A safra de café do Brasil no ano que vem deverá atingir, na melhor das hipóteses, 47 milhões de sacas de 60 kg, estável ante o volume de 2014, previu um analista do Rabobank.

Rafael Barbosa, especialista de alimentos e agronegócio do banco, disse esperar o retorno das chuvas nas próximas semanas às regiões de café atingidas pela seca, o que provavelmente desencadeará o florescimento generalizado em todo o cinturão produtor para a temporada 2015.

Mesmo assim, ele não vê "muito espaço" para uma colheita muito maior no próximo ano, mesmo que as chuvas ocorram com regularidade a partir de agora pelo resto da temporada.

"Minha opinião é que estamos começando uma safra com potencial em 2015 para o mesmo tamanho da de 2014: 47 milhões de sacas", disse Barbosa.

"A partir de agora, até o início da colheita, o clima vai definir se é possível --ou não-- de se atingir esse potencial", afirmou.

Ele acrescentou que, se as chuvas não se concretizarem ou se houver mais problemas climáticos para o desenvolvimento da nova safra no maior produtor global, "poderíamos ver uma diminuição de oferta (em produção) no próximo ano e uma colheita consideravelmente menor".

Mas ele ressalvou que este não era o seu cenário básico.

"Eu assumo que as chuvas voltarão e que o tempo vai se desenvolver normalmente."

Segundo Barbosa, das 47 milhões de sacas colhidas na safra deste ano, os grãos arábica representaram 30 milhões de sacas e os de robusta, 17 milhões.

Na próxima semana, chuvas cobrem grande parte da área agrícola do Brasil, inclusive regiões de café, segundo a Somar Meteorologia.

 

Fonte: R7

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Dia do Engenheiro Agrícola: data é comemorada em 27 de outubro

A modernização e a inovação empregadas na agricultura tiveram grande contribuição do trabalho dos engenheiros agrícolas, profissional que leva ao campo soluções inovadoras e eficazes para melhorar a produção. Como as demais Engenharias, a Agrícola também compreende uma ampla área de atuação. O engenheiro agrícola pode trabalhar em propriedades agrícolas, usinas, agroindústrias, com máquinas e implementos ou em companhias de armazenamento.

Seu conhecimento também é demandado na gestão empresarial e logística relacionadas à sua área e, ainda, em instituições de ensino e pesquisa. Os setores de especialização mais aquecidos para o profissional são o de manejo de irrigação e drenagem, recursos hídricos, saneamento ambiental, máquinas e mecanização, processamento de produtos agrícolas, sensoriamento remoto e geoprocessamento.


Associado da Mútua, o engenheiro agrícola José Faraco trabalha com projetos, avaliações, perícias e laudos relacionados à área

Como exemplo de quão ampla é a área da Engenharia Agrícola, temos o trabalho desenvolvido pelo associado da Mútua, engenheiro agrícola José Lúcio Faraco, de Alegrete (RS), que atua em uma instituição financeira, com projetos, avaliações, perícias e laudos de lavouras, maquinário agrícola, áreas de campo, áreas de armazenagem, entre outros.

Ao fazer uma análise da Engenharia Agrícola, Faraco pondera que por se tratar de uma profissão relativamente nova, ainda existe um caminho longo a ser galgado. “Já melhorou muito desde a minha época. Novas faculdades foram criadas, inclusive já existe uma em minha cidade, mas ainda precisamos avançar. Acredito que ainda falta um entendimento do que é a profissão e, ao meu ver, existe um certo sombreamento com a Agronomia que precisa ser melhor trabalhado”, ressalta.

Faraco ainda acredita que os principais segmentos que deverão nortear os próximos anos na profissão são de irrigação e armazenagem. “Cada vez mais a agricultura tem dependido da irrigação e, devido a crescente produção agrícola, será preciso de mais locais de armazenagem. Dessa forma, essas duas áreas – irrigação e armazenagem – são o futuro da Engenharia Agrícola”, sugere ele.

