenvolvida por Brewin e Crawford, fosse possível, a maioria dos equipamentos precisou ser desenvolvida do zero, já que nunca existiu uma tecnologia similar no mercado. O material é composto de concreto seco imprensado entre tecido. Do lado de fora, há o revestimento feito de fibras porosas, que contém partículas de cimento. Já do lado de dentro, tem-se uma camada plástica, de cloreto de polivinilo, à prova d’água.

Montagem da estrutura

A montagem do abrigo de concreto é bem rápida. Com apenas duas pessoas, sem qualquer treinamento, já se consegue montar tudo. O trabalho deve levar em torno de uma hora. Não há necessidade de fundações especiais. Basta que o terreno seja plano, livre de pedras. Após vinte e quatro horas de reações químicas, a estrutura esta totalmente firme e pronta para ser fixada ao chão, com ajuda de estacas de metal.

Primeiro, o material flexível e leve é inflado, com um compressor de ar, até atingir a forma final desejada. Depois, deve-se regar o conjunto com água, não necessariamente potável ou doce. O resultado é uma concha de concreto robusto, endurecido entre as camadas de fibras têxteis. O abrigo está, enfim, pronto. Caso haja a necessidade de aprimorar a proteção, a tenda pode ser reforçada com blocos ou sacos de areia em volta (assista o vídeo).

Características

Esse modelo de tenda em concreto pode ter de vinte e cinco a cinquenta metros quadrados. Para instalações maiores, outras unidades devem ser adicionadas ao conjunto, até que se chegue ao tamanho desejado. Quando finalizada, a estrutura pode ser perfurada para receber a adição de novas portas, janelas, instalações elétrica e outros sistemas. Isso só é possível devido às fibras do material e às nervuras de reforço. Elas levam a um aumento, considerável, na resistência à tração, também evitam a propagação de fissuras e fazem a compressão parabólica – quando a concha for submetida a cargas não uniformes, pela ação do vento ou acúmulo de neve, por exemplo.

Vantagens e desvantagens

Embora haja benefícios, esse sistema ainda custa muito caro. Devido a pouca demanda do produto no mercado, o que impede a fabricação em larga escala, cada unidade sai na faixa de vinte e cinco mil reais. Mas, se seu material for comparado a uma edificação não temporária, ou seja, permanente, parece uma ideia até vantajosa. A estrutura em lona de concreto pode durar muitas décadas. Ela é resistente às intempéries, à abrasão e às erosões químicas. Além disso, pode proteger seus ocupantes de mais acontecimentos infelizes na vida, como serem atingidos por disparos de armas de fogo ou ficarem desabrigados novamente.

Fonte: http://blogdaengenharia.com/

 

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Pesquisa aponta que 64% das ocupações que vão existir em 2019 ainda não foram criadas. Para especialista, região de Campinas, SP, vive momento de busca por novidades.

"Daqui a dois anos, 64% das funções que vão existir ainda não existem hoje”, alerta o CEO da ManpowerGroup - multinacional especializada em recrutamento e seleção -, Nilson Pereira. Para ele, a tecnologia é a grande responsável por definir como será o mercado de trabalho em um futuro próximo, especialmente para a região de Campinas (SP), considerada um polo tecnológico. De acordo com o diretor executivo, o dinamismo do mercado tem feito com que novas profissões surjam a cada dia.

“Têm funções clássicas que sempre são procuradas, isso não muda [...] Mas se você vai para a área de tecnologia, por exemplo, é um segmento que começa a ter funções que há dois anos não existiam, profissões que não existiam”, explica.

Para o CEO, este setor pode ser uma alternativa para quem busca entrar ou retornar ao mercado de trabalho, já que deve concentrar o maior número de vagas ofertadas nos próximos anos.

“Isso é uma tendência do ramo de negócio, e como em Campinas há uma concentração de empresas de tecnologia, possivelmente está vivenciando esse momento também, de busca de profissionais com perfis novos para funções novas”, afirma Nilson Pereira.