Mutualista desde 2000, Faraco já contou com os benefícios da Mútua em diversas ocasiões. “Usei e usei bem os benefícios oferecidos pela Mútua. Foi uma ajuda muito útil e importante em projetos ao longo de minha vida”, comentou o engenheiro agrícola se referindo aos cinco benefícios que utilizou, entre eles o Apoio Flex e o Equipa Bem.

 

Fonte: Acme/Mútua

Foto: Arquivo pessoal

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Este ano, a empresa fundada por Roberto Konno e Marcelo Poletti recebeu aporte de R$ 4 milhões do Fundo de Inovação Paulista

 

Marcelo Poletti, 39 anos, e Roberto Konno, 42, desenvolviam pesquisas na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), quando decidiram colocar em prática os conhecimentos adquiridos na academia. Ambos são engenheiros agrônomos e fundadores da PROMIP, empresa criada em 2006 e especializada no manejo integrado de pragas.

Este ano, a PROMIP recebeu aporte de R$ 4 milhões do Fundo de Inovação Paulista. O fundo foi idealizado pela Desenvolve SP, instituição financeira do Governo do Estado de São Paulo, em parceria com a Finep, Fapesp, Caixa Andina de Foment e o Sebrae-SP.

Hoje, Marcelo e Roberto trabalham com três frentes de negócio: produção de agentes biológicos para o controle de pragas; desenvolvimento de pesquisas e criação de abelhas para a venda e aluguel de colmeias. A empresa está localizada em Engenheiro Coelho (SP), cidade a 170 km da capital do Estado.

Controle biológico

 

O controle biológico é o carro-chefe da empresa, sendo a principal linha de produtos direcionada ao combate do ácaro rajado, praga que ataca cultivos de frutas e hortaliças. O sintoma de infestação por essa praga se reflete nas folhas esbranquiçadas de culturas como o morango e o tomate. Sua ação reduz a área fotossintética das plantas com consequente perda de produção e qualidade.

A PROMIP trabalha com duas espécias predadoras do ácaro rajado que controlam as populações da praga sem gerar desequilíbrio ambiental. “Como os ácaros que comercializamos são predadores específicos do ácaro rajado, assim que a população da praga diminui, a curva do predador também cai em função da falta de alimento”, explica Marcelo.

Outra vantagem do controle biológico é que ele não é influenciado pela resistência das pragas. “Com o uso de agroquímicos, populações cada vez mais resistentes são selecionadas ao longo do tempo. Mas para o predador, essa variabilidade não faz a menor diferença."

Mesmo assim, para uso em lavouras com maior nível de infestação, a PROMIP disponibiliza produtos com ácaros mais agressivos. “Trabalhamos hoje com o NEOMIP e o MACROMIP. A única diferença entre eles é que o primeiro controla as populações de pragas em um período mais longo, enquanto o segundo promove o decaimento de grandes populações em um prazo menor.”
O transporte dos inimigos naturais é feito em frascos vedados, nos quais que os ácaros permanecem misturados a um mineral inerte chamado vermiculita. Segundo os fundadores da empresa, a validade dos frascos é de sete dias após sua expedição.

Atualmente, a PROMIP produz uma média de quatro mil frascos dos produtos por mês. Cada frasco custa de R$ 70 a R$ 90, a depender do preço estipulado pelas revendedoras espalhadas por diferentes regiões do país. É necessária a aplicação de cerca de 20 frascos por hectare para combater o ácaro rajado com eficiência.

Sobre a aplicação do produto, Marcelo comenta que a escolha pelo mercado de frutas e hortaliças facilitou o trabalho da empresa até agora. “Hoje a aplicação é feita manualmente, o que é viável dada a extensão dos terrenos de cultivo. Mas como queremos investir também no combate de pragas de lavouras de soja, milho e algodão, esse passa a ser, sem dúvida, um desafio.” Uma solução que está sendo estudada é a pulverização aérea dos predadores. “Nosso objetivo é oferecer esse tipo de serviço para, então, alcançar novos mercados”, afirma Konno.

No momento, apenas o NEOMIP, o MACROMIP e um produto para controle biológico de pragas de solo, o STRATIOMIP, foram regulamentados pelo Ministério da Agricultura. Demais produtos estão na fila para regulamentação enquanto é feito seu estudo em laboratório e em estufas localizadas nas intermediações da empresa.

Polinização

 

Recentemente, a PROMIP também passou a investir na criação de abelhas da espécie mandaguari. Essa abelha é nativa do Brasil e não possui ferrão. O objetivo da empresa é comercializar e alugar colmeias para aumentar a polinização nas lavouras.  A iniciativa conta com o apoio da Embrapa Amazônia Oriental e da Fapesp. 
Segundo Marcelo, tudo culmina para a viabilização do manejo integrado de pragas. "Estamos produzindo rainhas em laboratório para depois verificar a compatibilidade dos químicos com os agentes polinizadores. Hoje, a população de abelhas está diminuindo no mundo todo e o controle biológico pode ser um grande aliado para a sobrevivência dessas populações." 

No laboratório da empresa, tornam-se rainhas as abelhas que são alimentadas em maior quantidade. Na sequência, elas são soltas para realizar seu voo nupcional e então dar origem às primeiras colônias. Na sede da PROMIP, o desempenho das abelhas é acompanhado em um campo aberto. A expectativa dos empreendedores é produzir pelo menos cinco mil colmeias por ano. 
Fonte: Globo Rural

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Fita com pigmentos foi desenvolvida pela Universidade de Brasília e é capaz de reconhecer substância com poucas gotas de leite

Até agosto, deve chegar ao mercado uma fita que detecta a presença de formol no leite. A ideia, desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Brasília, surgiu após a descoberta da contaminação no leite produzido no Rio Grande do Sul, durante operações do Ministério Público Estadual.

Poucas gotas de leite na fita e alguns minutos depois já é possível ver o resultado. O contato do líquido com o papel – que contém produtos químicos que reagem à presença de formol – resulta em uma coloração rosa, se o leite estiver puro, ou violeta se houver contaminação. Atualmente, o resultado do exame na amostra enviada para o laboratório demora, no mínimo, 24 horas.

– A gente tem conseguido (diagnosticar) contaminações muito baixas, dependendo do produto, com 0,1%, 0,2% de formol já é detectado no kit. A dificuldade é determinar quanto, mas a presença a gente consegue determinar – explica o professor de química, Paulo Anselmo Ziani Suarez.

A fita Zero-f foi criada a partir da dissertação de mestrado do professor de química da Universidade de Brasília. O projeto começou com a identificação de metanol no combustível e se desenvolveu para a identificação de formol no leite e em produtos de beleza e higiene.

– É uma forma de detectar a não conformidade do produto. Pode ser uma forma da própria agência que regula se assegurar se está havendo uma contaminação, e também estender para o próprio consumidor, caso ele tenha essa dúvida – diz Guilherme Bandeira, também professor de Química.

Por enquanto, a fórmula foi vendida para uma empresa, mas sem exclusividade. O produto deve estar disponível no mercado já no segundo semestre deste ano.

– Até o final de julho, estamos com essa produção fechada e com custo final de R$ 1 por fita. Vai ser vendido em embalagens de 20 a 100, dependendo do cliente – diz o empresário Renato Santana de Oliveira.