Cursos que não existem

E para conseguir um espaço neste segmento, os candidatos terão que encontrar qualificações que acompanhem o avanço das tecnologias. Para Pereira, no entanto, novas formações também serão desenvolvidas para suprir à demanda.

“Eu arrisco dizer que hoje não existe nem sequer um curso superior que se adeque ou que esteja preparado para essas novas funções. [...] Para você entender como a coisa está rápida, e como a tecnologia e a inovação vão mexer com a competência das pessoas”, diz o CEO.

Dificuldade é realidade

Para a gerente global de engajamento e contratações de uma empresa de tecnologia e softwares de Campinas, Marília Honório, a dificuldade em encontrar um profissional que se encaixe com exatidão a determinadas funções já é uma realidade.

“No setor de contratações, de vez em quando, a gente recebe uma solicitação [de função] de que a gente nunca ouviu falar, porque surge uma tecnologia nova e precisa de uma posição nova também”, conta Marília.

Em alguns casos, o setor responsável realiza uma busca no mercado para encontrar alguém com um perfil que se assemelhe à vaga, para o profissional ser “moldado” para determinada função.

“O que a gente busca é uma pessoa que está aberta ao treinamento e que tenha um potencial de desenvolver. Que, recebendo a informação correta, consiga performar de acordo com aquilo que a gente precisa” explica a gerente.
“É complicado você abrir uma vaga de desenvolvedor universal, parece até piada, o nome de um filme. Mas tem essa linguagem agora, e a gente vai precisar dessas pessoas um dia”, exemplifica Marília.

Como acompanhar as inovações

Segundo Pereira, o diferencial para ocupar um cargo recém-criado, mesmo sem experiência, será o comportamento do candidato em relação às inovações.
“Vai depender muito de ele buscar esse conhecimento, buscar essas experiências, mas também vai muito da questão comportamental, o quanto esse profissional vai estar adaptado ou não para essas mudanças”, afirma.

“Vale muito do perfil aberto para novos treinamentos, para novas capacitações. A vontade de buscar essa capacitação, porque tudo muda com muita agilidade. Então, quanto mais próximo desse perfil, de abertura para capacitação, e essa vontade de estar por dentro do que está acontecendo, é o ideal para essas novas posições”, destaca Marília.

Profissional sênior

Ao contrário do que muitos podem imaginar, profissionais mais velhos não serão excluídos deste movimento tecnológico. A gerente de contratação afirma que, atualmente, a maior dificuldade da empresa tem sido encontrar trabalhadores seniores.

“Em alguns casos, a gente está procurando profissionais com mais experiência, que são justamente os profissionais que estão mais estáveis nas posições em que estão. A gente tem que fazer um esforço a mais de expor a nossa proposta para a pessoa também apostar que é o melhor lugar para ela”, acredita Marília.

“A gente fala que os jovens são os mais conectados na tecnologia faz 15, 20 anos [...] Mas esse jovem envelheceu 20 anos, e ele continua trabalhando com tecnologia”, diz a gerente Marília Honório.

Candidato insistente e antenado

Com grande importância no cenário econômico nacional, a região de Campinas passa por um momento de estabilidade em relação à geração de empregos, segundo Nilson Pereira. “Já não existe mais uma tendência de redução de quadros”, afirma.

Para os especialistas, o curso superior será sempre um diferencial para quem busca uma oportunidade, e é necessário insistência, especialmente em momentos de crise.

“A pessoa tem que estar constantemente participando de processos seletivos, constantemente buscando um emprego. Ele vai se preparar cada vez mais para as entrevistas, e isso é um treinamento”, recomenda Pereira.

Para o setor de tecnologia, é essencial que o candidato esteja bem informado e atualizado com novas tendências e o que acontece ao redor do mundo.
“A recomendação é ficar antenado, buscar conhecimento, estar participando das discussões, saber o que está acontecendo”, explica Marília.

“O importante é não ficar parado, estar ligado nas novidades tecnológicas e mostrar essa vontade de aprender, essa abertura para a hora que tiver uma oportunidade, estar preparado e conseguir mostrar o potencial para essa atividade”, completa.