 

Fonte: Canal Rural

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Preço mínimo de garantia do governo definido para Mato Grosso do Sul e Goiás é de R$ 17,56 a saca. No entanto, compras para julho são feitas abaixo desse valor

Para garantir apoio à comercialização de milho na região Centro-Oeste, que já amarga preços abaixo do mínimo estipulado pelo governo, o secretário de Política Agrícola, Seneri Paludo, afirmou que o ministério da Agricultura vai decidir, na semana que vem, o volume da produção a ser atendido e também os mecanismos a serem lançados. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) sugere que sejam feitos os mesmos moldes do ano passado, com a disponibilização de Aquisição do Governo Federal (AGF) e Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro), beneficiando 10 milhões de toneladas.

Vencida essa etapa, o ministério da Agricultura negociará com a Fazenda a liberação dos recursos. Segundo Paludo, o anúncio das políticas será feito em julho e, se tudo correr rápido, as políticas também serão lançadas no próximo mês. Caso não seja possível, os leilões serão realizados em agosto.

O preço mínimo de garantia do governo definido para os Estados de Mato Grosso do Sul e Goiás é de R$ 17,56 a saca de 60 quilos. No entanto, as indicações de compra para julho no Estado sul-mato-grossense são de R$ 17 a saca.  

O apoio é importante para a sustentação dos preços, pois os Estados Unidos, que em 2012 tiveram quebra na safra e compraram a produção brasileira excedente, têm previsão de colher, neste ano, uma supersafra, sem necessidade de importação do produto.

 

Fonte: Canal Rural

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Um dos principais desafios do agronegócio é aumentar a rentabilidade da lavoura, ganhando lucratividade, eficiência operacional e integrando os processos de planejamento, plantio, colheita

Um dos principais desafios do agronegócio é aumentar a rentabilidade  da lavoura, ganhando lucratividade, eficiência operacional e integrando os processos de planejamento, plantio, colheita, mão de obra e armazenamento. Um encontro que acontece em Ponta Grossa, na próxima quinta-feira, vai mostrar como obter os resultados com ferramentas que permitem o planejamento e o acompanhamento da plantação em tempo real, dando rastreabilidade ao processo produtivo por meio de dispositivos móveis.

Entre os temas abordados, estão as soluções de mobilidade para rastreamento de pragas e controle da lavoura; ferramentas específicas para a gestão do plantio, gerenciando com precisão estoques e custo de produção; e uma plataforma específica para comercializar grãos. O gerente de operações da TOTVS, Eliel Schimidt, vai ministrar uma das palestras, mostrando o sistema Agro Mobie da companhia, usada em smartphones e tablets e voltada ao controle de pragas. Antonio Bentin e Juan Pablo da Cruz, de uma consultoria, apresentam nova plataforma para a negociação online de sementes, grãos de consumo e insumos agrícolas.

 

Fonte: Portal Ponta Grossa

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Expectativa do governo é de crescimento para soja, café, arroz e pecuária

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) revisou nesta quarta, dia 25, a estimativa do Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária brasileira, que deve atingir R$ 465,6 bilhões em 2014, alta de 8,38% em relação aos R$ 429,3 bilhões do ano passado. No levantamento anterior, em abril, a alta em relação a 2013 do VBP seria de 6,3%, para R$ 456,3 bilhões, uma diferença positiva de R$ 36,3 bilhões entre as duas previsões. 

O crescimento do chamado "faturamento dentro da porteira" será puxado principalmente pela previsão recorde de colheita de grãos e fibras nesta safra, de 193,57 milhões de toneladas. Em abril, a estimativa para a produção era de 190 milhões de toneladas de grãos. O setor agrícola deve faturar R$ 298,4 bilhões, 8,2% superior a 2013, segundo a CNA. O aumento ocorre principalmente pela soja, cuja receita anual deve crescer para R$ 96,2 bilhões, ou 10% mais ante 2013. O VBP do algodão, com o aumento da produção da fibra, deve subir 30% entre 2013 e 2014, para R$ 6,9 bilhões.

O café deve ter receita 22,8% superior à registrada em 2013 e atingir R$ 18,8 bilhões em faturamento nas lavouras. Para o arroz, a projeção é de alta no faturamento para 2014, de 13,9% em relação a 2013, passando de R$ 9,9 bilhões para R$ 11,3 bilhões. Por outro lado, o faturamento do milho deve ter retração de 2,6%, atingindo R$ 37,5 bilhões, por conta da ampliação da oferta que pressionou os preços para baixo no mês de maio.

Em relação à pecuária, a CNA estima o aumento de 8,3% no faturamento para este ano em relação a 2013, com o VBP somando R$ 167,2 bilhões. Para a carne bovina, a receita deve crescer 13,3% e chegar a R$ 74,9 bilhões. A alta do VBP do leite está estimada em 6,5%, para R$ 38,5 bilhões em 2014, por conta da elevação do preço da matéria-prima paga ao produtor, em razão do período de entressafra. 

 

Fonte: Canal Rural

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Quebra de safra ocasionada pelo clima não está refletida em laudos da seguradora

Produtores de café de Espírito Santo do Pinhal, no interior de São Paulo, estão tendo problemas com o seguro agrícola. A safra na região deve ser até 40% menor por causa da estiagem sofrida no Verão, mas a seguradora afirma que a produção será mais que o dobro da que é esperada pelos cafeicultores. Essa diferença pode representar o não pagamento do seguro.

O produtor Valdevir Belle se prepara para uma produção 30% menor, com, no máximo, 40 sacas de 60 Kg por hectare. O laudo do seguro aponta uma produtividade quatro vezes maior. O cafeicultor fez o seguro da lavoura junto com o financiamento para o custeio da produção.

– Eles fazem uma conta que não existe – protesta Belle.

O engenheiro agrônomo da Cooperativa de Cafeicultores da Região de Pinhal (Coopinhal), Celso Scanavachi, contesta o laudo do seguro e afirma que a produção vai ser menor este ano.

– A perda deve ser de, em média, 20% a 40% – relata Scanavachi.

Os pés de café estão carregados, mas muitos frutos só têm casca, ou grãos pequenos. Alguns parecem se esfarelar entre os dedos. Como consequência, menor quantidade e qualidade. E com a qualidade prejudicada, cai a remuneração do cafeicultor.

O cafeicultor Renato Augusto Mazarini já fez a colheita e as perdas chegaram a 40%. Ele tem uma pequena propriedade e financia a lavoura com o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que é o crédito com seguro para cobrir os custos de produção. Mas o cafeicultor afirma que a burocracia é tanta que ele prefere arcar com o prejuízo.

– Eu tentei recorrer ao seguro. Mas na hora que eu fui recorrer, eu já fiquei sabendo que depois de eu ter acionado, eu não consigo renovar o Pronaf. Eu tenho que pagar, para não ficar inadimplente. Eu pagando, não consigo retirar o dinheiro de novo. Então, não tem jeito. Eu aciono o seguro e não consigo receber, porque é muito demorado. Eu não aciono o seguro e fico com o prejuízo que vai dar o café. Não tem pra onde a gente correr – relata Mazarini.

Os cafeicultores da região já avaliam a possibilidade de entrar na Justiça em uma ação conjunta para o recebimento das apólices.

– Nós estamos contestando que a fórmula que eles estão usando é uma fórmula usada para grãos, para milho, para soja, para cereais. E esta mesma fórmula está sendo aplicada ao café. E aí, ao invés de diminuir a produção, acaba aumentando. Se a produção aumenta, o produtor não tem direito de ser ressarcido pelo seguro – explica o engenheiro agrônomo, Scanavachi.

Em nota, a seguradora Aliança do Brasil afirmou que só pode se manifestar após verificação das apólices e análises das perícias realizadas. A empresa disse que as perícias seguem “os mais rigorosos padrões e normas aplicáveis ao segmento de seguros rurais”.