 

Fonte: http://g1.globo.com/

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A busca por destaque tecnológico movimenta milhões de dólares em todo o mundo e está presente nas mais diversas áreas. No campo militar não é diferente e, em um dos avanços realizados, criaram-se uns aparelhos cada vez mais comuns em nosso cotidiano: os drones.

Estes são, teoricamente, aeronaves que não necessitam de tripulação para serem guiadas, sendo controlados à distância por meio de mecanismos eletrônicos, com supervisão humana ou com o uso de CLP (controladores lógicos programáveis).

Sabia disso? Os drones foram desenvolvidos, inicialmente, para fins militares, com o objetivo de realizar missões consideradas de alto risco para os seres humanos.

Apesar de ser originado nos meios militares, os drones são, atualmente, cada vez mais comuns em nosso dia a dia. O processo de introdução dos drones no mercado ocorre de forma tímida, mas é um fato evidente e crescente. Fotógrafos, cinegrafistas e inúmeras empresas com atuação relacionada à engenharia utilizam desse método tecnológico para aprimorar a eficiência e reduzir gastos operacionais e trabalhistas.

Legalização do uso de drones

A legislação brasileira ainda não possui textos específicos que tratem sobre a utilização de drones, logo, os mesmos são considerados pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) como aeronaves. Desse modo, o registro de pilotos aptos a controlar estes dispositivos é realizado pelo mesmo procedimento que capacita humanos a pilotar um Boeing.

As leis do Brasil proíbem alguns casos de uso de drones que são comuns no exterior. No Reino Unido, por exemplo, a empresa Amazon realiza entrega de produtos e no Japão o monitoramento de túneis de obras de metrôs é feito com o auxílio destes mecanismos tecnológicos.

Apesar de inúmeros casos de proibições, o uso corporativo destes instrumentos é permitido e tal liberdade é vista como uma oportunidade brilhante em empresas como a mineradora Vale e a Companhia de Energia AES Tietê. Tais corporações são estimuladas por ideias de redução do custo com mão de obra humana e maior eficiência da realização de suas atividades, pensamentos que, a longo prazo, podem gerar lucro de milhões de reais.

Uso na Engenharia

Nas empresas ligadas à Engenharia não poderia ser diferente. Os dispositivos eletrônicos sobrevoam canteiros de obras registrando o avanço das atividades, fotografam áreas gigantes de redes elétricas, realizam levantamentos topográficos avançados, dentre outras funções.

Algumas empresas relatam que os drones realizam a mesma tarefa feita por um humano em apenas um terço do tempo e custando metade das despesas. Um exemplo claro da solucionabilidade gerada por estes equipamentos é verificado na AES Tietê, empresa responsável pela administração de 12 usinas hidrelétricas. Durante a operação de monitoramento das atividades era necessário o deslocamento de um veículo para transportar as equipes responsáveis por verificar as áreas ao redor da represa, barcos com medidores de vazão da água e acúmulo de material, além de mergulhadores verificando a parte mais profunda do reservatório. Atualmente, todas essas atividades são realizadas com drones aéreos, aquáticos e subaquáticos. Além da vantagem em relação ao tempo, essas aeronaves não tripuladas levam vantagem também no quesito precisão, já que os dados coletados dificilmente apresentam margem de erro considerável.

Outro caso bastante interessante da aplicação dos drones é a utilização para a “construção” de verdadeiras estruturas. Um projeto,  ainda em fase de teste, da empresa suíça de arquitetura Gramazio Kohler Architects, controla estes dispositivos com a finalidade do estabelecimento de ligações entre diferentes construções de um modo muito prático. O tema é super interessante e, debatido com maior detalhes em outro artigo aqui do Blog da Engenharia.

Apesar da grande relevância nas atividades realizadas, a inserção dos drones nas empresas é um processo lento. Aspectos relacionados à legalização dos instrumentos, capacitação humana e dúvidas acerca das regulamentações faz com que as empresas fiquem receosas de implantar estes mecanismos. Além disso, a mão de obra humana, apesar de ser cara e de complicada manipulação, sempre será a mais eficiente no tratamento de inúmeras atividades, pela percepção que somente é inerente aos seres humanos. Qual sua opinião sobre isso?