 

Fonte: Canal Rural

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Evento irá debater os benefícios da técnica que atinge 70% do território brasileiro 

Em Mato Grosso do Sul, quase 100% dos produtores rurais utilizam a técnica de plantio direto na palha. No Brasil, a técnica é utilizada em 70% do território destinado a agricultura, o que corresponde a 35 milhões de hectares, segundo dados da Federação Nacional do Plantio Direto na Palha, (Febrapdp). A técnica, que faz uso dos restos de vegetais de culturas anteriores, tem como maior benefício a proteção dos solos contra erosões e insolação.

Segundo o engenheiro agrônomo e pesquisador da Fundação MS, Carlos Pitol, o plantio direto na palha contribui para aumentar a infiltração da água no solo, a concentração de matéria orgânica, aumentando a fertilidade do solo e, com isso, elevando a produtividade. “A técnica possibilita ainda a fixação de carbono no solo e traz melhorias nas questões ambientais, com redução no uso de insumos, economia no uso de fertilizantes, e, principalmente, diminuição no assoreamento de rios”, pontua.

Outro benefício é quanto à diversificação, já que o produtor pode colher e plantar, de imediato, uma nova cultura. “Ele consegue plantar mais cedo e expandir as culturas de safrinha”, complementa. O pesquisador acrescenta que o plantio direto proporcionou a incorporação de áreas que antes eram consideradas impróprias para o plantio no sistema convencional. Pitol explica que a Fundação MS foi pioneira no desenvolvimento de pesquisas sobre a técnica, no início da década de 90. “A Fundação praticamente foi criada para desenvolver o plantio direto. Era o primeiro compromisso da instituição”, recorda.

As novidades e estudos sobre a técnica serão trazidos para o Estado, durante o 14º Encontro Nacional do Plantio Direto na Palha, que acontece em Bonito (MS), de 12 a 14 de agosto. O encontro é bianual e acontece sempre em uma região produtora em destaque no Brasil. A programação contará com painéis com temas voltados à técnica do plantio e seus benefícios, bem como palestras e debates sobre fitossanidade, manejo adequado do solo, entre outros assuntos. O plantio direto na cana-de-açúcar também será discutido, tendo em vista a crescente produção sucroenergética no Estado.

O encontro é realizado pela Febrapdp e conta com apoio da Fundação MS, Sistema Famasul, Sistema OCB-MS, Aprosoja, Embrapa, UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), Unigran e GPP (Grupo Plantio na Palha).

Serviço

O evento será realizado no Centro de Convenções de Bonito, de 12 a 14 de agosto de 2014. As inscrições serão abertas em breve. Mais informações podem ser obtidas no site da Febrapdp, o www.febrapdp.org.br.

 


Fonte: Sato Comunicação 

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Cotação média da carcaça comum no mercado paulista foi de R$ 5,03 ao quilo na quarta

Em junho, o preço da carcaça suína no atacado da Grande São Paulo registrou o menor aumento na comparação com as carnes de boi e frango, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Na quarta, dia 11, a cotação média da carcaça comum no mercado paulista foi de R$ 5,03 ao quilo, leve aumento de 0,4% frente ao encerramento de maio. No mesmo período, a carcaça casada bovina se valorizou 5,8% e o frango inteiro resfriado, 4,3%, com os produtos cotados a R$ 7,99 ao quilo e a R$ 3,18 ao quilo, respectivamente.

Segundo o Cepea, nesse cenário, a carcaça suína ampliou sua competitividade frente às demais. Apesar de apresentar menor preço, as vendas da carne suína seguem abaixo das expectativas. Agentes do setor, esperando um forte incremento na demanda relacionada ao início da Copa do Mundo, aumentaram seus estoques, mas o mercado não se aqueceu na proporção esperada e, por isso, os preços não têm subido com intensidade. Além disso, mesmo com as temperaturas mais baixas em algumas regiões do País, não tem havido estímulo para as vendas de alguns cortes.

 

Fonte: Canal Rural

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