 

Fonte: http://blogdaengenharia.com/ 

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No Dia Internacional da Terra, manifestantes ocupam as ruas para valorizar a produção do conhecimento científico

Milhares de pessoas participaram da primeira "Marcha pela Ciência", que se espalhou por mais de 600 cidades pelo mundo neste sábado, Dia Internacional da Terra, pela valorização da produção de conhecimento científico, devido a preocupações crescentes em relação às posturas adotadas pelo presidente Donald Trump, como o descrédito em relação às mudanças climáticas e cortes a fundos de pesquisas.

Nos Estados Unidos, a "Marcha pela Ciência", que incluiu manifestações no National Mall, em Washington DC, e desfiles em Midtown Manhattan, em Nova York, além de centensa de outras cidades pelo país, é rotulada como um movimento não partidário, com o objetivo de reafirmar o "papel vital da ciência na democracia americana", de acordo com o site da marcha. Ainda assim, as manfiestações foram, efetivamente, protestos contra cortes profundos que o presidente Donald Trump propôs nos orçamentos para ciências e pesquisas e seu ceticistmo sobre as mudanças climáticas e a necessidade de reduzir o aquecimento global.

É importante mostrar a esta administração que nos preocupamos com fatos - diz Chris Taylor, que participava da marcha no Mall, em DC, que reuniu cerca de duas mil pessoas, em grupos de discussões sobre mudanças climáticas, qualidade da água e alimentação sustentável - Parece que não estão realmente preocupados sobre crescimento econômico ou em criar novas tecnologias, apenas atendendo a grandes corporações - disse Taylor, que está tirando seu título de PhD em robótica na George Mason University, na Virgina.

A "Marcha da Ciência" é a última de uma série de demonstrações nos EUA que vêm sendo realizadas desde a posse de Trump há cerca de cem dias. Manifestações anteriores e protestos tinham foco em um leque de assuntos mais amplos, desde direito de aborto a política imigratória.

A Casa Branca não respondeu ao pedido de comentário sobre as marchas deste sábado. No entanto, no passado, Trump há havia afirmado seu desprezo pelo tema, dizendo que as mudanças climática são uma frande que estavam sufocando as políticas para fomentar o crescimento econômico. A administração de Trump está considerando a saída do Acordo de Paris, um acordo global que tem por objetivo a redução global de emissões de dióxido de carbono e outros gases-estufa. Ano passado, os Estados Unidos, sob a gestão do presidente Barack Obama, se juntaram a outros 190 países ao assinar o acordo.

Os cortes propostos por Trump no Orçamento de 2018 atingem os gastos com as agências que atuam em áreas científicas, incluindo redução de 31% para Agência de Proteção Ambiental.

Os organizadores da marcha demonstraram preocupação com o que vêem como ceticismo crescente dos políticos e com outros tópicos como vacinas, organismos geneticamente modificados e evolução.

Berlim: "Não há alternativas aos fatos"

Em Berlim, os manifestantes levavam placas com os dizeres "Amamos os especialistas - aqueles com evidências" e "Ciência, não silêncio" para a marcha, que partir da Universidade Humboldt em direção ao Portão de Brandemburgo, liderada pelo prefeito de Berlim, Michael Mueller, e diretores de universidades da cidade.

"Não há alternativa aos fatos", dizia uma grande faixa, em referência ao termo usado pela assessora da Casa Branca Kellyanne Conway, durante uma controvérsia sobre o tamanho do público que assistiu à posse de Trump.

Os participantes da marcha fizeram uma parada rápida na Embaixada da Hungria para protestar contra uma nova lei húngara que ameaça fechar uma universidade financiada pelo investidor George Soros.

Segundo organizadores, 11 mil pessoas participaram do evento que, dizem, tem como alvo destacar a importântcia do conhecimento baseado na ciência e em evidências nas democracias.

Nós, berlinenes, sabemos por nossa própria História o que a repressão à liberdade significa. Isso mostra que temos uma responsabilidade particular em mobilizar as pessoas quanto à importância da ciência livre e aberta e de uma sociedade tolerante - disse Mueller aos mainifestantes.

A marcha, cuja data coincide com o Dia da Terra, vem após movimentos do presidente americano Donald Trum para cortar fundos da Agência de Proteção Ambiental e os Instutos Nacionais de Saúde.

- A Ciência é necessária. Na minha opinição a ciência empírica é a chava para o progresso da cultura e civilização que desenvolvemos - disse o manifestante Hagen Esterberg à TV Reuters.

Já Maria Pohle disse que se juntou à marcha para dar apoio "para a Ciência que não está ameaçada apenas na América, mas também na Europa e em todos os lugares do mundo".

Reinvidicações também no Brasil

No Brasil, por sua vez, a comunidade científica brasileira reivindica maior valorização da área, sobretudo em termos financeiros. No mês passado, o presidente Michel Temer contingenciou R$ 2,5 bilhões do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Os pesquisadores argumentam que a medida será um atraso para o país que, em 2015, teve cerca de 61 mil artigos científicos publicados, ficando em 13º lugar no ranking mundial de produção científica.

- A expectativa é conseguir dialogar com a sociedade, explicar qual a função da ciência, por que ela é importante, o que ela tem feito para o Brasil. Também aproveitamos para chamar atenção do governo. Infelizmente tivemos esse novo contingenciamento de recursos. Enquanto o país encarar educação, ciência e inovação como gasto e não como investimento, vamos andar para trás — sublinha a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Helena Nader.

 

Fonte: http://oglobo.globo.com/

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Um assunto predominou durante audiência pública promovida nesta quarta-feira (19) pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) sobre desenvolvimento tecnológico: o corte anunciado pelo governo no orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) para 2017.

No dia 30 de março, o governo, ao perceber que não conseguiria cumprir a meta de déficit primário para 2017 anunciou cortes no orçamento de todos os ministérios, com exceção da pasta da Saúde. No caso do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), a restrição atingiu 44% do orçamento para 2017. Com isso, o valor é o menor que a área vai dispor em 12 anos. O senador Jorge Viana (PT-AC) afirmou que o corte vai atrasar o país por décadas:

— É uma bomba esse corte no Orçamento. Esse é um corte que um país como o nosso não suporta. Vai atrasar o país por décadas. Quem diz isso é a comunidade científica. O corte de 44% é parte de um plano que está destruindo nosso país — disse.

O presidente da CCT, senador Otto Alencar (PSD-BA) observou que o problema de cortes no setor não começou no governo Temer e afirmou que vai trabalhar em uma proposta que impeça o contingenciamento dos fundos setoriais como o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) e o Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel).

— Vamos trabalhar para que os recursos dos fundos sejam aplicados apenas no setor — disse.

Banda Larga

Jorge Viana, que é relator da política pública Expansão da Banda Larga, escolhida pelo colegiado para ser avaliada ao longo de 2017, apontou a discussão sobre a aplicação dos fundos como uma das prioridades sobre os quais o Senado deve se debruçar. Para o senador o descontingenciamento do Fust é fundamental para uma expansão mais rápida do acesso à banda larga.

O secretário de Política de Informática, Maximiliano Martinhão, reconheceu que os cortes preocupam, mas lembrou que o ministro Gilberto Kassab conseguiu recompor recursos no orçamento do ano passado e está trabalhando para garantir que a pasta não seja prejudicada com os cortes.

— O ministro está engajado em conversar com equipe econômica para encontrar caminhos diante dessa adversidade — disse.

Cenário

Durante a audiência pública debatedores traçaram o atual cenário no setor de inovação, ciência e tecnologia e afirmaram que o país reúne as condições para se tornar uma nação de economia forte puxada pelas startups inovadoras. Eles apontaram contudo que para impulsionar o desenvolvimento tecnológico é preciso, entre outros pontos, avançar na aproximação entre empresas e academia; investir na formação de mão de obra qualificada e traçar uma estratégia mais clara de investimento.

Para Álvaro Toubes Prata, secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, é fundamental melhorar o ordenamento jurídico de forma a favorecer a relação entre universidades e empresas:

—  Estamos finalizando decreto que regula o Código Nacional de Ciência e Tecnologia para que essa relação entre ambiente acadêmico e industrial possa ser melhorada — disse Prata.

Na avaliação do Presidente da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), Ruben Delgado, o Brasil deve se posicionar melhor no setor de inovações científicas e tecnológicas. Ele citou os exemplos da Índia, que revolucionou a economia com avanços em tecnologia; e de Israel, que conquistou o mercado de software de segurança.

— O Brasil tem que se posicionar em alguma coisa que os outros países venham comprar da gente. Não dá para ser bom em 13 coisas. Hoje o país é um consumidor de tecnologia — apontou.

 

Fonte: http://www12.senado.leg.br/

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Medidas anunciadas hoje pelo governo agilizarão a análise de patentes para indústria farmacêutica e simplificarão a transferência de tecnologia em todos os setores

O presidente da República, Michel Temer, anunciou nesta quarta (12) medidas para tornar o sistema brasileiro de propriedade intelectual mais eficiente. Entre elas, uma portaria com o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) esclarece o papel de cada instituição para concessão de patentes para produtos e processos farmacêuticos. A mudança significa a retomada da análise de pedidos para o setor, que enfrentava problemas desde 2001.

Até então, a atribuição conjunta deixava vários pedidos de patente de medicamentos à espera de análise. A nova norma estabelece que a competência para analisar os critérios de patenteabilidade – novidade, atividade inventiva e aplicação industrial – é exclusiva do INPI. A Anvisa opinará sobre o risco do produto ou processo à saúde pública. Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a medida coloca fim às incertezas que comprometiam o desenvolvimento do setor no país e contribui para a disponibilidade de novos tratamentos para a população.

“A insegurança quanto à validade da patente depositada, que preencha os requisitos determinados, prejudica o depositante, os concorrentes e a sociedade. Com a definição das atribuições de cada órgão, a análise dos pedidos de patentes farmacêuticas terá segurança jurídica e tempo de espera pelo exame reduzido”, afirma o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi. A mudança anunciada hoje atende antigo pleito da CNI.

Impacto Ambiental

Além do benefício doméstico, a mudança terá impacto positivo na reputação do Brasil. Por se tratar de uma peculiaridade do sistema brasileiro – a anuência prévia de um órgão sanitário para a concessão de patentes –  a indefinição sobre a atribuição de cada instituição é frequentemente objeto de críticas internacionais.

Transferência de Tecnologia

Outra medida anunciada nesta manhã se refere à averbação de contratos de tecnologia, de responsabilidade do INPI. A partir de agora, o órgão não poderá mais interferir no mérito das cláusulas do contrato e alterar o que foi definido pelas empresas envolvidas.

O Certificado de Averbação é necessário para a realização de remessas de pagamentos ao exterior relacionadas a contratos que envolvam transferência de tecnologia. “A interferência no mérito e no valor dos contratos extrapola a competência do INPI e dificulta operações que são fundamentais para que a indústria nacional tenha acesso a novas tecnologias. A internvençãp contribui para o aumento da espera pelo exame de patentes ao desviar servidores da principal atividade do INPI, que é avaliar pedidos de marcas e patentes, além de aumentar ajudicialização”, esclarece Carlos Eduardo Abijaodi, diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI.

 

Fonte: http://www.portaldaindustria.com.br/

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Brasil já exporta urânio enriquecido num contrato de US$ 4,5 milhões com a estatal Combustibles Nucleares Argentinos

Com o intuito de entrar no mercado de urânio metálico, as Indústrias Nucleares do Brasil (INB) estão realizando estudos para fornecer o produto ao Reator de Pesquisa e Produção de Radioisótopos da Argentina, que está em construção.

Além disso, a INB deve levar, neste ano, a segunda carga de urânio enriquecido para abastecer a usina nuclear localizada na cidade de Lima, ao norte da capital Buenos Aires.

O contrato com a estatal Combustibles Nucleares Argentinos é de US$ 4,5 milhões, e a empresa aguarda aprovação da exportação pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen).

Para o presidente da INB, João Carlos Tupinambá, essa exportação é estratégica para o Brasil. Ele também ressalta a importância de entrar no mercado de urânio metálico. "Nosso interesse começou pela Argentina, mas existem outros reatores no mundo que consomem esse tipo de combustível. Se tivermos sucesso, não teremos só a Argentina como possível cliente, mas outros países também", afirmou.

O dirigente explica ainda que o enriquecimento do urânio até 20%, necessário para a produção de fármacos, será feito no Centro Tecnológico da Marinha (CTMSP). Depois, o produto será encaminhado ao Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), para a fabricação do urânio metálico.

Caetité

O presidente da INB disse ainda que será retomada, neste ano, a exploração de urânio na Mina do Engenho, localizada em Caetité (BA). Atualmente, está sendo feito o trabalho de decapeamento, que é a etapa anterior à lavra do minério, prevista para começar até novembro. " Nesse decapeamento, devemos retirar umas 70 toneladas de urânio. Depois de transformado em yellow cake, o produto é exportado e transformado em UF6 [urânio enriquecido] fora do País. Parte desse UF6 volta para ser enriquecido no Brasil, e outra parte é enriquecida lá fora. Hoje, nossa capacidade de enriquecimento chega a 40% do consumo da usina de Angra 1", acrescentou.

A INB também busca novos parceiros para investimentos na exploração de urânio nas reservas ainda exploradas de Caetité (BA) e de Rio Cristalino (PA).

 

Fonte: http://www.brasil.gov.br/

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O avanço da tecnologia é a maior razão pela qual os trabalhadores estão ganhando uma fatia cada vez menor do bolo de renda, de acordo com um novo estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI).

A porção da renda nacional que fica com os trabalhadores caiu em 29 das 50 maiores economias do mundo entre 1991 e 2014, mostra o estudo divulgado nesta segunda-feira.

A análise sugere que “tecnologia é o maior contribuinte para a mudança na participação do trabalho na grande maioria dos países”, afirma o estudo.
O segundo principal componente da renda é o capital. Quando os salários crescem mais lentamente do que a produtividade, a participação do trabalho na receita cai, enquanto os donos do capital registram ganhos em um ritmo mais alto.

Isso geralmente piora a desigualdade de renda porque o capital tende a ficar concentrado nas mãos de alguns poucos, sustenta o FMI em seu blog. Essa descoberta do Fundo é significativa porque economistas têm debatido quem deve ser culpado por décadas de crescimento lento nos salários.

O presidente americano, Donald Trump, culpou o comércio com países como China e México por prejudicar trabalhadores americanos e esvaziar o setor de produção do país. O estudo do FMI sugere que a tecnologia é um motivador maior.

Cerca de metade da queda nas participações nacionais do trabalho na renda pode ser ligada ao impacto da tecnologia, afirma a pesquisa, que é parte do “World Economic Outlook”. O relatório completo, incluindo as previsões do Fundo para o crescimento global, será divulgado no dia 18 deste mês, em Washington. A pesquisa observa que o rápido avanço da tecnologia de informação e comunicação acelerou a automação de tarefas de rotina.

A integração econômica global também teve seu papel nesse recuo do trabalho na renda, diz o Fundo. O impacto das mudanças em políticas e instituições parece ser limitado, embora seja difícil dizer quanto da queda tem a ver com o declínio dos sindicatos, segundo o FMI.

O FMI já alertara antes para a ameaça representada pelo crescente uso de robôs. Um relatório de economistas do Fundo divulgado em setembro destacava as prováveis “profundas implicações negativas” para a distribuição de renda que a automação cada vez maior poderia causar.

Eles também projetaram um cenário extremo, de singularidade, “no qual o capital toma conta da economia inteira, excluindo o trabalho”.

 

Fonte: http://extra.globo.com/

 

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